Revisão de literatura sobre a menopausa em mulheres com diagnóstico de endometriose pélvica

In: Brazilian Journal of Health Review · 2025 · vol. 8(1) , pp. e76516 · doi:10.34119/bjhrv8n1-052 · W4406161700
article OA: diamond CC0
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This literature review examines the influence of pelvic endometriosis on menopausal transition, focusing on estradiol levels, diagnostic methods, surgical treatment, and hormonal therapy.

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This literature review examines menopause and its clinical implications in women with a diagnosis of pelvic endometriosis, describing endometriosis as ectopic endometrial tissue outside the uterine cavity and linking lesion activity to serum estradiol concentrations using the estrogen threshold hypothesis. It summarizes diagnostic approaches (with histopathology as the gold standard, but also imaging such as MRI or transvaginal ultrasound with bowel preparation) and discusses treatment patterns, noting that recurrence within 12 months can occur in up to 50% of cases and may be reduced by complementary hormonal therapy after surgery. The review also addresses how the menopause transition involves declining follicle quantity and quality with menstrual irregularity and lower estradiol, while hormone treatments can induce amenorrhea and complicate determining menopause even with vasomotor symptoms, and that conservative ovarian surgery may reduce ovarian reserve. This paper is centrally about endometriosis — it specifically reviews how pelvic endometriosis relates to menopause transition, diagnosis, and treatment considerations, and whether endometriosis influences the timing of menopausal change.

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Abstract

A endometriose pélvica é caracterizada pela presença de focos ativos ou tecido endometrial (células glandulares e estroma) fora de sua cavidade, que acomete 10% da população feminina. Segundo, Barbieri, concentrações séricas de estradiol menores que 20pg/ml promovem atrofia das lesões endometrióticas, assim como, valores superiores a 100pg/ml ocorrem ativação das lesões. O diagnóstico padrão-ouro é o anatomo-patológico, porém, atualmente, se aceitam os métodos por imagem como a ressonância magnética ou da ultrassonografia pélvica transvaginal com preparo intestinal para o diagnóstico. O tratamento deve ser preferencialmente cirúrgico, porém, voltado para o desejo reprodutivo da paciente, onde a taxa de recidiva após 12 meses pode ocorrer em 50% dos casos. Para diminuir a recidiva, devemos realizar o tratamento complementar com hormônios combinados ou somente contendo progestagênios após a intervenção cirúrgica. Na transição menopausal, o declínio da quantidade e qualidade dos folículos é caracterizada por irregularidade do ciclo menstrual com diminuição dos níveis de estradiol. Muitos tratamentos hormonais levam a amenorreia e dificultam o diagnóstico da menopausa, mesmo na presença de sintomas vasomotores. As cirúrgias ovarianas conservadoras também podem culminar com perdas da reserva folicular. A menopausa fisiológica ocorre por volta dos 50 anos de idade entre mulheres de países desenvolvidos, sendo que, e ainda não existe uma determinação muito bem esclarecida sobre a influência da endometriose pélvica sobre a mudança dessa cronologia.
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Revisão de literatura sobre a menopausa em mulheres com diagnóstico de endometriose pélvica DOI: https://doi.org/10.34119/bjhrv8n1-052Keywords: endometriose, menopausa, tratamento clínico, tratamento cirúrgicoAbstract A endometriose pélvica é caracterizada pela presença de focos ativos ou tecido endometrial (células glandulares e estroma) fora de sua cavidade, que acomete 10% da população feminina. Segundo, Barbieri, concentrações séricas de estradiol menores que 20pg/ml promovem atrofia das lesões endometrióticas, assim como, valores superiores a 100pg/ml ocorrem ativação das lesões. O diagnóstico padrão-ouro é o anatomo-patológico, porém, atualmente, se aceitam os métodos por imagem como a ressonância magnética ou da ultrassonografia pélvica transvaginal com preparo intestinal para o diagnóstico. O tratamento deve ser preferencialmente cirúrgico, porém, voltado para o desejo reprodutivo da paciente, onde a taxa de recidiva após 12 meses pode ocorrer em 50% dos casos. Para diminuir a recidiva, devemos realizar o tratamento complementar com hormônios combinados ou somente contendo progestagênios após a intervenção cirúrgica. Na transição menopausal, o declínio da quantidade e qualidade dos folículos é caracterizada por irregularidade do ciclo menstrual com diminuição dos níveis de estradiol. Muitos tratamentos hormonais levam a amenorreia e dificultam o diagnóstico da menopausa, mesmo na presença de sintomas vasomotores. As cirúrgias ovarianas conservadoras também podem culminar com perdas da reserva folicular. A menopausa fisiológica ocorre por volta dos 50 anos de idade entre mulheres de países desenvolvidos, sendo que, e ainda não existe uma determinação muito bem esclarecida sobre a influência da endometriose pélvica sobre a mudança dessa cronologia. References GIUDICE, L. C.; KAO, L. C. Endometriosis. Lancet, v. 364, n. 9447, p. 1789–1799, 2004. SMOLARZ, B.; SZYŁŁO, K.; ROMANOWICZ, H. 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