Terapias Inovadoras para Endometriose: Novos Fármacos e Abordagens Cirúrgicas Minimante Invasivas

In: Perspectivas integradas em Saúde, bem-estar e qualidade de vida 7 · 2024 · pp. 1–9 · doi:10.22533/at.ed.445172411201 · W4404551838
book-chapter OA: gold CC0
AI-generated summary by gemini-2.5-flash-lite+body, 2026-07-26

This review analyzed new drugs like Dienogeste and minimally invasive surgeries like laparoscopy for endometriosis, finding them effective in symptom reduction and lesion removal with improved recovery.

One-sentence paraphrase of the abstract; not a substitute for reading it. No clinical advice. How this works

Full text 24,329 characters · extracted from oa-pdf · click to expand
Capítulo 1 5 Perspectivas integradas em Saúde, bem-estar e qualidade de vida 7 Data de aceite: 19/11/2024 https://doi.org/10.22533/at.ed.445172411201 TERAPIAS INOVADORAS PARA ENDOMETRIOSE: NOVOS FÁRMACOS E ABORDAGENS CIRÚRGICAS MINIMANTE INVASIVAS CAPÍTULO 1 Yasmin Amanda Ribeiro Pereira PUCPR 0009-0008-9649-6317 Isabele Seidl Centro Universitário de Pato Branco - UNIDEP 0009-0008-4518-6247 Maria Luiza Paes Carpine Universidade Paranaense (UNIPAR) Bruna Fernanda Dysarz Moretti Universidade Positivo 0009-0004-8275-6051 Beatriz de Queiroz UNICID- Universidade Cidade de São Paulo 0009-0001-3136-1314 Giorgia Dall Agnol Teixeira de Freitas Universidade Positivo 0009-0001-9986-2350 Fernando Malachias de Andrade Bergamo Fapi 0009-0002-4417-5737 Giovanna Galego Navarrete de Andrade Universidade positivo 0009-0006-6131-884 João Kleber Silva Schuenck UNINOVE 0009-0001-9314-9749 Érica da Silva Santos Ferreira Unidep - Centro universitário de Pato Branco 0009-0008-6185-6458 Sophia Junqueira Araújo Unirv 0009-0006-1693-1530 Charles Bonatti do Vale Silva Centro Universitário de Brusque 0009-0004-0194-7383 RESUMO: Introdução: A endometriose é uma condição ginecológica crônica que afeta uma proporção significativa de mulheres em idade reprodutiva, caracterizada pela presença de tecido endometrial fora da cavidade uterina. Essa condição não apenas causa dor intensa e disfunção, mas também está associada a complicações como infertilidade e diminuição da qualidade de vida. O manejo da endometriose tem evoluído, com a introdução de novas terapias farmacológicas e abordagens cirúrgicas minimamente invasivas, que visam não Perspectivas integradas em Saúde, bem-estar e qualidade de vida 7 Capítulo 1 6 apenas aliviar os sintomas, mas também preservar a fertilidade das pacientes. Objetivos: O principal objetivo deste artigo é revisar as terapias inovadoras disponíveis para o tratamento da endometriose, focando em novos fármacos e abordagens cirúrgicas minimamente invasivas. Além disso, busca-se comparar a eficácia e segurança dessas opções, identificar lacunas na literatura e promover uma abordagem multidisciplinar no manejo da doença. Metodologia: Foi realizada uma revisão sistemática da literatura utilizando bases de dados como BVS, Medline, Pubmed, LILACS e Google Scholar. Os critérios de inclusão abrangeram estudos que abordassem novas terapias farmacológicas e técnicas cirúrgicas minimamente invasivas no tratamento da endometriose, publicados nos últimos dez anos. A análise dos dados foi realizada de forma qualitativa, com foco nas comparações entre as diferentes abordagens. Resultados: Os resultados da revisão indicaram que novos fármacos, como o Dienogeste e moduladores seletivos do receptor de progesterona, demonstraram eficácia na redução dos sintomas da endometriose, como dor pélvica e dispareunia. As abordagens cirúrgicas minimamente invasivas, como a laparoscopia, mostraram-se eficazes na remoção de lesões endometrióticas, com menor morbidade e tempo de recuperação em comparação com cirurgias abertas. A técnica de extração por orifícios naturais (NOSE) também se destacou como uma inovação promissora. Além disso, a revisão identificou a importância de uma abordagem multidisciplinar no manejo da endometriose, integrando diferentes especialidades médicas para otimizar o tratamento. Conclusão: As terapias inovadoras para endometriose, incluindo novos fármacos e abordagens cirúrgicas minimamente invasivas, oferecem novas esperanças para o manejo dessa condição desafiadora. No entanto, é fundamental que os profissionais de saúde adotem uma abordagem multidisciplinar e individualizada, considerando as necessidades e preferências das pacientes, para otimizar os resultados e a qualidade de vida das mulheres afetadas pela