Endometrial tissue. Infertility. Silent disease
1 INTRODUÇÃO
A endometriose caracteriza-se pela presença de tecido endometrial, localizado fora da cavidade uterina, como superfície peritoneal, ovários e septo retovaginal. Estima-se que a prevalência varia em torno de 6 a 10% em mulheres em fase produtiva. A etiopatogenia, ainda não é bem definida, no entanto, a combinação de fatores hormonais, genéticos e imunológicos podem contribuir para o desenvolvimento dos focos ectópicos de endometriose. Pabalan, et al., (2017).
Em 1927, Sampson propôs a teoria da implantação, a qual relata que durante o ciclo menstrual ocorre um refluxo do tecido endotelial através das trompas de falópio e consequentemente, a implantação e aumento no peritônio e ovários. Mulheres com endometriose podem ser assintomáticas ou apresentar queixas de dismenorreia, dispareunia, dor pélvica crônica e/ou infertilidade.
Mediante a essa variabilidade, o exame ginecológico pode apresentar-se normal, mas, presença de dor à mobilização na cavidade uterina, retroversão ou aumento do volume ovariano é sugestivo de endometriose, apesar de não ser específico. Condições tais como, síndrome do cólon irritável, doença inflamatória pélvica e cistite intersticial devem ser consideradas no prognóstico diferencial. Cardoso, et al., (2016).
Embora o diagnóstico definitivo da endometriose necessite de uma intervenção cirúrgica, preferencialmente por videolaparoscopia, diversos achados nos exames físico, de imagem e laboratoriais já podem predizer, com alto grau de confiabilidade, que a paciente apresenta endometriose. Sampaio, et al., (2024).
Nessa condição, o primeiro exame de diagnóstico de imagem que pode ser solicitado é a ultrassonografia pélvica transvaginal, preferencialmente, com preparo intestinal pois, apresenta boa sensibilidade e especificidade na identificação de focos de endometriose profunda. Quando se observa presença de massas ovarianas com hipóteses duvidosas, não conclusivas, é possível realizar uma ressonância magnética (RM) para melhor avaliação. Guerreiro, (2020).
Em relação, ao diagnóstico laboratorial ainda não existe nenhum marcador bioquímico considerado efetivo, entretanto, o CA-125 quando coletado entre o primeiro ou segundo dia do período menstrual pode ser útil principalmente, se os valores forem superiores a 100 UI/mL. Todavia, apesar desses recursos utilizados apresentarem boa acurácia a videolaparoscopia com biópsia das lesões para análise anatomopatológica ainda é o padrão-ouro na determinação da endometriose. Versellini, et al., (2022).
Após identificação por meio, da videolaparoscopia é possível determinar a localização, extensão e qual tipo histológico observado a fim de classificar a endometriose e a partir daí, estabelecer a terapêutica mais adequada. Dentre as terapias mais difundidas atualmente, a cirurgia e a supressão ovariana ou a associação entre ambas são as mais comuns utilizadas. Rosa e Silva, et al., (2021).
Mediante exposto, a complexidade no diagnóstico associado a sintomatologia variada e não-especifica dificulta na identificação da endometriose. Contudo, acreditase que as dores extremas cuja, exposição seja recorrente a cada período menstrual impactam a qualidade de vida e afetam aspectos psíquicos e sociais de milhares de mulheres em idade produtiva. Chapron; Santulli; Cabri, (2015).
Dessa forma, existe uma preocupação quanto ao controle dos sintomas e a expectativa da qualidade de vida das portadoras dessa patologia. Portanto, mediante a elevada prevalência em mulheres e a dificuldade na identificação da doença, que esse estudo objetivou fazer uma abordagem atualizada sobre os métodos de tratamento e diagnóstico mais adequados.
O presente trabalho teve como objetivo geral fazer uma abordagem atualizada sobre os métodos de tratamento e diagnóstico da endometriose. E com objetivos específicos; Listar os principais tipos de endometriose discorrendo as principais características entre elas, pontuando os sintomas mais comuns evidenciados pelas pacientes, e por fim analisar quais métodos de diagnósticos mais eficazes são utilizados e qual terapêutica mais adequada.
2 REFERENCIAL TEÓRICO
De acordo com ACOG, (2020) a endometriose é uma condição crônica marcada pela presença de tecido endometrial em locais ectópicos, fora da cavidade uterina. A doença afeta aproximadamente 10% das mulheres em idade fértil, sendo uma das principais causas de dor pélvica crônica e infertilidade. ESHRE, (2020).
