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by gemini-2.5-flash-lite, 2026-08-09
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This study profiled the transcriptome and proteome of menstrual blood-derived stem cells from women with endometriosis, identifying dysregulated pathways involved in angiogenesis, cell migration, and inflammation, with specific genes and proteins implicated in the disease's etiology.
Abstract
Dada a importância do sangue menstrual na patogênese da endometriose e os papéis multifuncionais das células-tronco menstruais (MenSCs) na medicina regenerativa, como fonte não invasiva para futuras aplicações clínicas, este tema tem ganhado destaque na comunidade científica e no contexto da endometriose. Revisões recentes acentuam a importância da era \\"ômica\\" para a endometriose e destacam quão poderosa é a avaliação integrada desses dados. Até onde sabemos, nenhum estudo utilizou as abordagens multi-ômicas em células-tronco mesenquimais derivadas do sangue menstrual na condição de endometriose. Aqui, descrevemos o perfil do transcriptoma e do proteoma dessas células progenitoras, destacando as vias de sinalização desreguladas (sinalização PI3K via AKT para mTORC1, sinalização mTORC1, sinalização TNFA via NFkB, sinalização IL6 STAT3 durante a resposta de fase aguda, sinalização TGF beta e hipóxia via alvos de HIF1A) que modulam os processos biológicos envolvidos na angiogênese, proliferação, migração celular e resposta inflamatória. Além disso, destacamos os genes ATF3, ID1, ID3, FOSB, SNAI1, NR4A1, EGR1, LAMC3 e ZFP36 e as proteínas MT2A, TYMP, COL1A1, COL6A2 e NID2 que, quando desequilibrados, podem desempenhar um papel essencial na etiopatogenia da endometriose. Esses desbalanços sugerem que o microambiente endometrial inflamatório crônico pode modular essas células e desta forma, oferecer oportunidades para a etiopatogenia da doença. Nossos resultados são importantes para identificar desafios e oportunidades para pesquisas futuras e alavancar o conhecimento em medicina regenerativa e de precisão na doença.
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PENARIOL, L.B.C. Análise do transcriptoma e proteoma de células -tronco
mesenquimais derivadas do fluxo menstrual de mulheres com endometriose. 2022. 94p.
Dissertação (Mestrado) – Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto, Universidade de São
Paulo, 2022.
Dada a importância do sangue menstrual na patogênese da endometriose e os papéis
multifuncionais das células-tronco menstruais (MenSCs) na medicina regenerativa, como
fonte não invasiva para futuras aplicações clínicas, este tema tem ganhado destaque na
comunidade científica e no contexto da endometriose. Revisões recentes acentuam a
importância da era “ômica” para a endometriose e destacam quão poderosa é a avaliação
integrada desses dados. Até onde sabemos, nenhum estudo utilizou as abordagens
multi ômicas em células -tronco mesenquimais derivadas do sangue menstrual na
condição de endometriose. Aqui, descrevemos o perfil do transcriptoma e do proteoma
dessas células progenitoras, destacando as vias de sinalização desreguladas (sinalização
PI3K via AKT para mTORC1, sinalização mTORC1, sinalização TNFA via NFkB,
sinalização IL6 STAT3 durante a resposta de fase aguda, sinalização TGF beta e hipóxia
via alvos de HIF1A) que modulam os processos biológicos envolvidos na angiogênese,
proliferação, migração celular e resposta inflamatória. Além disso, destacamos os genes
ATF3, ID1, ID3, FOSB, SNAI1, NR4A1, EGR1, LAMC3 e ZFP36 e as proteínas MT2A,
TYMP, COL1A1, COL6A2 e NID2 que, quando desequilibrados, podem desempenhar
um papel essencial na etiopatogenia da endometriose. Esses desbalanços sugerem que o
microambiente endometrial inflamatório crônico pode modular essas células e desta
forma, oferecer oportunidades para a etiopatogenia da doença. Nossos resultad os são
importantes para identificar desafios e oportunidades para pesquisas futuras e alavancar
o conhecimento em medicina regenerativa e de precisão na doença.
Palavras-chave: endometriose; multi -ômicas; perfil de expressão; sangue menstrual;
MenSCs
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