Influenza, epidemic constitutions and the COVID-19 pandemic

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Abstract

The idea of ​​“epidemic constitutions” is attributed to Thomas Sydenham, one of the most eminent physicians of the 17th century. Regardless of the type of disease epidemic (cholera, influenza, smallpox), it aimed to explain what remains unexplained to this day: Why now? And why do some develop serious illness while others do not? In this article, I review some debates that occurred during the cholera epidemics of the 19th century, discuss the idea of ​​telluric “epidemic constitutions”, and propose a reinterpretation, or perhaps just an updated interpretation of Thomas Sydenham's amazing insight into the cause of epidemic constitutions: a confluence between an exciting cause that was in the atmosphere and a predisposing cause that was in the bodies of the sufferers themselves . With what we have learned since then, I explain his insight as representing the process and product of our co-evolution with Influenza A viruses. I explore theoretically how this interpretation would explain differences in rates and distributions of infection, disease and mortality during epidemics, and, propose alternative explanations to the epidemiology of the early emergence of COVID-19 in China and selected countries, based on an epidemiological inquiry on the circulation of influenza viruses during the 2019-2020 influenza season across those countries. The approach brought up new questions that could only emerge from epidemiological (population-based) reasoning (what causes vulnerability?) and epidemiological studies (what was the context of influenza during the emergence of the COVID-19 pandemic?), such as: a) did Influenza B have a role in the production of vulnerability to infection by the SARS-COV2 virus? b) do the SARS-COV2 virus and the H1N1 influenza virus share some immunological attribute conductive to a same type of immune-inflammatory response among non-H1 primed individuals? Or do the sequence B-H1 and B-SARS_COV2 produce similar morbidity? Does a sequence of B – H1 – SARS-COV2 explain the severity of COVID-19 Pandemic in the US? Do the SARS-COV2 viruses and the H1N1 viruses compete in the same ecological spot? What would this mean for future developments of our immune-inflammatory landscape?
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Influenza, constituições epidemicas e a epidemia de COVID-19 | SciELO Preprints window.dataLayer = window.dataLayer || []; function gtag(){dataLayer.push(arguments);} gtag('js', new Date()); gtag('config', 'G-3TT8HYRH0Y'); Open Menu Registrar-se Acesso English Español Ir para o conteúdo principal Ir para o menu de navegação principal Ir para o rodapé Preprints Submissão Áreas do Conhecimento Ciências Agrárias Ciências Biológicas Ciências da Saúde Ciências Exatas e da Terra Ciências Humanas Ciências Sociais Aplicadas Engenharias Linguística, letras e artes Educação em Revista Memórias do Instituto Oswaldo Cruz 47º Encontro Anual da ANPOCS 48º Encontro Anual da ANPOCS 49º Encontro Anual da ANPOCS Sobre Sobre o Servidor Declaração de Privacidade Atualizações do Sistema Contato FAQ Ética no SciELO Preprints Avaliação de preprints Anotações em preprints (via Hypothesis) Avalie um preprint Notícias Início / Ciências da Saúde Preprint / Versão 1 Influenza, constituições epidemicas e a epidemia de COVID-19 article.authors6a0d0f60d4e4c Maria Ines Azambuja Universidade Federal do Rio Grande do Sul image/svg+xml .st0{fill:#A6CE39;} .st1{fill:#FFFFFF;} https://orcid.org/0000-0003-1550-1329 DOI: https://doi.org/10.1590/SciELOPreprints.11426 Palavras-chave: Influenza, COVID-19, Influenza B, H1N1, H1N3, Causalidade, Pandemia, Constituição epidemica, China, Estados Unidos, Europa, Inflamação, Infecção, SARS-COV2, anticontagionismo Resumo A ideia de “constituições epidêmicas” é atribuída a Thomas Sydenham, um dos médicos mais eminentes do século XVII. Independentemente do tipo de epidemia de doença (cólera, gripe, varíola), ela visava explicar o que permanece inexplicável até hoje: Por que agora? E por que alguns desenvolvem doenças graves enquanto