[Vesical endometriosis: diagnosis and therapeutic aspects]

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This review discusses the diagnosis and therapeutic aspects of vesical endometriosis, a condition involving ectopic endometrial tissue.

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This review paper examines vesical endometriosis, focusing on its proposed etiopathogenesis, clinical manifestations, diagnostic workup, and therapeutic options, drawing on an epidemiologic and pathology framework rather than presenting new original patient data. It reports that urinary tract endometriosis is uncommon overall (with the bladder affected in the majority of urologic cases), describes characteristic symptom patterns such as suprapubic pain, dysuria/urgency, and cyclical hematuria, and outlines diagnostic limitations—especially the need for deep bladder wall biopsy because superficial biopsies may show only nonspecific cystitis, plus the potential for different cistoscopic appearances across menstrual phases. The paper also emphasizes that definitive diagnosis relies on histologic evidence of endometrial glands and/or stroma infiltrating the bladder wall, notes that malignant transformation is rare, and discusses individualized treatment that can combine surgical excision (including cases where adenomiosis invading the bladder may sometimes make additional hormonal therapy unnecessary) with hormonal regimens when disease is not fully removed. This paper is centrally about endometriosis — it specifically reviews diagnostic and therapeutic aspects of bladder endometriosis and related bladder involvement.

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<!-- Brazil - Endometriose vesical: aspectos diagnósticos e terapêuticos Endometriose vesical: aspectos diagnósticos e terapêuticos window.dataLayer = window.dataLayer || []; function gtag(){dataLayer.push(arguments);} gtag('js', new Date()); gtag('config', 'G-MKLVK7B5B6'); .articleTxt{ top: -16px; } .scielo__border-top{ border-top: 1px solid #ccc !important; } @media (max-width: 575.98px) { .articleCtt > .container{ padding-left: 0; padding-right: 0; } .articleCtt .articleTxt{ padding-left: 16px !important; padding-right: 16px !important; } } @media (min-width: 768px){ .scielo__truncate{ display: block; max-width: 285px; } } Menu Brazil Journal list by title Journal list by subject area Search Metrics (abre em nova aba) Sobre o SciELO Brazil Contacts Report error SciELO.org - The SciELO Network (abre em nova aba) National and thematic collections (abre em nova aba) Journal list by title (abre em nova aba) Journal list by subject (abre em nova aba) Search (abre em nova aba) Metrics (abre em nova aba) OAI and RSS (abre em nova aba) About the SciELO Network (abre em nova aba) Contacts (abre em nova aba) Blog SciELO in Perspective (abre em nova aba) (function () { const details = document.getElementById('scieloMainMenu'); if (!details) return; const summary = document.getElementById('scieloMainMenuSummary'); if (!summary) return; document.addEventListener('click', function (event) { if (!details.contains(event.target) && details.open) { details.open = false; } }); document.addEventListener('keydown', function (event) { if (event.key === 'Escape' && details.open) { details.open = false; summary.focus(); } }); })(); Brazil language en English Português Español Revista da Associação Médica Brasileira Mostrar opções launch Submission of manuscripts info About the journal help_outline Política editorial people Editorial Board help_outline Instructions to authors email Contact show_chart Metrics home Table of contents navigate_before previous current next navigate_next Text (PT) Text (Portuguese) PDF Download PDF (Portuguese) article Conteúdo: Text (PT) Text (Portuguese) Download PDF (Portuguese) (abre em nova aba) share Whatsapp BlueSky Mastodon Facebook Mais home Table of contents share Whatsapp BlueSky Mastodon Facebook Mais Text (PT) Text (Portuguese) PDF Download PDF (Portuguese) (abre em nova aba) Artigos de Revisão • Rev. Assoc. Med. Bras. 47 (1) • Mar 2001 • https://doi.org/10.1590/S0104-42302001000100028 link copiar Endometriose vesical: aspectos diagnósticos e terapêuticos Autoria SCIMAGO INSTITUTIONS RANKINGS Endometriosis; Endoscopic surgery; Urinary tract diseases Endometriose; Cirurgia endoscópica; Doenças do trato urinário Endometriosis; Endoscopic surgery; Urinary tract diseases Endometriose; Cirurgia endoscópica; Doenças do trato urinário Artigo de Revisão ENDOMETRIOSE VESICAL: ASPECTOS DIAGNÓSTICOS E TERAPÊUTICOS * M. Tobias-Machado, R. di Giuseppe, C.P. Barbosa, M. Borrelli, E.R. Wroclawski Trabalho realizado pelas Disciplinas de Urologia e Ginecologia da Faculdade de Medicina do ABC (FMABC) UNITERMOS: Endometriose. Cirurgia endoscópica. Doenças do trato urinário. KEY WORDS: Endometriosis. Endoscopic surgery. Urinary tract diseases. INTRODUÇÃO Endometriose é a presença de tecido endometrial ectópico e/ou estroma fora da cavidade uterina. Foi observada, pela primeira vez, por Rokitansky (1869) em material de necrópsia. Mais tarde, Sampson (1927) definiu a endometriose como um achado de tecido com aspectos histológicos e funcionais semelhantes ao endométrio tópico, em outros locais. A endometriose é a segunda afecção cirúrgica ginecológica, perdendo apenas para a miomatose uterina. Nos EUA é a terceira causa de internação e a causa mais comum de histerectomia 1 . Nos últimos anos têm-se verificado um aumento da freqüência de endometriose. Esse aumento se deve às mudanças de hábitos femininos; aumento da idade da primeira gestação, maior intervalo entre as gestações, o que promove maior tempo de exposição estrogênica e maior freqüência de menstruações. A endometriose pode causar alteração da fertilidade, dor pélvica ou até ser assintomática. Possui estágios diferentes de evolução, podendo se apresentar de forma mínima, leve, moderada ou grave. As formas mínimas e leves podem se agravar com o passar do tempo 2,3,4 . Além disso, a afecção tem sua gravidade relacionada com a freqüência, quantidade e duração das menstruações. ETIOPATOGENIA Teoria do implante endometrial explica o aparecimento da endometriose em cicatriz de cesáreas ou após histerectomias. Teoria da metaplasia celômica justifica o desenvolvimento da endometriose em mulheres com agenesia uterina. A disseminacão por via hematogênica justifica as formas extraperitoneais. A teoria do refluxo tubário do fluido menstrual ocorre com maior freqüência nos locais onde o fluido menstrual se deposita 5 . Alguns autores sugerem a participação do sistema autoimune 6,7,8 . Acredita-se na diminuição da atividade de linfócitos denominados "natural killers" que agiriam contra antígenos endometriais autólogos. A diminuição da atividade dessas células estaria relacionada com a gravidade da doença 9 . Recentemente, estudou-se a possibilidade de que a endometriose peritoneal e os nódulos endometrióticos no septo retovaginal fossem duas entidades distintas e foi proposto designá-las de adenomiose retovaginal 10,11 . INCIDÊNCIA A endometriose incide em 10% das mulheres entre 25 a 40 anos de idade. Acomete em até 50% mulheres inférteis 12-16 e possui sua maior freqüência em nulíparas. Em assintomáticas pode incidir de 6% 17 até 43% 18 . Os locais mais acometidos são o fundo de saco de Douglas, ovários, ligamento redondo, tubas uterinas, cérvix, vagina. Apenas 1 a 2% dos casos de endometriose acomete o trato urinário, sendo que a bexiga é acometida em 84% dos casos 19 e, em seguida, o ureter. Na bexiga, as regiões mais freqüentemente acometidas são o trígono e o colo vesical. A tabela 1 mostra a freqüência de endometriose de trato urinário. Thumbnail Como diagnóstico diferencial da endometriose vesical temos: angiomas, papilomas, inflamação ou úlcera vesical localizada e carcinoma infiltrativo. QUADRO CLÍNICO A natureza e a severidade dos sintomas vesicais variam conforme a localização, tamanho e duração do tumor ( tabela 2 ). Thumbnail O mais comum a ser encontrado é algia e desconforto supra púbico ou na região vésico-vaginal (78%), além de disúria, polaciúria, urgência miccional 19 . A hematúria cíclica é encontrada em 25% dos casos, enquanto