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Fisioterapia pélvica em pacientes com endometriose: série de casos
DOI:
https://doi.org/10.55905/revconv.18n.7-086Palavras-chave:
endometriose, modalidades de fisioterapia, ginecologia, dor, terapia por estimulação elétricaResumo
Introdução: A endometriose é uma doença que atinge mulheres em idade reprodutiva, sendo caracterizada pelo crescimento de tecido endometrial fora da cavidade da musculatura e cavidade uterina, causando dores que afetam a qualidade de vida e emocional. Objetivo: avaliar o efeito da fisioterapia uroginecológica em pacientes com endometriose, por meio de uma série de casos. Metodologia: O estudo contemplou cinco mulheres com diagnóstico de endometriose. Foi realizado atendimento com: Cinesioterapia, eletroterapia, Peridell e Biofeedback. Na avaliação inicial e final foi realizado uma anamnese, e aplicação dos instrumentos: Escala Visual Analógica de Dor - EVA, Avaliação Funcional do Assoalho Pélvico (AFA) e Eletromiógrafo. Resultados: Avaliação funcional do assoalho pélvico (AFA) e FOTOREVELO, nos quais apresentaram melhora nos itens AFA de 1,2, FO (força) de 0,8, TO (tônus) de 0,4, RE (repetição) de 0,6 e velocidade que passou de uma contração de dois segundos para duas contrações de dois segundos. Sobre a variável dor, pôde-se perceber uma melhora significativa no grupo pós intervenção, na qual apresentou uma redução de 2 pontos na escala. No controle motor da musculatura do assoalho pélvico houve uma melhora qualitativa do recrutamento de fibras no eletromiógrafo, porém sem diferença estatisticamente significativa. Conclusão: As voluntárias com endometriose apresentaram dores fortes nas regiões pélvica e lombossacral, além de que após a intervenção elas relataram melhora do nível de dor e da força de contração dos músculos do assoalho pélvico.
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