A endometriose é caracterizada pela presença e crescimento de tecido endometrial em locais ectópicos, incluindo ovários, trompas de falópio e peritônio. Sampson, (1921). A patologia é influenciada por fatores hormonais, genéticos e ambientais. A apresentação clínica da endometriose inclui dor pélvica persistente, dor menstrual intensa, dor durante relação sexual, infertilidade e sangramento uterino anormal. SBGO, (2020).
A detecção da endometriose é feita por meio de exame clínico, histórico médico, ultrassonografia transvaginal, laparoscopia e biópsia de tecido endometrial para confirmação. ACOG, (2020). À abordagem terapêutica da endometriose envolve terapia hormonal, analgésicos, intervenção cirúrgica (laparoscopia ou laparotomia) e terapias alternativas (acupuntura, fitoterapia, etc). ESHRE, (2020).
3 MATERIAIS E MÉTODOS
A pesquisa proposta neste estudo foi estruturada em sua forma bibliográfica como meio de compreender um determinado problema identificado a partir de revisão bibliográfica pesquisadas em documentos científicos que embasaram o presente estudo a endometriose. Foram incluídos estudos originais, revisões sistemáticas e meta análises que avaliaram o Tal método visa permitir coletar um conjunto de informações e dados contidos em documentos já publicados, que servirão como fonte e base teórica imprescindível para o desenvolvimento desta pesquisa.
Para realização desse trabalho optou-se por incluir publicações mais recentes sobre a temática as quais servirão para realizar a fundamentação teórica. Partindo desse pressuposto, a elaboração dos periódicos será por meio das seguintes bases de dados: Scielo, Medline, Biblioteca Virtual em Saúde (BVS), LILACS e em revistas pertinentes ao assunto. Os descritores adotados foram: Diagnóstico; Dor pélvica; Endometriose; Qualidade de vida; Tratamento.
Os critérios de inclusão utilizados foram disponibilidade online na integra, publicações na língua portuguesa e/ou inglesa entre 2014 a 2025. Estudos relevantes fora desse intervalo estabelecido não foram utilizados e serviram apenas para complementar a elucidação teórica desse estudo.
Posteriormente, após seleção os artigos e conteúdos obtidos foram lidos na integra e selecionados para apresentar os resultados e fundamentar a discussão a fim de complementar ou contrapor as evidências observadas.
4 RESULTADOS E DISCUSSÃO
4.1 – Conhecer as principais características da Endometriose
A tabela a seguir apresenta as principais características e conceitos relacionados à endometriose, dos estudos incluídos na revisão bibliográfica, uma doença crônica que afeta milhões de mulheres em todo o mundo, incluindo autores, ano de publicação e principais resultados.
Tabela 1: Conceituando a endometriose
4.2- Discussão, conceituando a endometriose
De acordo com a tabela 1, a endometriose é uma doença crônica que afeta mulheres em idade reprodutiva, caracterizada pelo crescimento de tecido semelhante ao endométrio fora do útero, geralmente nos ovários, trompas de Falópio, ligamentos uterinos e peritônio. Esse tecido endometrial ectópico (fora do lugar) responde aos hormônios ovarianos, crescendo e sangrando durante o ciclo menstrual, o que pode causar inflamação, dor e formação de cicatrizes e aderências. Tendo como sintomas; dor pélvica crônica, dismenorreia, dor durante o sexo, sangramento menstrual excessivo e infertilidade.
De acordo com Marqui, (2014), a endometriose é uma doença multifatorial e complexa, já que é dividida em subtipos, como a endometriose peritoneal, que é a presença de tecido endometrial no peritônio, endometriose ovariana, que é a presença de tecido endometrial nos ovários, e a endometriose profunda, que é com a presença de tecido endometrial nos órgãos pélvicos, como bexiga e reto a doença crônica tem um efeito considerável na vida da paciente e traz um impacto econômico para a sociedade, em virtude do atraso do diagnóstico.
Em complemento Filho, et al., (2023), a endometriose tem um grande impacto na qualidade de vida das pacientes, com implicações nas atividades cotidianas, pela característica dos sintomas relacionados à dor, quanto ao planejamento de vida futura, com a infertilidade. Já Pimenta, et al., (2023), enfatiza a importância do diagnóstico precoce, uma vez que possibilita a melhora dos níveis de dor, bem como contribui para o funcionamento físico e psicológico da paciente.