endometriose. A continuidade da pesquisa e a educação sobre a endometriose são essenciais para melhorar o cuidado clínico e a qualidade de vida das pacientes. PALAVRAS-CHAVE: “Endometriose”, “Novos fármacos” e “Abordagens minimamente invasivas” INTRODUÇÃO A endometriose é uma condição ginecológica crônica que afeta uma proporção significativa de mulheres em idade reprodutiva, caracterizada pela presença de tecido endometrial fora da cavidade uterina. Essa patologia não apenas provoca dor intensa e disfunção, mas também está associada a complicações como infertilidade e diminuição da qualidade de vida. O manejo da endometriose tem evoluído ao longo dos anos, com a introdução de novas terapias farmacológicas e abordagens cirúrgicas minimamente invasivas, que visam não apenas aliviar os sintomas, mas também preservar a fertilidade das pacientes. 1,2,3,12,14,18,19 Nos últimos anos, a pesquisa sobre endometriose tem se intensificado, resultando em uma variedade de opções terapêuticas que incluem tanto intervenções cirúrgicas quanto tratamentos farmacológicos inovadores. As terapias hormonais, como os contraceptivos orais combinados e os progestagênios, continuam a ser amplamente utilizadas, mas Perspectivas integradas em Saúde, bem-estar e qualidade de vida 7 Capítulo 1 7 novas opções, como moduladores seletivos do receptor de progesterona e agentes anti- inflamatórios, estão sendo introduzidas. Além disso, as técnicas cirúrgicas minimamente invasivas, como a laparoscopia e a cirurgia robótica, têm se mostrado eficazes na remoção de implantes endometriais e no alívio da dor, oferecendo vantagens significativas em relação às abordagens cirúrgicas tradicionais, incluindo menor tempo de recuperação e redução das complicações. 1,2,3,18,19 A combinação de terapias farmacológicas e cirúrgicas é fundamental para o tratamento eficaz da endometriose, pois permite uma abordagem multidisciplinar que considera as necessidades individuais de cada paciente. A literatura atual sugere que a integração dessas abordagens pode melhorar os resultados clínicos e a qualidade de vida das mulheres afetadas por essa condição. 1,4,5,22,23 Este artigo de revisão sistemática tem como objetivo principal analisar novas terapias para endometriose, abordando fármacos inovadores e técnicas cirúrgicas minimamente invasivas, com foco em eficácia, segurança e qualidade de vida das pacientes. Também visa comparar essas abordagens, identificar lacunas na literatura para futuras pesquisas e promover uma visão multidisciplinar que integre diferentes especialidades médicas. Com isso, pretende-se contribuir para o aprimoramento das diretrizes clínicas e o avanço do cuidado na endometriose. METODOLOGIA Essa revisão sistemática sobre terapias inovadoras para endometriose, com foco em novos fármacos e abordagens cirúrgicas minimamente invasivas, foi estruturada conforme a metodologia PRISMA (Preferred Reporting Items for Systematic Reviews and Meta- Analyses). O primeiro passo na condução da revisão foi a formulação de uma pergunta de pesquisa clara e específica, que abordou questões como: “Quais são os efeitos clínicos dos novos fármacos no tratamento da endometriose?” e “Como as técnicas cirúrgicas minimamente invasivas têm impactado o tratamento e a recuperação dos pacientes com endometriose?”. A definição dos critérios de inclusão e exclusão foi essencial para garantir que apenas estudos relevantes fossem considerados; esses critérios incluíram o tipo de estudo (ensaios clínicos, estudos observacionais), a população estudada (pacientes diagnosticadas com endometriose) e a data de publicação, abrangendo o período de 2016 a 2024. Após a formulação da pergunta de pesquisa e a definição dos critérios, o próximo passo foi a busca sistemática da literatura em bases de dados eletrônicas, como PubMed, BJHR e BJIHS, utilizando descritores padronizados e palavras-chave relacionadas à endometriose, novos fármacos e abordagens minimamente invasivas. A busca foi documentada detalhadamente, incluindo as estratégias de pesquisa e as bases de dados consultadas, para assegurar a transparência e a reprodutibilidade do processo. Uma vez realizada a busca, os resultados foram filtrados conforme os critérios de inclusão e exclusão Perspectivas integradas em Saúde, bem-estar e qualidade de vida 7 Capítulo 1 8 estabelecidos; essa etapa incluiu a leitura dos títulos e resumos dos artigos identificados, seguida pela leitura completa dos artigos que atendiam aos