A RELAÇÃO ENTRE A ENDOMETRIOSE E A INFERTILIDADE FEMININA

In: Brazilian Journal of Implantology and Health Sciences · 2024 · vol. 6(2) , pp. 502–512 · doi:10.36557/2674-8169.2024v6n2p502-512 · W4391563576
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This review found a substantial correlation between endometriosis severity and infertility, noting that therapeutic interventions like surgery and IVF improved conception rates in affected women.

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O artigo revisa a relação entre endometriose e infertilidade feminina, definindo infertilidade como incapacidade de conceber após 12 meses de relações regulares e descrevendo a endometriose como condição estrogênio-dependente associada à dificuldade de engravidar. A análise, baseada em busca em bases como BDENF, SciELO, PubMed e LILACS, discute como diferentes formas de endometriose (lesões peritoneais, endometrioma ovariano e endometriose profunda) podem prejudicar a saúde reprodutiva por meio de distorções anatômicas, disfunções endócrinas e imunológicas, e relata que há correlação entre gravidade e taxas de infertilidade, além de melhorias de concepção associadas a cirurgias laparoscópicas e fertilização in vitro. Como limitação, o texto caracteriza-se como revisão narrativa/de literatura, sem apresentar dados originais ou delineamento comparativo padronizado para estabelecer causalidade. Este artigo é central sobre endometriose — especificamente, a relação entre endometriose e infertilidade feminina.

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Abstract

A endometriose e a infertilidade feminina estão interligadas de maneira complexa. A infertilidade é definida como a incapacidade de conceber após doze meses de relações sexuais regulares, e a endometriose, uma condição estrogênio-dependente, apresenta associação bem estabelecida com a dificuldade de engravidar. Embora a causa exata e a relação de causa e efeito permaneçam controversas, a endometriose afeta a fertilidade de várias maneiras. Lesões peritoneais, ovário endometrioma e endometriose profunda influenciam negativamente na saúde reprodutiva, podendo levar a distorções anatômicas, disfunções endócrinas e imunológica. Identificar os fatores da endometriose com o acometimento da infertilidade feminina. A coleta de dados, esta foi conduzida por meio dos bancos de dados: Base de Dados em Enfermagem (BDENF), Scientific Electronic Library Online (SCIELO), PubMed, Literatura Latino-Americana do Caribe em Ciências da Saúde (LILACS). Foram consultados diversos tipos de publicações, incluindo artigos científicos, monografias e revistas, com o objetivo de obter informações relevantes sobre o tema. Os resultados revelaram uma correlação substancial entre a gravidade da endometriose e as taxas de infertilidade, destacando a importância da detecção precoce e do manejo adequado. Além disso, intervenções terapêuticas, como cirurgias laparoscópicas e tratamentos de fertilização in vitro, foram associadas a melhorias nas taxas de concepção. A discussão enfatiza a necessidade de abordagens multidisciplinares, integrando a ginecologia e a reprodução assistida, para otimizar os resultados reprodutivos em mulheres com endometriose. Em síntese, a endometriose apresenta-se como um fator significativo na ocorrência de infertilidade feminina, impactando negativamente a concepção. A compreensão dessa relação é crucial para orientar abordagens clínicas e estratégias de tratamento, visando melhorar as chances de gestação em mulheres afetadas por essa condição.
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A RELAÇÃO ENTRE A ENDOMETRIOSE E A INFERTILIDADE FEMININA DOI: https://doi.org/10.36557/2674-8169.2024v6n2p502-512Palavras-chave: Endometriose; Diagnóstico; Infertilidade.Resumo A endometriose e a infertilidade feminina estão interligadas de maneira complexa. A infertilidade é definida como a incapacidade de conceber após doze meses de relações sexuais regulares, e a endometriose, uma condição estrogênio-dependente, apresenta associação bem estabelecida com a dificuldade de engravidar. Embora a causa exata e a relação de causa e efeito permaneçam controversas, a endometriose afeta a fertilidade de várias maneiras. Lesões peritoneais, ovário endometrioma e endometriose profunda influenciam negativamente na saúde reprodutiva, podendo levar a distorções anatômicas, disfunções endócrinas e imunológica. Identificar os fatores da endometriose com o acometimento da infertilidade feminina. A coleta de dados, esta foi conduzida por meio dos bancos de dados: Base de Dados em Enfermagem (BDENF), Scientific Electronic Library Online (SCIELO), PubMed, Literatura Latino-Americana do Caribe em Ciências da Saúde (LILACS). Foram consultados diversos tipos de publicações, incluindo artigos científicos, monografias e revistas, com o objetivo de obter informações relevantes sobre o tema. Os resultados revelaram uma correlação substancial entre a gravidade da endometriose e as taxas de infertilidade, destacando a importância da detecção precoce e do manejo adequado. Além disso, intervenções terapêuticas, como cirurgias laparoscópicas e tratamentos de fertilização in vitro, foram associadas a melhorias nas taxas de concepção. A discussão enfatiza a necessidade de abordagens multidisciplinares, integrando a ginecologia e a reprodução assistida, para otimizar os resultados reprodutivos em mulheres com endometriose. Em síntese, a endometriose apresenta-se como um fator significativo na ocorrência de infertilidade feminina, impactando negativamente a concepção. A compreensão dessa relação é crucial para orientar abordagens clínicas e estratégias de tratamento, visando melhorar as chances de gestação em mulheres afetadas por essa condição. Downloads Referências Borghese, B., et al. Recent insights on the genetics and epigenetics of endometriosis. Clinical genetics,v.91, n.2, p. 254-264, 2017. Donatti, L., et al. Pacientes com endometriose que utilizam estratégias positivas de enfrentamento apresentam menos depressão, estresse e dor pélvica.Einstein (São Paulo),v.15, n.1, p.65-70, 2017. DUARTE, A.N. A ASSOCIAÇÃO ENTRE ENDOMETRIOSE E INFERTILIDADE FEMININA: UMA REVISÃO DE LITERATURA. Acta Elit Salutis- AES, [S. l.], v. 4, n. 1, p. 1208-2675, 12 fev. 2021. Duccine, E. C., et al. Endometriose: uma causa da infertilidade feminina e seu tratamento. Revista Caderno de Medicina, v.2, n.2, 2019. 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