Dor pélvica e achados indiretos da endometriose na ecografia pélvica: Uma correlação estatística

In: Research, Society and Development · 2021 · vol. 10(8) , pp. e49210817709 · doi:10.33448/rsd-v10i8.17709 · W3185758675
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AI-generated summary by claude@2026-06, 2026-06-07

This study found that ultrasound detected indirect signs suggestive of endometriosis in 79 out of 87 women presenting with chronic pelvic pain.

One-sentence paraphrase of the abstract; not a substitute for reading it. No clinical advice. How this works

AI-generated deep summary by claude@2026-06, 2026-06-07

The paper studied the prevalence of women presenting chronic pelvic pain and the proportion with pelvic ultrasound findings suggestive of endometriosis, along with the most frequent ultrasound changes and their stratification by age, using retrospective documentary data from a private clinic (Clínica Valle Imagem) in Itaporanga, Brazil. Among 87 women with pelvic pain signs such as chronic pelvic pain, dyspareunia, and infertility, 79 showed ultrasound changes suggestive of endometriosis/adenomyosis. The authors note a key limitation that ultrasound is not the best diagnostic method for endometriosis compared with MRI and laparoscopy, and the conclusion emphasizes ultrasound’s practicality rather than definitive diagnosis. This paper is centrally about endometriosis — it evaluates the statistical correlation between pelvic pain and indirect ultrasound findings suggestive of endometriosis (and mentions adenomyosis in the clinical sign context).

Read from the paper's body, not the abstract. Not a substitute for reading the paper. No clinical advice. How this works

Abstract

Objetivo: Identificar a prevalência de mulheres com dor pélvica, quantas têm achados que sugerem endometriose na USG e os achados de endometriose mais frequentes e estratificação da prevalência dessas alterações ecográficas pela faixa etária. Metodologia: Trata-se uma pesquisa documental e que avalia a prevalência de quantas mulheres com dor pélvica crônica tem achados indiretos de endometriose na ecografia, possuindo, dessa forma, uma abordagem quantitativa. Tendo como local de estudo uma clínica particular chamada Clínica Valle Imagem na cidade de Itaporanga – Paraíba, contemplando a população de 87 mulheres com dor pélvica. Os instrumentos de coletas foram dados de laudos e prontuários médicos dos exames de ultrassonografia das pacientes com dor pélvica. Resultados: Foi observado que as 87 mulheres que apresentavam sinais clínicos de endometriose/adenomiose como dor pélvica crônica, dispareunia e infertilidade, 79 apresentavam alterações na ecografia que sugeriam endometriose. Conclusão: Embora a USG não seja o melhor método de diagnóstico de endometriose, já que a RM e laparoscopia são as de primeira escolha, a USG é sim um método útil para avaliação de pacientes com dor pélvica crônica pela sua disponibilidade, baixo custo e ser um método inócuo e pouco invasivo.

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openalex
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