CORRELAÇÃO DA ENDOMETRIOSE NO POTENCIAL DA INFERTILIDADE NA SAÚDE REPRODUTIVA DA MULHER

In: REVISTA FOCO · 2025 · vol. 18(10) , pp. e10145 · doi:10.54751/revistafoco.v18n10-191 · W4415704965
article OA: diamond CC0
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This review correlates endometriosis with female infertility, finding that hormonal imbalance, inflammation, genetic and epigenetic factors contribute to the disease, and early detection is crucial.

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O artigo busca, por meio de uma revisão bibliográfica narrativa (2020–2025) de artigos, livros e fontes governamentais, descrever como a endometriose impacta a saúde reprodutiva feminina e se correlaciona com a infertilidade. A síntese aponta que, além do desequilíbrio hormonal e de uma resposta inflamatória exacerbada, fatores genéticos, epigenéticos e ambientais contribuem para a predisposição, e que a teoria da menstruação retrógrada, embora relevante, não explica isoladamente o desenvolvimento da doença; como limitações, trata-se de uma revisão narrativa e não uma revisão sistemática. Também destaca que diagnósticos tardios são comuns, inclusive em mulheres de 40 a 49 anos, o que é usado para justificar a necessidade de detecção precoce. This paper is centrally about endometriosis — it focuses on describing how endometriosis affects female reproductive health and relates to infertility.

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Abstract

A endometriose é uma condição ginecológica que atinge aproximadamente 190 milhões de mulheres mundialmente, o que a torna uma questão de saúde pública. A compreensão de sua fisiopatologia ainda é um desafio para a medicina, a explicação mais aceita é a da teoria da menstruação retrógrada, porém, esta possui limitações, logo que a MR ocorre em mulheres sem endometriose, sugerindo que fatores adicionais estão envolvidos, incluindo processos inflamatórios, imunológicos, genéticos e ambientais. Além disso, a endometriose implica na saúde reprodutiva feminina, onde 30% a 50% das diagnosticadas apresentam dificuldades para engravidar. O presente artigo visa descrever os impactos da endometriose na saúde reprodutiva da mulher, evidenciando a sua influência na infertilidade feminina. Para isto, realizou-se uma revisão bibliográfica narrativa de publicações de 2020 a 2025, consultando artigos, livros e sites governamentais, com busca realizada no Google Acadêmico e PubMed, utilizando descritores em português e inglês relacionados à endometriose, infertilidade e saúde reprodutiva. Os resultados indicam que, além do desequilíbrio hormonal e da resposta inflamatória exacerbada, variantes genéticas e fatores epigenéticos aumentam a predisposição à doença, enquanto a teoria da MR, embora relevante, isoladamente não explica seu desenvolvimento. Observou-se ainda que diagnósticos tardios são comuns, especialmente em mulheres entre 40 e 49 anos, reforçando a necessidade de estratégias de detecção precoce. Desse modo, a compreensão integrada desses mecanismos é essencial para a adoção de diagnósticos precoces e abordagens terapêuticas personalizadas, capazes de reduzir os impactos da doença e promover melhor qualidade de vida às pacientes.
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Resumo A endometriose é uma condição ginecológica que atinge aproximadamente 190 milhões de mulheres mundialmente, o que a torna uma questão de saúde pública. A compreensão de sua fisiopatologia ainda é um desafio para a medicina, a explicação mais aceita é a da teoria da menstruação retrógrada, porém, esta possui limitações, logo que a MR ocorre em mulheres sem endometriose, sugerindo que fatores adicionais estão envolvidos, incluindo processos inflamatórios, imunológicos, genéticos e ambientais. Além disso, a endometriose implica na saúde reprodutiva feminina, onde 30% a 50% das diagnosticadas apresentam dificuldades para engravidar. O presente artigo visa descrever os impactos da endometriose na saúde reprodutiva da mulher, evidenciando a sua influência na infertilidade feminina. Para isto, realizou-se uma revisão bibliográfica narrativa de publicações de 2020 a 2025, consultando artigos, livros e sites governamentais, com busca realizada no Google Acadêmico e PubMed, utilizando descritores em português e inglês relacionados à endometriose, infertilidade e saúde reprodutiva. Os resultados indicam que, além do desequilíbrio hormonal e da resposta inflamatória exacerbada, variantes genéticas e fatores epigenéticos aumentam a predisposição à doença, enquanto a teoria da MR, embora relevante, isoladamente não explica seu desenvolvimento. Observou-se ainda que diagnósticos tardios são comuns, especialmente em mulheres entre 40 e 49 anos, reforçando a necessidade de estratégias de detecção precoce. Desse modo, a compreensão integrada desses mecanismos é essencial para a adoção de diagnósticos precoces e abordagens terapêuticas personalizadas, capazes de reduzir os impactos da doença e promover melhor qualidade de vida às pacientes. 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Canadian Women’s Health Today, v. 1, n. 2, 2024. DOI: https://doi.org/10.58931/cwht.2024.1213 Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution-NonCommercial 4.0 International License. Copyright (c) 2025 Ana Flávia da Costa Cardoso, Bruna da Silva Souza Avelino

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