Perspectiva epidemiológica da morbidade hospitalar por endometriose em mulheres brasileiras de 2019 a 2023

In: Brazilian Journal of Implantology and Health Sciences · 2024 · vol. 6(7) , pp. 1263–1275 · doi:10.36557/2674-8169.2024v6n7p1263-1275 · W4400605160
article OA: diamond CC0

Abstract

Carcaterizada pela presença de tecido endometrial fora do útero, causando sintomas como dor menstrual, dor durante relações sexuais, infertilidade, dor pélvica, alterações intestinais e urinárias, a endometriose frequentemente resulta em internações hospitalares. O diagnóstico para essa condição inclui história clínica, exame físico, ultrassonografia transvaginal e ressonância magnética, mas a laparoscopia é considerada o método mais preciso. O objetivo deste trabalho é identificar e analisar o perfil epidemiológico da morbidade hospitalar por Endometriose no Brasil. Este estudo analisou dados de hospitalizações por endometriose no Brasil entre 2019 e 2023, usando o Sistema de Informação sobre Morbidade Hospitalar do SUS. Foram usados dados públicos do DATASUS, sem necessidade de avaliação ética, destacando padrões por região, idade e etnia. A maioria das hospitalizações por endometriose foi eletiva (76,56%), com menor proporção sendo de urgência (23,43%). Os pacientes mais frequentes tinham entre 40 e 49 anos (43,35%). Quanto à cor/raça, a maioria era parda (44,45%), seguida por branca (35,40%) e preta (4,36%).

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last seen: 2026-06-10T17:14:06.276822+00:00
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