que distúrbios menstruais (dismenorréia, menorragia, metrorragia) foram encontrados em 50% dos casos 20 . Em 40% das pacientes encontrou-se uma massa palpável ao toque vaginal. EXAMES SUBSIDIÁRIOS Tanto no estudo ultra-sonográfico quanto na tomografia computadorizada e ressonância magnética, o achado mais comum é vegetação endoluminal na parede vesical. A urografia excretora pode revelar falha de enchimento vesical ou hidronefrose se houver comprometimento ureteral 21 ( tabela 3 ). Thumbnail A laparoscopia diagnóstica, realizada em casos de algia pélvica, pode localizar as lesões, inspecionar os órgãos pélvicos e toda a cavidade peritoneal permitindo a realização de biópsias. A cistoscopia é o exame de preferência e seus achados variam conforme a fase do ciclo menstrual. Dessa forma, há necessidade de várias cistoscopias em diferentes fases do ciclo menstrual para um diagnóstico mais apurado 20 . Deve-se ressaltar, ainda, que o diagnóstico deve ser realizado através de biópsia profunda da parede vesical, geralmente conseguido através de ressecção com alça, pois biópsias superficiais podem revelar apenas cistites inespecíficas. Período menstrual: pode ser detectado uma área elevada na parede vesical posterior, perto do trígono ou cúpula vesical. A mucosa vesical presente ao redor do tumor pode se encontrar congesta e edemaciada. Além disso, ainda na mucosa pode ser encontrado pequenos cistos transluscentes ou com aspecto azulado devido ao acúmulo de sangue. Durante a menstruação: o tumor pode se apresentar com forma muito maior e mais congesto. As áreas císticas assumem aspecto azulado-enegrecido e menos translucente. Após a menstruação: o tumor conserva sua área aumentada, mas a congestão e o edema são menos marcantes e o fluido enegrecido dos cistos ainda se mantém, mas com menor intensidade na coloração. Período intermenstrual: o tumor regride de tamanho e somente alguns cistos com fluido azulado podem ser vistos. BIÓPSIA TRANSURETRAL Deve ser realizada em todos os casos onde há suspeita de endometriose vesical, pois ajudará a fazer diagnóstico diferencial com processos tumorais. O material removido, caso seja superficial, pode apresentar diagnóstico de cistite inespecífica. Pode ser necessária ressecção com alça para permitir ao patologista uma quantidade suficiente de tecido com infiltração do epitélio endometrial. ESTUDO ANATOMOPATOLÓGICO O aspecto histológico é necessário para ser feito o diagnóstico definitivo. A princípio, identifica-se glândulas e/ou estroma endometrial aderido à parede vesical que, num estágio inicial, pode estar confinada à serosa e, se não for tratada, progride para a camada muscular, submucosa e mucosa 20 . A lesão endometrial pode ser desde única até múltipla, em forma de placas até massas císticas grandes. Recentemente foi descrita a presença de adenomiose invadindo a bexiga como na endometriose de septo retovaginal À inspeção nota-se superfície irregular com fluido enegrecido proveniente dos cistos que estão, na maioria das vezes, na superfície externa do tumor. Na histologia encontra-se tecido endometrial infiltrado entre fibras musculares lisas da bexiga. As glândulas podem estar preenchidas por sangue ou material necrótico. Raramente há degeneração maligna. TRATAMENTO A escolha da terapêutica para endometriose vesical é da responsabilidade tanto do urologista quanto do ginecologista, e deve ser baseada em algumas condições como idade da paciente, desejo de gestações, extensão da lesão vesical, importância dos sintomas vesicais, presença de patologia pélvica e gravidade das alterações menstruais ( tabela 4 ) 22-28 . Thumbnail O tratamento da endometriose urinária deve ser individualizado. O acometimento da bexiga por adenomiose é freqüente e, nessa situação, a exerése total do nódulo endometriótico, seguida de laparoscopia, pode dispensar terapêutica hormonal complementar. A terapêutica medicamentosa deve ser aplicada nos casos onde não houve extirpação total da doença. O tratamento clínico pretende criar um meio hormonal pouco favorável para a evolução dos implantes endometrióticos. As