Achados da endometriose infiltrativa à ressonância magnética

In: Research, Society and Development · 2026 · vol. 15(6) , pp. e7315651259 · doi:10.33448/rsd-v15i6.51259 · W7165487893
article OA: diamond CC0
AI-generated summary by claude@2026-06, 2026-06-23

This integrative literature review analyzed MRI findings of deep infiltrating endometriosis, revealing hypointense T2 lesions, fibrotic nodules, adhesions, and organ compromise, with high concordance between imaging and surgical outcomes.

One-sentence paraphrase of the abstract; not a substitute for reading it. No clinical advice. How this works

AI-generated deep summary by claude@2026-06, 2026-06-23

This integrative literature review analyzed magnetic resonance imaging findings for deep infiltrating pelvic endometriosis, assessing how frequently reported MRI features align with surgical and histopathological observations across studies published between 2015 and 2026 indexed in PubMed. The most common MRI findings reported included hypointense lesions on T2-weighted images, fibrotic nodules, adhesions, anatomical distortion, and involvement of adjacent structures such as the intestine, bladder, and ureters, with high concordance described between imaging and surgical outcomes. A key limitation acknowledged by the review’s design is that it synthesizes heterogeneous prior studies rather than generating new standardized imaging measurements. This paper is centrally about endometriosis — specifically, it reviews MRI findings and their correlation with operative/pathologic assessment in deep infiltrating endometriosis.

Read from the paper's body, not the abstract. Not a substitute for reading the paper. No clinical advice. How this works

Abstract

A endometriose infiltrativa profunda é uma condição caracterizada pela presença de tecido endometrial ectópico com infiltração superior a 5 mm abaixo da superfície peritoneal, frequentemente associada a dor pélvica crônica, infertilidade e comprometimento de órgãos adjacentes. Diante da complexidade diagnóstica e da variabilidade anatômica da doença, a ressonância magnética (RM) tem se consolidado como importante ferramenta na avaliação pré-operatória. O presente estudo tem como objetivo analisar, por meio de uma revisão integrativa da literatura, os principais achados da RM na endometriose infiltrativa, bem como sua correlação com achados cirúrgicos e histopatológicos. A busca foi realizada na base de dados PubMed, incluindo estudos publicados entre 2015 e 2026, que abordassem a utilização da RM na avaliação da doença. Os resultados demonstram que os achados mais frequentes incluem lesões hipointensas em T2, nódulos fibróticos, aderências, distorção anatômica e comprometimento de estruturas como intestino, bexiga e ureteres. Observou-se elevada concordância entre os achados de imagem e os resultados cirúrgicos, reforçando a precisão da RM no mapeamento da doença. Conclui-se que a ressonância magnética é um método fundamental para o diagnóstico e planejamento terapêutico da endometriose infiltrativa profunda, contribuindo para uma abordagem mais precisa e individualizada.

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openalex
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