ENDOMETRIOSE NO BRASIL: INTERNAÇÕES, PERMANÊNCIA E CUSTOS POR FAIXA ETÁRIA

In: Revista Ibero-Americana de Humanidades, Ciências e Educação · 2026 · vol. 12(4) , pp. 1–9 · doi:10.51891/rease.v12i4.25474 · W7151982622
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This ecological study analyzed hospitalization profiles for endometriosis in Brazil from 2015 to 2024 using secondary data from the Brazilian Unified Health System. The researchers examined admission numbers, average length of stay, and costs across different age groups, focusing on women aged 20 to 59 years with ICD-10 code N80. Results indicated over 110,000 admissions, with the highest prevalence among women aged 40 to 49 years, who also incurred the highest average hospitalization costs. This paper is centrally about endometriosis — specifically analyzing its epidemiological burden, hospitalization rates, and economic impact within the Brazilian public health system.

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Abstract

Objetivo: analisar o perfil das internações por endometriose no Brasil, segundo faixa etária, entre 2015 e 2024, com ênfase no número de internações, na média de permanência hospitalar e no valor médio de internação. Método: estudo ecológico, retrospectivo e descritivo, com abordagem quantitativa, realizado com dados secundários de domínio público do Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde (DATASUS), por meio do Sistema de Informações Hospitalares do Sistema Único de Saúde (SIH/SUS). Foram incluídas as internações por endometriose, classificadas na categoria N80 da Classificação Internacional de Doenças, 10ª revisão (CID-10), em mulheres de 20 a 59 anos. Resultados: registraram-se 110.270 internações no período analisado, com predomínio entre mulheres em idade fértil, especialmente nas faixas de 40 a 49 anos, com 52.952 casos (48,02%), e de 30 a 39 anos, com 30.575 (27,73%). A média de permanência hospitalar variou de 2,11 a 2,47 dias, sendo maior entre 30 e 39 anos. O maior valor médio de internação foi observado entre 40 e 49 anos (R$ 939,19). Conclusão: a endometriose apresentou relevante carga hospitalar no SUS, sobretudo entre mulheres em idade reprodutiva, evidenciando importante impacto assistencial e econômico.
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ENDOMETRIOSE NO BRASIL: INTERNAÇÕES, PERMANÊNCIA E CUSTOS POR FAIXA ETÁRIA DOI: https://doi.org/10.51891/rease.v12i4.25474Palavras-chave: Endometriose. Hospitalização. Epidemiologia.Resumo Objetivo: analisar o perfil das internações por endometriose no Brasil, segundo faixa etária, entre 2015 e 2024, com ênfase no número de internações, na média de permanência hospitalar e no valor médio de internação. Método: estudo ecológico, retrospectivo e descritivo, com abordagem quantitativa, realizado com dados secundários de domínio público do Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde (DATASUS), por meio do Sistema de Informações Hospitalares do Sistema Único de Saúde (SIH/SUS). Foram incluídas as internações por endometriose, classificadas na categoria N80 da Classificação Internacional de Doenças, 10ª revisão (CID-10), em mulheres de 20 a 59 anos. Resultados: registraram-se 110.270 internações no período analisado, com predomínio entre mulheres em idade fértil, especialmente nas faixas de 40 a 49 anos, com 52.952 casos (48,02%), e de 30 a 39 anos, com 30.575 (27,73%). A média de permanência hospitalar variou de 2,11 a 2,47 dias, sendo maior entre 30 e 39 anos. O maior valor médio de internação foi observado entre 40 e 49 anos (R$ 939,19). Conclusão: a endometriose apresentou relevante carga hospitalar no SUS, sobretudo entre mulheres em idade reprodutiva, evidenciando importante impacto assistencial e econômico. Downloads Downloads Publicado Como Citar Edição Seção Categorias Licença Atribuição CC BY

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