Chagas, et al., (2024), ressalta que a endometriose tem recebido crescente atenção na pesquisa médica, porém apesar dos avanços, ainda não existem modelos prognósticos preciosos que permitam prever a evolução da endometriose nas pacientes.
De acordo com Carvalho, (2014), a endometriose é uma doença complexa e multifatorial, e vários fatores contribuem para o seu desenvolvimento, entretanto a causa exata da endometriose ainda é desconhecida, mas fatores genéticos, como hereditariedade, mutações genéticas na regulação do crescimento celular, e polimorfismos genéticos; hormonais, como estrogênio, progesterona e desequilíbrio hormonal entre os níveis de estrogênio e progesterona, e os fatores ambientais, como exposição a toxina, poluição do ar e estresse, entre outros fatores como, idade reprodutiva, história menstrual e infertilidade, podem contribuir para o seu desenvolvimento.
4.3- Diagnosticando a endometriose
A tabela a seguir apresenta uma revisão dos principais métodos de diagnóstico da endometriose, incluindo suas características, vantagens e limitações, com base em uma revisão bibliográfica de estudos recentes.
Tabela 2: Diagnosticando a endometriose
4.4- Discussão diagnosticando a endometriose
Conforme a tabela 2, o diagnóstico da endometriose pode ser feito por meio de exame físico, histórico médico, ultrassonografia transvaginal e laparoscopia. Conforme Terra, et al., (2017), informa que mesmo sendo uma patologia benigna, a endometriose pode ser responsável por consequências negativas para a vida da mulher como a infertilidade, os transtornos psicológicos emocionais são consequências da dor que interfere na qualidade de vida. Em concordância Costa, et.al., (2024), o principal fator relacionado ao diagnóstico da endometriose é a variada apresentação clínica da doença. Além disso, outros fatores importantes foram identificados, como os altos custos associados ao acompanhamento do quadro, a falta de um método não invasivo para o diagnóstico definitivo e a negligência estrutural do sistema de saúde.
Segundo Silva, (2010), a ultrassonografia transvaginal deve ser considerada o primeiro exame a ser solicitado, por ser amplamente disponível, pelo seu baixo custo, alta aceitabilidade e particularmente por ser a modalidade diagnóstica com maior acurácia na maioria dos casos de endometriose ovariana.
Teixeira, et al., (2010), a elastografia ultrassônica tem sido amplamente estudada para avaliar e medir as propriedades elásticas dos tecidos moles, pois apresenta alta sensibilidade e especificidade para o diagnóstico da endometriose pélvica profunda.
Conforme Silva, et al., (2011), alguns sintomas clínicos podem demorar anos para se manifestar, o que resulta em um diagnóstico frequentemente feito em mulheres adultas com problemas de fertilidade, levando a danos irreversíveis à anatomia feminina e às funções dos órgãos reprodutivos.
4.5- Tratamento da endometriose
A tabela a seguir tem como objetivo resumir as principais opções de tratamento para a endometriose, fornecendo uma visão geral das terapias disponíveis e suas indicações.
Tabela 3: Tratando a endometriose
4.6- Discussão tratando da endometriose
Por intermédio de múltiplos autores a endometriose vem portanto contrastada a doença da mulher moderna, sendo diagnosticada habitualmente em mulheres com crises de dor pélvica ou que tentam engravidar sem êxito na fase adulta, nestas situações a infertilidade é ponderada em mulheres que apresentam relacionamentos duradouros e tentam engravidar sem uso de métodos anticonceptivos por no mínimo de um ano. A tabela 3 apresenta as principais opções e tratamento para a endometriose, incluindo terapias hormonais, analgésicos, cirurgia e terapias alternativas
De acordo com Sampaio, et al., (2024) nos últimos cinco anos, os avanços no diagnóstico e tratamento da endometriose tem proporcionado uma melhor qualidade de vida para as pacientes, entretanto de acordo com Costa et al, o principal fator de atraso no diagnóstico está na variação clínica a doença e os elevados custos da monitoração do quadro e a negligência estrutural da rede de saúde. Concordando com Sampaio et al, Pinheiro, et al., (2021) poucas publicações evidenciam sobre os tratamentos da endometriose e não existem muitos medicamentos específicos para essa patologia.