outros não? Neste artigo, reviso alguns debates que ocorreram durante as epidemias de cólera do século XIX, discuto a ideia de “constituições epidêmicas” telúricas e proponho uma reinterpretação, ou talvez apenas uma interpretação atualizada da incrível percepção de Thomas Sydenham sobre a causa das constituições epidêmicas: uma confluência entre uma causa excitante que estava na atmosfera e uma causa predisponente que estava nos corpos dos próprios sofredores. Com o que aprendemos desde então, explico sua percepção como representando o processo e o produto de nossa co-evolução com os vírus da Influenza A. Eu exploro teoricamente como essa interpretação explicaria diferenças em taxas e distribuições de infecção, doença e mortalidade durante epidemias e proponho explicações alternativas para a epidemiologia do surto inicial de COVID-19 na China e em países selecionados, com base em uma investigação epidemiológica sobre a circulação de vírus influenza durante a temporada de influenza de 2019-2020 nesses países. A abordagem levantou novas questões que só poderiam emergir do raciocínio epidemiológico (baseado na população) (o que causa vulnerabilidade?) e estudos epidemiológicos (qual era o contexto da influenza durante o surgimento da pandemia de COVID-19?), como: a) a Influenza B teve um papel na produção de vulnerabilidade à infecção pelo vírus SARS-COV2? b) o vírus SARS-COV2 e o vírus influenza H1N1 compartilham algum atributo imunológico condutivo a um mesmo tipo de resposta imunoinflamatória entre indivíduos originalmente marcados por virus não H1? Ou a sequência B-H1 e B-SARS_COV2 produzem morbidade semelhante? Uma sequência de B – H1 – SARS-COV2 explicaria a gravidade da Pandemia de COVID-19 nos EUA? Os vírus SARS-COV2 e os vírus H1N1 disputam o mesmo lugar ecológico? O que isso significaria para os desenvolvimentos futuros de nossa constituição imunoinflamatória? Downloads Os dados de download ainda não estão disponíveis. Biografia do Autor Maria Ines Azambuja, Universidade Federal do Rio Grande do Sul Proponente, em 1994, de uma associação original entre a Pandemia de Influenza de 1918 e o aumento da mortalidade por Doença Cardíaca Coronária no século XX (ver Azambuja MI 2010. Lancet Inf Dis 10:142-143). Atualmente, explorando a hipótese, primeiramente avançada em 2009, de associação entre mudanças seculares na natalidade e mortalidade (por causas) e a reciclagem de vírus influenza A (ver Azambuja, MIR. 2009, Influenza recycling and secular trends in mortality and natality. British Actuarial Journal 15, S 123-150). Professor associado, Departamento de Medicina Social, ensinando disciplinas de graduação em Saúde do Trabalhador e Saúde e Sociedade para estudantes de medicina. PDF (Inglês) Postado 17/03/2025 Como Citar Influenza, constituições epidemicas e a epidemia de COVID-19. (2025). Em SciELO Preprints . https://doi.org/10.1590/SciELOPreprints.11426 Formatos de Citação ACM ACS APA ABNT Chicago Harvard IEEE MLA Turabian Vancouver Baixar Citação Endnote/Zotero/Mendeley (RIS) BibTeX Série Ciências da Saúde Copyright (c) 2025 Maria Ines Azambuja Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution 4.0 International License . .citations-container { overflow-y: auto; overflow-x: hidden; max-height: 1000px; } Plaudit Declaração de dados Os dados de pesquisa estão disponíveis em um ou mais repositório de dados https://doi.org/10.48331/scielodata.XLXQDQ Aviso de preprints Preprints são manuscritos não avaliados por um periódico científico ou já avaliados mas em processo de publicação. .block_announcements_article:not(:last-child) { padding-bottom: 1.5em; border-bottom: 1px solid; } .block_announcements_article { text-align: left; } .block_announcements #show-all{ font-style: italic; } Notícias SciELO Preprints adota obrigatoriedade de declaração de disponibilização de dados de pesquisa 19 agosto 2025 A partir de 1º de setembro de 2025 os manuscritos submetidos ao SciELO Preprints devem incluir uma declaração de disponibilidade de dados informando sobre onde e como os dados da pesquisa que deram origem ao artigo podem ser acessados. 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