primeiras substâncias introduzidas mimetizavam a gestação, onde a anovulação é acompanhada de decidualização do endométrio com sua posterior atrofia. A endometriose é afecção estrógeno dependente e, portanto, pode ser utilizado qualquer esquema terapêutico que diminua a ação deste hormônio. O uso do acetato de medroxiprogesterona na dose de 50 a 100mg intramuscular mensal é suficiente para a remissão total da dor. Suas vantagens residem no seu baixo custo e na ausência de efeitos estrogênicos secundários. Os efeitos colaterais dependem da dosagem, da duração, do tratamento e da via de administração. As alterações menstruais são relatadas em 40 a 70% das usuárias. São também descritos náuseas, vômitos, aumento de peso, retenção hídrica, depressão e diminuição da libido nos quais constituem causas importantes de abandono do tratamento. O danazol, desde sua introdução (1971), tem sido um dos fármacos mais utilizados na endometriose. É um derivado da 17-etiniltestosterona e seu mecanismo inclui um estado de hipoestrogenismo de origem central e periférica. A dose utilizada é de 400 a 800mg diários, induzindo amenorréia. Os efeitos colaterais mais comuns são aumento de peso, cãimbras, mudança de humor, pele oleosa, atrofia mamária e depressão. O gestrinona induz à redução dos receptores estrogênicos e progestagênicos no endométrio, suprime o pico endógeno de LH e inibe a esteroidogênese ovariana. É utilizada na dose semanal de 5 a 7,5 mg. Pode causar alterações menstruais, queda de cabelo, acne e seborréia. Tanto o gestrinona quanto o danazol devem ser utilizados por seis meses. Ultimamente, a utilização dos análogos do GnRH para o tratamento da endometriose tem aumentado. Seu uso prolongado causa supressão da função gonadotrófica através do mecanismo de down regulation nos receptores de GnRH da glândula pituitária. A falta da secreção de gonadotropinas e, especialmente, a carência da forma biológica ativa de LH e FSH irão resultar em estado hipoestrogênico 22 . São utilizados por várias vias de administração (intranasal, subcutânea, intramuscular). Nos tratamentos a longo prazo são preferíveis as formas de depósito. Os efeitos colaterais mais comuns são aqueles ocasionados por hipoestrogenismo. O tratamento além dos seis meses proporciona uma redução significativa da densidade óssea. Dessa forma, a maioria dos autores recomenda a terapia de reposição hormonal coadjuvante utilizando noretindrona ou 17-ß estradiol. Stanley et al . apresentaram 10 casos de endometriose vesical dos quais sete foram submetidos à cistectomia parcial concomitante ao tratamento supressor de estrógenos, sendo que seis pacientes evoluíram bem. Os três pacientes restantes foram tratados com supressão hormonal apresentando bons resultados 23 . Lavelle et al . trataram clinicamente uma paciente com obstrução ureteral por endometriose e obtiveram sucesso 24 . Kistner demonstrou alívio dos sintomas com terapia progestagênica em mais de 80% das mulheres tratadas desta forma, entretanto Andrews acredita que esta terapêutica é paliativa e temporária 25,26 . Devido às desagradáveis conseqüências da supressão estrogênica, como osteoporose, por exemplo, Foster et al . acreditam que a melhor forma de abordar esta doença é através da cistectomia parcial, seguido de tratamento adjuvante com hormônios, se houverem implantes endometriais remanescentes 27 . Recentemente, Nezhat et al. descreveram 19 casos de sutura vesical, alguns após ressecção parcial de endometriomas por via laparoscópica. Estes pacientes foram mantidos com sonda vesical por 7-14 dias e apenas uma mulher apresentou fístula vésico-vaginal que necessitou de correção. Todos os outros casos evoluíram satisfatoriamente e o autor concluiu que o tratamento laparoscópico é factível 28 . O tratamento de pacientes com endometriose é ainda motivo de discussão. Bons resultados foram obtidos com as várias formas terapêuticas e são defendidos por seus autores. Os casos devem ser analisados em suas particularidades como o tamanho da lesão, severidade dos sintomas, desejo reprodutivo da paciente e aderência ao tratamento. A forma isolada de acometimento do trato urinário é rara, os ureteres podem estar comprometidos nas formas severas de endometriose pélvica. A bexiga é mais freqüentemente acometida por adenomiose, daí a importância da investigação endoscópica do trato genital superior. As formas tumorais devem preferencialmente ser tratadas com a combinação de terapêutica cirúrgica e clínica sendo necessária a ressecção do tumor. Artigo recebido: 14/01/2000 Aceito para publicação: 20/04/2000 Referências bibliográficas 1. Velebil P, Wingo PH, Xia, Z. 