Apesar de alguns tratamentos obterem resultados significativos, outros já não funcionam tão bem, como o caso do análogo GnRH, conforme Lima, et al., (2017) não há vantagens associadas ao tratamento clínico com o GnRH adjuvante na intervenção cirúrgica da endometriose, sem diminuição das dores e recidiva da doença. Já o tratamento com a melatonina obteve resultados significativos na redução das lesões e melhorias nas dores, segundo Oliveira, além de ser um potencial antioxidante, inibindo a migração, proliferação e até invasão induzida por estradiol nas células do endométrio.
O tratamento da endometriose deve ser exclusivo para cada paciente pois depende do tamanho e gravidade das lesões, em alguns casos sendo apenas para controle de sintomas e em casos mais extremos com a cirurgia sendo o mais indicado. Segundo Silva, et al., (2023), ainda há um debate considerável sobre o tratamento ideal cujo resultado deve convergir para melhorar a qualidade de vida da mulher.
O profissional farmacêutico desempenha um papel fundamental no manejo da endometriose, contribuindo para a orientação adequada do uso de medicamentos, monitoramento da eficácia e segurança do tratamento, e na conscientização do paciente acerca da doença. Ele fornece informações sobre o uso de medicamentos analgésicos e terapias hormonais, auxilia na resolução de questões como a omissão de doses e acompanha os efeitos adversos, além de fornecer orientações sobre terapias complementares quando pertinente. Conforme Pinheiros, et al., (2021), o farmacêutico tem papel fundamental para a adesão ao tratamento da paciente, esclarecendo dúvidas recorrentes sobre a terapia, informando efeitos colaterais e a importância do fazer o tratamento de modo correto.
5 – CONSIDERAÇÕES FINAIS
A presente revisão bibliográfica sobre a endometriose permitiu analisar a literatura existente sobre a doença, abordando aspectos como definição, prevalência, sintomas, diagnóstico e tratamento. A análise dos estudos incluídos nesta revisão permitiu concluir que a endometriose é uma doença crônica complexa que afeta milhões de mulheres em todo o mundo, causando dor pélvica crônica, dismenorreia e infertilidade.
O diagnóstico da endometriose pode ser muito incitador, valido a diversificação de seus subtipos que podem se manifestar de formas variadas. Entretanto é de suma importância um diagnóstico prévio.
Apesar da evolução de tratamento e diagnóstico nas últimas décadas, a compreensão da endometriose como doença sistêmica e crônica implicou em mudanças substanciais, entretanto o diagnóstico ainda é um obstáculo. A endometriose é uma doença complexa que requer um diagnóstico preciso e um tratamento eficaz. Com a ajuda de profissionais de saúde e a adoção de um estilo de vida saudável, é possível gerenciar os sintomas da endometriose e melhorar a qualidade de vida das pacientes.
O diagnóstico e tratamento da endometriose requerem uma abordagem combinada e individualizada. As técnicas mais assertivas para o diagnóstico envolvem uma combinação de história clínica, exame físico e exames de imagem especializados, enquanto o tratamento varia de opções medicamentosas e intervenções cirúrgicas, sempre adaptadas às necessidades e objetivos da paciente.
Em resumo, esta revisão bibliográfica contribui para o conhecimento atual sobre a endometriose, destacando a importância da conscientização e do diagnóstico precoce, bem como a necessidade de mais pesquisas para melhorar o tratamento e a qualidade de vida das pacientes.
6 – REFERÊNCIAS
- American College of Obstetricians and Gynecologists (ACOG). (2020). Endometriose.
- BRILHANTE, Aline Veras Morais et al. Narrativas autobiográficas de mulheres com endometriose: que fenômenos permeiam os atrasos no diagnóstico. Revista de Saúde Coletiva, Rio de Janeiro, v.29, n.3, p.209307, 2019.
- CARDOSO, JV, MACHADO DE, FERRARI R, SILVA MC, BERNADO PT, PERINI JA. Polymorphisms in VEGF and KDR genes in the development of endometriosis: a systematic review. Rev Bras Saude Matern Infant. 2016;16(3):219-32.
- CHAPRON C, et al. Rethinking mechanisms, diagnosis and management of endometriosis. NatureReviewsEndocrinology, 2019; 15(11): 666-682.
