HOSPITALIZAÇÕES POR ENDOMETRIOSE NO SUDESTE BRASILEIRO: DISPARIDADES RACIAIS, FAIXA ETÁRIA E DESAFIOS À EQUIDADE NO SUS.

In: REMUNOM · 2026 · vol. 13(03) , pp. 1–25 · doi:10.66104/mks93p93 · W7138930872
article OA: diamond CC0
AI-generated summary by claude@2026-06, 2026-06-07

This study analyzed 53,105 endometriosis hospitalizations in Southeast Brazil (2015-2024), revealing higher proportional mortality among Black women and significant costs to the SUS, indicating ethnic-racial disparities.

One-sentence paraphrase of the abstract; not a substitute for reading it. No clinical advice. How this works

AI-generated deep summary by claude@2026-06, 2026-06-07

This ecological, descriptive quantitative study analyzed secondary hospitalization data from SIH/DATASUS to characterize endometriosis-related morbidity, mortality, sociodemographic distribution, and SUS financial impact in Southeastern Brazil from 2015 to 2024. Across 53,105 hospitalizations, cases were concentrated in São Paulo and Minas Gerais, and the largest age group was 30 to 49 years, consistent with delayed diagnosis into late reproductive stages; overall mortality was low (0.15) but Black women showed higher proportional lethality (0.11%) than Pardo and White women, alongside total costs exceeding R$ 32.5 million. The study’s major caveat is that it relies on hospitalizations recorded in administrative datasets, which may reflect access to hospital care and coding rather than true disease prevalence. Relevance to endometriosis: the paper directly examines endometriosis-related hospitalizations, disparities, lethality by race, and SUS costs in Southeastern Brazil, making it centrally relevant to endometriosis health-equity challenges.

Read from the paper's body, not the abstract. Not a substitute for reading the paper. No clinical advice. How this works

Abstract

A endometriose é uma patologia inflamatória crônica que afeta órgãos pélvicos e abdominais, podendo causar dores severas e infertilidade. Este estudo objetivou analisar o panorama das hospitalizações por endometriose na Região Sudeste do Brasil entre 2015 e 2024, investigando indicadores de morbimortalidade, distribuição sociodemográfica e o impacto financeiro no Sistema Único de Saúde (SUS). Realizou-se um estudo ecológico, descritivo e quantitativo, com coleta de dados secundários via Sistema de Informações Hospitalares (SIH) do Departamento de Informática do SUS (DATASUS). Os resultados revelaram um total de 53.105 hospitalizações, concentradas majoritariamente nos estados de São Paulo e Minas Gerais. A faixa etária predominante foi de 30 a 49 anos, evidenciando o diagnóstico tardio durante o período reprodutivo avançado. Embora a taxa de mortalidade global tenha sido baixa (0,15), observou-se uma letalidade proporcional superior entre mulheres pretas (0,11%) em comparação às pardas e brancas, sugerindo barreiras estruturais no acesso ao cuidado e subdiagnóstico. O custo total das internações superou R$ 32,5 milhões, refletindo a alta complexidade dos casos que chegam à rede hospitalar. Conclui-se que a endometriose no Sudeste é marcada por desigualdades étnico-raciais e expressivo ônus econômico, demandando políticas públicas que fortaleçam o diagnóstico precoce e a equidade na assistência à saúde da mulher no SUS.

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openalex
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