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Oscar Freire,1546 – apto. 56 – Cep: 05409-010 Cerqueira César – São Paulo – Brasil – Tel.: 3081-8674 E-mail: [email protected] Datas de Publicação Publicação nesta coleção 24 Abr 2001 Data do Fascículo Mar 2001 Histórico Aceito 20 Abr 2000 Recebido 14 Jan 2000 This work is licensed under a Creative Commons Attribution 4.0 International License. Autoria .author-card { border-bottom: 1px solid #ccc; padding: 1rem 0; } .author-card:last-child { border-bottom: 0px; } .author-name { font-weight: 600; } .orcid-button { padding-left: 2.5rem; } .modal-body { padding-bottom: 3rem; } .orcid-button::before { content: ""; position: absolute; background-image: url(https://ds.scielo.org/img/logo-orcid.svg); background-repeat: no-repeat; background-size: 1.5em auto; background-position: .5em center; display: block; width: 60px; height: 60px; top: -10px; left: 0; } person M. Tobias-Machado school Faculdade de Medicina do ABC, , Brazil Faculdade de Medicina do ABC Brazil , Brazil Faculdade de Medicina do ABC, , Brazil person R. Di Giuseppe school Faculdade de Medicina do ABC, , Brazil Faculdade de Medicina do ABC Brazil , Brazil Faculdade de Medicina do ABC, , Brazil person C.P. Barbosa school Faculdade de Medicina do ABC, , Brazil Faculdade de Medicina do ABC Brazil , Brazil Faculdade de Medicina do ABC, , Brazil person M. Borrelli school Faculdade de Medicina do ABC, , Brazil Faculdade de Medicina do ABC Brazil , Brazil Faculdade de Medicina do ABC, , Brazil person E.R. Wroclawski school Faculdade de Medicina do ABC, , Brazil Faculdade de Medicina do ABC Brazil , Brazil Faculdade de Medicina do ABC, , Brazil SCIMAGO INSTITUTIONS RANKINGS Faculdade de Medicina do ABC, , Brazil Faculdade de Medicina do ABC Brazil , Brazil Faculdade de Medicina do ABC, , Brazil Tabelas Tabelas (4) Thumbnail Thumbnail Thumbnail Thumbnail table_chart table_chart table_chart table_chart Como citar link copiar function currentDate() { var today = new Date(); var months = ['Janeiro', 'Fevereiro', 'Março', 'Abril', 'Maio', 'Junho', 'Julho', 'Agosto', 'Setembro', 'Outubro', 'Novembro', 'Dezembro'] today.setTime(today.getTime()); return today.getDate() + " " + months[today.getMonth()] + " " + today.getFullYear(); } var citation = 'Tobias-Machado, M. et al. Endometriose vesical: aspectos diagnósticos e terapêuticos. Revista da Associação Médica Brasileira [online]. 2001, v. 47, n. 1 [Acessado CURRENTDATE], pp. 37-40. Disponível em: . Epub 24 Abr 2001. ISSN 1806-9282. https://doi.org/10.1590/S0104-42302001000100028.'.replace('CURRENTDATE', currentDate()); document.getElementById('citation').innerHTML = citation; document.getElementById('citationCut').value = citation.replace('<', ' "); more_horiz Ferramentas do artigo file_download PDFs show_chart Metrics image Figuras e tabelas translate Versions and translations link How to cite this article article Related articles location_on Associação Médica Brasileira R. São Carlos do Pinhal, 324, 01333-903 São Paulo SP - Brazil, Tel: +55 11 3178-6800, Fax: +55 11 3178-6816 - São Paulo - SP - Brazil E-mail: [email protected] rss_feed Stay informed of issues for this journal through your RSS reader PDF version for download PDF Portuguese Related articles Lista de links para artigos relacionados. Os links abrem em nova aba. Google (abre em nova aba) Google Scholar (abre em nova aba) Versões e tradução automática Escolha a versão original do texto ou utilize um serviço de tradução automática. 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