ENDOMETRIOSE: A UTILIZAÇÃO DA RESSONÂNCIA MAGNÉTICA COMO MÉTODO DIAGNÓSTICO

In: Revista Ibero-Americana de Humanidades, Ciências e Educação · 2025 · vol. 11(5) , pp. 8300–8307 · doi:10.51891/rease.v11i5.19608 · W4410885713
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This review examined radiological techniques like radiography, ultrasound, CTA, and MRA for detecting calcified atheromas in carotid arteries, finding CDUS to be an effective initial tool for assessing carotid stenosis.

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O artigo discute, por meio de revisão bibliográfica (SciELO, PubMed e MEDLINE, 2010–2025), o uso de diferentes técnicas de imagem para detectar ateromas calcificados em artérias, com foco no risco de acidente vascular encefálico e na avaliação de artérias carótidas. Compara radiografias (incluindo achados incidentais em radiografias odontológicas), ultrassom Doppler como exame inicial, e métodos como CTA, MRA e angiografia por cateter/DSA, destacando que calcificações podem dificultar a interpretação em alguns casos. O texto ressalta que a escolha do exame deve considerar o tipo de placa e o contexto clínico, apontando limitações associadas à interpretação de calcificações. This paper does not explicitly discuss endometriosis or adenomyosis; it was included in the corpus via a keyword match in the upstream search index.

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Abstract

O artigo destaca a importância da detecção de ateromas calcificados — depósitos de cálcio, colesterol e coágulos nas artérias — por seu papel na aterosclerose e no risco de Acidente Vascular Encefálico (AVE), especialmente em artérias carótidas. O objetivo é reforçar a relevância de identificar essas calcificações em radiografias na prática médica, contribuindo para a prevenção de doenças vasculares. Foi realizada uma revisão bibliográfica nas bases SciELO, PubMed e MEDLINE, entre 2010 e 2025, focando em técnicas radiológicas para detectar ateromas. Radiografias odontológicas, como panorâmicas e telerradiografias laterais, podem revelar incidentalmente placas calcificadas como imagens radiopacas. O ultrassom Doppler (CDUS) é o exame inicial mais comum, por ser acessível e não invasivo. A Angiotomografia (CTA) e a Angiorressonância (MRA) oferecem imagens detalhadas da anatomia carotídea, enquanto a angiografia por cateter — embora invasiva — é o padrão ouro. A subtração digital (DSA) melhora a visualização vascular. A presença de calcificações pode dificultar a interpretação em alguns métodos, mas cada técnica possui suas vantagens. Conclui-se que a escolha do exame deve considerar o tipo de placa e o contexto clínico, com o CDUS sendo uma ferramenta inicial eficaz para avaliação de estenose carotídea.
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ENDOMETRIOSE: A UTILIZAÇÃO DA RESSONÂNCIA MAGNÉTICA COMO MÉTODO DIAGNÓSTICO DOI: https://doi.org/10.51891/rease.v11i5.19608Palavras-chave: Ateroma. Radiografias. Calcificações.Resumo O artigo destaca a importância da detecção de ateromas calcificados — depósitos de cálcio, colesterol e coágulos nas artérias — por seu papel na aterosclerose e no risco de Acidente Vascular Encefálico (AVE), especialmente em artérias carótidas. O objetivo é reforçar a relevância de identificar essas calcificações em radiografias na prática médica, contribuindo para a prevenção de doenças vasculares. Foi realizada uma revisão bibliográfica nas bases SciELO, PubMed e MEDLINE, entre 2010 e 2025, focando em técnicas radiológicas para detectar ateromas. Radiografias odontológicas, como panorâmicas e telerradiografias laterais, podem revelar incidentalmente placas calcificadas como imagens radiopacas. O ultrassom Doppler (CDUS) é o exame inicial mais comum, por ser acessível e não invasivo. A Angiotomografia (CTA) e a Angiorressonância (MRA) oferecem imagens detalhadas da anatomia carotídea, enquanto a angiografia por cateter — embora invasiva — é o padrão ouro. A subtração digital (DSA) melhora a visualização vascular. A presença de calcificações pode dificultar a interpretação em alguns métodos, mas cada técnica possui suas vantagens. Conclui-se que a escolha do exame deve considerar o tipo de placa e o contexto clínico, com o CDUS sendo uma ferramenta inicial eficaz para avaliação de estenose carotídea. Downloads Downloads Publicado Como Citar Edição Seção Categorias Licença Atribuição CC BY

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