{"paper_id":"a003b563-b474-4c27-a512-c8dfe70d627b","body_text":"Revisão de literatura sobre a menopausa em mulheres com diagnóstico de endometriose pélvica\nDOI:\nhttps://doi.org/10.34119/bjhrv8n1-052Keywords:\nendometriose, menopausa, tratamento clínico, tratamento cirúrgicoAbstract\nA endometriose pélvica é caracterizada pela presença de focos ativos ou tecido endometrial (células glandulares e estroma) fora de sua cavidade, que acomete 10% da população feminina. Segundo, Barbieri, concentrações séricas de estradiol menores que 20pg/ml promovem atrofia das lesões endometrióticas, assim como, valores superiores a 100pg/ml ocorrem ativação das lesões. O diagnóstico padrão-ouro é o anatomo-patológico, porém, atualmente, se aceitam os métodos por imagem como a ressonância magnética ou da ultrassonografia pélvica transvaginal com preparo intestinal para o diagnóstico. O tratamento deve ser preferencialmente cirúrgico, porém, voltado para o desejo reprodutivo da paciente, onde a taxa de recidiva após 12 meses pode ocorrer em 50% dos casos. Para diminuir a recidiva, devemos realizar o tratamento complementar com hormônios combinados ou somente contendo progestagênios após a intervenção cirúrgica. Na transição menopausal, o declínio da quantidade e qualidade dos folículos é caracterizada por irregularidade do ciclo menstrual com diminuição dos níveis de estradiol. Muitos tratamentos hormonais levam a amenorreia e dificultam o diagnóstico da menopausa, mesmo na presença de sintomas vasomotores. As cirúrgias ovarianas conservadoras também podem culminar com perdas da reserva folicular. A menopausa fisiológica ocorre por volta dos 50 anos de idade entre mulheres de países desenvolvidos, sendo que, e ainda não existe uma determinação muito bem esclarecida sobre a influência da endometriose pélvica sobre a mudança dessa cronologia.\nReferences\nGIUDICE, L. 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