Novas perspectivas para o tratamento da endometriose

In: Revista Eletrônica Acervo Médico · 2024 · vol. 24 , pp. e16056 · doi:10.25248/reamed.e16056.2024 · W4392767180
article OA: diamond CC0
AI-generated summary by claude@2026-06, 2026-06-07

This review examines endometriosis pathophysiology, diagnosis, and treatments, highlighting its impact on women's lives and the need for new research on its pathogenesis and non-hormonal therapies.

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This narrative literature review examines the pathophysiology, diagnosis, current treatments, and quality-of-life impact of endometriosis, describing that it affects about 10–15% of women of reproductive age worldwide (estimated 176 million cases) and is characterized by progressive, estrogen-dependent cellular growth. It summarizes how diagnostic approaches have shifted toward non-surgical methods, and it highlights chronic pelvic pain as a major symptom with both cyclic and non-cyclic patterns, alongside associations with infertility (20–68% among infertile patients) and multisystem/organ involvement requiring multidisciplinary symptomatic management. The review explicitly notes that endometriosis lacks a well-established cause and does not have a curative treatment, emphasizing the need for further research to clarify pathogenesis, develop definitive noninvasive diagnostic techniques, and advance hormone-free treatment options—especially for women who want to conceive. This paper is centrally about endometriosis — it reviews current understanding and emerging directions for diagnosis and treatment.

