Abordagem atual da endometriose: implicações patogênicas e terapêuticas

In: Brazilian Journal of Implantology and Health Sciences · 2024 · vol. 6(4) , pp. 1730–1742 · doi:10.36557/2674-8169.2024v6n4p1730-1742 · W4394963604
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This review examines current understanding of endometriosis pathogenesis, including retrograde menstruation, metaplasia, and molecular interactions, and outlines pharmacological and surgical treatment options.

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A revisão bibliográfica analisou, a partir de artigos originais e revisões sistemáticas em inglês e português publicados entre 2012 e 2024 (26 estudos no total, selecionados em PubMed, Scopus e SciELO), a patogênese e o manejo da endometriose. Os autores destacam que a teoria mais aceita envolve menstruação retrógrada, com contribuições adicionais de metaplasia celômica, vestígios müllerianos e influência genética, além de participação inflamatória e angiogênica. Para o manejo, descrevem abordagens farmacológicas (como anti-inflamatórios, progestágenos e agonistas de GnRH) e cirúrgicas, com ênfase no tratamento laparoscópico e na preservação da função ovariana em mulheres que desejam engravidar. A revisão afirma que a complexidade etiopatogênica representa uma limitação ao entendimento único dos mecanismos e ao desenvolvimento de terapias mais eficazes. This paper is centrally about endometriosis — it reviews endometriosis pathogenesis theories and medical vs surgical management.

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Abstract

Introdução: A endometriose é uma condição caracterizada pela presença ectópica de tecido endometrial funcional, ou seja, semelhante ao endométrio, fora da cavidade uterina. Esses implantes podem ser encontrados em várias regiões da pelve, como os ovários, ligamentos uterossacros, peritônio pélvico e outros órgãos adjacentes. Objetivo: Avaliar a patogênese e o manejo da endometriose. Metodologia: Trata-se de uma revisão bibliográfica que incluiu artigos originais e revisões sistemáticas em inglês e português, que abordaram os aspectos patogênicos e terapêuticos da endometriose, publicados entre 2012 e 2024, selecionados nas bases de dados PubMed, Scopus e SciELO. Após a seleção criteriosa, foram escolhidos 26 artigos para compor esta revisão bibliográfica. Resultados: O entendimento da patogênese da endometriose é essencial, a teoria mais reconhecida é a da menstruação retrógrada, outras teorias incluem a metaplasia celômica e os vestígios müllerianos. A interação inflamatória e angiogênica também é significativa. O manejo pode ser farmacológico ou cirúrgico, sendo que as opções farmacológicas variam desde antiinflamatórios, prostágenos até agonistas do GnRH. O tratamento cirúrgico, preferencialmente laparoscópico, é benéfico para casos de infertilidade, mas a preservação da função ovariana é crucial para mulheres que desejam engravidar. Considerações: A endometriose apresenta uma patogênese complexa com diversas teorias sobre sua origem, incluindo influências genéticas. O manejo envolve opções farmacológicas e cirúrgicas, com foco na redução dos níveis de estrogênio e no controle dos sintomas. Compreender esses mecanismos é crucial para desenvolver terapias mais eficazes e melhorar a qualidade de vida das pacientes.
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Abordagem atual da endometriose: implicações patogênicas e terapêuticas DOI: https://doi.org/10.36557/2674-8169.2024v6n4p1730-1742Palavras-chave: endometriose; patogênese; tratamento; manejo.Resumo Introdução: A endometriose é uma condição caracterizada pela presença ectópica de tecido endometrial funcional, ou seja, semelhante ao endométrio, fora da cavidade uterina. Esses implantes podem ser encontrados em várias regiões da pelve, como os ovários, ligamentos uterossacros, peritônio pélvico e outros órgãos adjacentes. Objetivo: Avaliar a patogênese e o manejo da endometriose. Metodologia: Trata-se de uma revisão bibliográfica que incluiu artigos originais e revisões sistemáticas em inglês e português, que abordaram os aspectos patogênicos e terapêuticos da endometriose, publicados entre 2012 e 2024, selecionados nas bases de dados PubMed, Scopus e SciELO. Após a seleção criteriosa, foram escolhidos 26 artigos para compor esta revisão bibliográfica. Resultados: O entendimento da patogênese da endometriose é essencial, a teoria mais reconhecida é a da menstruação retrógrada, outras teorias incluem a metaplasia celômica e os vestígios müllerianos. A interação inflamatória e angiogênica também é significativa. O manejo pode ser farmacológico ou cirúrgico, sendo que as opções farmacológicas variam desde antiinflamatórios, prostágenos até agonistas do GnRH. O tratamento cirúrgico, preferencialmente laparoscópico, é benéfico para casos de infertilidade, mas a preservação da função ovariana é crucial para mulheres que desejam engravidar. Considerações: A endometriose apresenta uma patogênese complexa com diversas teorias sobre sua origem, incluindo influências genéticas. O manejo envolve opções farmacológicas e cirúrgicas, com foco na redução dos níveis de estrogênio e no controle dos sintomas. Compreender esses mecanismos é crucial para desenvolver terapias mais eficazes e melhorar a qualidade de vida das pacientes. 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