- COSTA, Henrique Martins dos Santos et al. Endometriose, porque o diagnóstico ainda é tão negligenciado? In: 3° JORNADA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA UFNT, 2024. Tocantins, Brasil.
- FIGUEIREDO, Kátia Cristina; COSTA, Sara Maria Cruz da; ARRUDA, Clara Suellen Lacerda; RODRIGUES, Karina de Melo; FERNANDES, Sheila Milena Passos dos Santos. Endometriose: uma doença silenciosa. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE, 2016, Anais de Evento.
- GAMA, Ana Virginia et al. A endometriose e sua abordagem cirúrgica. [S.I], v.9, n.6, 2023.
- GOUVEA, Carolyne Stephany de Oliveira et al. Endometriose. Editora Pasteur, 2023.
- JONES, M. Tratamento da endometriose: uma abordagem multidisciplinar. Revista de Medicina, v.23, n.2, p.34-40, 2019.
- LIMA, William Camargo et al. O uso do análogo do GnRH no tratamento da endometriose. [S.I.], v.7, n.1, 2017.
- LOPES, Jessica; PERERA, Maria Tamires; FREIRE, Letícia. Melatonina como tratamento para endometriose. [S.I.], v.2, n. Edição Especial,2025.
- MOURA, A.I.S.S.; GURGEL, S.P.; CHAGAS, L.M. Métodos de diagnótico e tratamento da endometriose: uma revisão baseada em evidências científicas. Revista JRG de Estudos Acadêmicos, Brasil, São Paulo, v.7.
- NERY, Rebeca Ferreira et al. Técnicas de reprodução assistida aplicadas a indíviduos com diagnóstico de endometriose e infertilidade. [S.I.], v.5, m.4, 2023.
- PABALAN, et al. Association of the protein tyrosine phosphatase nonreceptor 22 polymorphism (PTPN22) with endometriosis: a metaanalysis. Einstein (Sao Paulo). 2017;15(1):105-11.
- Redwine, D. B. (2002). The distribution of endometriosis in the pélvis: A laparoscopic study. Journal of Reproductive Medicine, 47(70, 541-548.
- RODRIGUES, Nathália Carvalho de Almeida Bernardo et al. Desafios para o diagnósstico tardio. [S.I.], v5, n.5, 2022.
- ROSA E SILVA, Júlio Cesar et al. Endometriose: aspectos clínicos do diagnóstico ao tratamento. Femina, Rio de Janeiro, v.49, n.3, p.134-141, 2021.
- Sampson, J. A. (1921). Peritoneal endometriosis due to the menstrual dissemination of endometrial tissue into the peritoneal cavity. American Journal of Obstetrics and Gynecology, 2(4), 345-356.
- SAMPAIO, Bianca Rios et al. Aspectos atuais do diagnóstico e tratamento da endometriose. [S.I.], V.6, N.8, 2024.
- SANTOS, Camila Maria do Nascimento et al. Tratamento farmacológico para endometriose. Research Society and Development, Julho 2021.
- SAPADARI, Giselle Tirado et al. Elastografia ultrassonográfica no diagnóstico de endometriose. [S.I.], v.4, n.12, 2023
- SCHMIDT, D. B. ARAÚJO, F. W. Endometriose um problema de saúde pública: Revisão de literatura. Revista Saúde e Desenvolvimento, v14, n. 18 – 2020.
- SMITH, J. Endometriose: uma revisão bibliográfica. Revista de Ginecologia e Obstetrícia, v24, n.1, p.12-20, 2020.
- Sociedade Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia (SBGO). (2020). Endometriose.
- TROVÓ de MARQUI, Alessandra Bernadete. Endometriose: do diagnóstico ao tratamento. Revista Enfermagem Atenção Saúde, v. 3, n. 2, p. 97-105, jul./dez. 2014.
- VERCELLINI P, et al. Endometriosis: pathogenesis and treatment. Nature Reviews Endocrinology, 2014; 10(5): 261-75.
1 Discente do curso de Farmácia da Faculdade de Ilhéus, Centro de Ensino Superior, Ilhéus, Bahia. E-mail:
[email protected]
2 Docente do curso de Farmácia da Faculdade de Ilhéus, Centro de Ensino Superior, Ilhéus, Bahia. E-mail:
[email protected]