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Abstract

Objetivo: Revisar na literatura a fisiopatologia, o diagnóstico e os tratamentos atuais para endometriose, assim como o impacto da doença no cotidiano das mulheres acometidas. Revisão bibliográfica: A endometriose, caracterizada por crescimento celular progressivo e dependência estrogênica, afeta cerca de 10-15% das mulheres em idade reprodutiva, com uma prevalência global estimada em 176 milhões de casos, é caracterizada por crescimento celular progressivo e dependência estrogênica. O diagnóstico evoluiu para métodos não cirúrgicos, buscando acelerar o tratamento, enquanto a dor crônica, principal sintoma, impacta no absenteísmo ao trabalho e no impacto econômico, manifestando-se de forma cíclica ou não cíclica. Além de estar associada à infertilidade (20-68% das pacientes inférteis), a complexidade da endometriose afeta diversos sistemas e órgãos, demandando uma abordagem multidisciplinar para controle sintomático. Considerações finais: A endometriose, uma condição complexa comum, pode causar angústia significativa, resultando em dores pélvicas crônicas, infertilidade ou afetando órgãos específicos. Essa doença carece de uma causa estabelecida e de um tratamento curativo, evidenciando a necessidade de novas pesquisas para compreender sua patogênese, desenvolver técnicas diagnósticas não invasivas definitivas e orientar tratamentos sem hormônios, especialmente para mulheres que desejam engravidar.
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Novas perspectivas para o tratamento da endometriose ##plugins.themes.bootstrap3.article.main## Resumo Objetivo: Revisar na literatura a fisiopatologia, o diagnóstico e os tratamentos atuais para endometriose, assim como o impacto da doença no cotidiano das mulheres acometidas. Revisão bibliográfica: A endometriose, caracterizada por crescimento celular progressivo e dependência estrogênica, afeta cerca de 10-15% das mulheres em idade reprodutiva, com uma prevalência global estimada em 176 milhões de casos, é caracterizada por crescimento celular progressivo e dependência estrogênica. O diagnóstico evoluiu para métodos não cirúrgicos, buscando acelerar o tratamento, enquanto a dor crônica, principal sintoma, impacta no absenteísmo ao trabalho e no impacto econômico, manifestando-se de forma cíclica ou não cíclica. Além de estar associada à infertilidade (20-68% das pacientes inférteis), a complexidade da endometriose afeta diversos sistemas e órgãos, demandando uma abordagem multidisciplinar para controle sintomático. Considerações finais: A endometriose, uma condição complexa comum, pode causar angústia significativa, resultando em dores pélvicas crônicas, infertilidade ou afetando órgãos específicos. Essa doença carece de uma causa estabelecida e de um tratamento curativo, evidenciando a necessidade de novas pesquisas para compreender sua patogênese, desenvolver técnicas diagnósticas não invasivas definitivas e orientar tratamentos sem hormônios, especialmente para mulheres que desejam engravidar. ##plugins.themes.bootstrap3.article.details## Copyright © | Todos os direitos reservados. A revista detém os direitos autorais exclusivos de publicação deste artigo nos termos da lei 9610/98. Reprodução parcial É livre o uso de partes do texto, figuras e questionário do artigo, sendo obrigatória a citação dos autores e revista. Reprodução total É expressamente proibida, devendo ser autorizada pela revista. Referências 2. BECKER CM, et al. ESHRE guideline: endometriosis. Human Reproduction Open, 2022. 3. CARNEIRO MM, et al. Intestinal Perforation due to deep infiltrating endometriosis during pregnancy: case report. Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia, 2018; 40: 235-238. 4. DA SILVA MCL, et al. Correlation of the three-dimensional ultrasound findings with pathology in patients with deep pelvic infiltrating endometriosis submitted to surgery. Journal of Coloproctology, 2016. 5. GREEN IC, et al. Persistent Pelvic Pain in Patients With Endometriosis. Clinical Obstetrics and Gynecology, 2022; 65 (4):775-785. 6. JENSEN JT, et al. Use of combined hormonal contraceptives for the treatment of endometriosis-related pain: a systematic review of the evidence. Fertility and Sterility, 2018; 110 (1):137-152. 7. KONDO W, et al. Associação entre endometrioma ovariano e endometriose profunda infiltrativa.Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia, 2012; 34 (9):420-424. 8. KONDO W, et al. Endometriose profunda infiltrativa: distribuição anatômica e tratamento cirúrgico. Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia, 2012; 34 (6):278-284. 9. KONINCKX PR, et al. The epidemiology of endometriosis is poorly known as the pathophysiology and diagnosis are unclear. Best Practice e Research Clinical Obstetrics e Gynaecology, 2021; 71: 14-26. 10. KONINCKX PR, et al.Pathogenesis Based Diagnosis and Treatment of Endometriosis. Best Practice e Research Clinical Obstetrics e Gynaecology, 2021. 11. NIJS C, et al. Nociplastic Pain Criteria or Recognition of Central Sensitization? Pain Phenotyping in the Past, Present and Future. Journal of Clinical Medicine, 2021; 10 (15):3203. 12. ROCHA AM, et al. Late Impact of The Laparoscopic Treatment of Deep Infiltrating Endometriosis With Segmental Colorectal Resection. ABCD Arq Bras Cir Dig, 2018; 31 (4): e1406. 13. SINGH S, et al. Prevalence, Symptomatic Burden, and Diagnosis of Endometriosis in Canada: Cross- Sectional Survey of 30 000 Women. Journal of Obstetrics and Gynecology Canada, 2020; 42 (7): 829-838. 14. SHAFIR AL, et al. Risk for and consequences of endometriosis: a critical epidemiologic review. Best Practice e Research Clinical Obstetrics e Gynaecology, 2018; 51: 1-15. 15. TOMASSETI C, et al. An International Terminology for Endometriosis. The Journal of Minimally Invasive Gynecology, 2021; 28: 1849-1859. 16. VILASAGAR S, et al. A practical Guide to the Clinical Evaluation of Endometriosis-Associated Pelvic Pein. The Journal of Minimally Invasive Gynecology, 2020; 27 (2):270-279. 17. ZONDERVAN K T, et al. Endometriosis. Nature Reviews Disease Primers, 2018; 9. 18. ZONDERVAN K T, et al. Endometriosis. The England Journal of Medicine, 2020; 382.

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