Escore embrionário graduado em embriões de mulheres inférteis com e sem endometriose peritoneal

In: instacron:UFRGS · 2021 · W3207913317
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This study compared the embryo quality and reproductive outcomes of infertile women with and without peritoneal endometriosis undergoing IVF, finding no significant differences in embryo quality scores, fertilization, implantation, or pregnancy rates.

One-sentence paraphrase of the abstract; not a substitute for reading it. No clinical advice. How this works

Abstract

Objetivo: Determinar a qualidade do embrião (média de escore embrionário graduado [EEG]) em pacientes inférteis com endometriose submetidas à fertilização in vitro com transferência de embrião (FIV-TE) em comparação com pacientes inférteis sem endometriose. Métodos: Realizamos um estudo de caso-controle comparando 706 embriões (162 pacientes) divididos em dois grupos: 472 embriões derivados de pacientes sem endometriose (n = 109, pacientes inférteis com infertilidade tubária) e 234 embriões de pacientes do grupo de estudo (n = 53, inférteis pacientes com endometriose peritoneal). Todos os pacientes foram submetidos à fertilização in vitro usando um protocolo follicle-stimulating hormone (FSH) recombinante de estradiol-antagonista para estimulação ovariana. A média do EEG foi realizada para avaliar todos os embriões em três momentos: de 16 a 18 horas, 25 a 27 horas e 64 a 67 horas. A avaliação embrionária foi realizada de acordo com os seguintes parâmetros: fragmentação, alinhamento nucleolar, aposição do corpo polar, número de blastômeros/morfologia e simetria. A medida de desfecho primário foi o escore médios embrionário (EEG). Também avaliamos como desfechos secundários as taxas de fertilização, implantação e gravidez. Resultados: Embora o número de embriões transferidos tenha sido maior em pacientes com endometriose do que no grupo controle (2,38 +- 0,66 versus 2,15 +- 0,54; p = 0,001), o EEG médio foi semelhante nos dois grupos (71 +- 19,8 versus 71,9 +- 23,5; p = 0,881). Da mesma forma, a taxa de fertilização foi semelhante em todos os grupos, sendo 61% nos pacientes com endometriose e 59% no grupo controle (p = 0,511). Não foram observadas diferenças significativas nas taxas de implantação (21% versus 22%; [p = 0,989]) e nas taxas de gravidez (26,4% versus 28,4%; p = 0,989). Conclusão: A qualidade embrionária medida pelo EEG médio não foi influenciada pela endometriose peritoneal. Da mesma forma, os resultados reprodutivos avaliados foram semelhantes entre pacientes inférteis com e sem endometriose.

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openalex
last seen: 2026-06-10T17:14:06.276822+00:00
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