critérios. A seleção foi feita por pelo menos dois revisores independentes, visando minimizar o viés de seleção. Em casos de discordância, um terceiro revisor foi consultado para resolver divergências. Após a seleção dos estudos, os dados relevantes foram extraídos de cada artigo incluído na revisão, utilizando um formulário padronizado que incluiu informações como autor, ano de publicação, tipo de estudo, características da população, intervenções realizadas e principais resultados. Essa etapa foi fundamental para a síntese dos dados e a análise subsequente. A análise dos dados coletados incluiu uma síntese qualitativa ou quantitativa, dependendo da homogeneidade dos estudos incluídos; para estudos com resultados homogêneos, foi realizada uma meta-análise, permitindo a combinação estatística dos dados, enquanto para estudos heterogêneos, uma síntese narrativa destacou as principais tendências e padrões observados na literatura. Além disso, foram discutidas as implicações dos resultados para a prática clínica e para futuras pesquisas na área da endometriose, especialmente em relação ao aprimoramento das terapias e à identificação de lacunas de conhecimento a serem abordadas. RESULTADOS A análise dos estudos identificou uma variedade de novos fármacos que têm sido utilizados no tratamento da endometriose. Entre eles, o Dienogeste (DNG) se destacou como uma opção eficaz, demonstrando resultados positivos na redução da dor pélvica e na melhora da qualidade de vida das pacientes . Estudos mostraram que o DNG, um progestágeno, é eficaz na supressão do crescimento do tecido endometrial e na redução dos sintomas associados. Além disso, a melatonina e o resveratrol foram identificados como potenciais agentes terapêuticos, apresentando efeitos anti-inflamatórios que podem ser benéficos no manejo da endometriose. 2,13,16 As técnicas cirúrgicas minimamente invasivas, como a laparoscopia, foram amplamente discutidas na literatura revisada. A laparoscopia é considerada o padrão- ouro para o tratamento cirúrgico da endometriose, permitindo a remoção de implantes endometriais e aderências com menor morbidade e tempo de recuperação em comparação com cirurgias abertas. A ressecção laparoscópica de endometriose profunda demonstrou ser eficaz na redução da dor e na melhora da fertilidade, com taxas de recorrência relativamente baixas. Além disso, a utilização de abordagens como a extração por orifícios naturais (NOSE) tem mostrado resultados promissores, minimizando ainda mais o trauma cirúrgico.7,8,20,21 Perspectivas integradas em Saúde, bem-estar e qualidade de vida 7 Capítulo 1 9 A endometriose tem um impacto significativo na qualidade de vida das mulheres afetadas. Estudos indicam que a condição está associada a altos níveis de dor, ansiedade e depressão, o que pode agravar os sintomas e dificultar o tratamento. A implementação de terapias integrativas, como acupuntura e intervenções dietéticas, também foi discutida como uma forma de melhorar a qualidade de vida das pacientes. A adoção de uma dieta anti-inflamatória e a prática de exercícios físicos foram associadas a uma redução dos sintomas e à melhora do bem-estar geral. 9,10,15,22,23 A revisão também destacou os desafios enfrentados no diagnóstico precoce da endometriose, que frequentemente é confundida com outras condições. A laparoscopia diagnóstica continua sendo a técnica mais confiável para confirmar a presença de endometriose. O diagnóstico tardio pode levar a intervenções mais invasivas e a um manejo menos eficaz da doença, ressaltando a necessidade de conscientização e educação sobre os sintomas da endometriose entre profissionais de saúde e pacientes. 3,6,11,20,21 A literatura revisada enfatizou a importância de uma abordagem multidisciplinar no manejo da endometriose. A colaboração entre ginecologistas, especialistas em dor, nutricionistas e psicólogos é essencial para oferecer um tratamento abrangente que atenda às necessidades físicas e emocionais das pacientes. A integração de diferentes modalidades de tratamento, incluindo farmacoterapia, cirurgia e terapias complementares, pode resultar em melhores desfechos clínicos e na satisfação das pacientes. 20,21,23,23 Esses resultados demonstram que, embora as terapias inovadoras e as abordagens cirúrgicas minimamente invasivas ofereçam novas esperanças para o tratamento da endometriose, ainda existem desafios significativos que precisam ser abordados para otimizar o manejo dessa condição. A continuidade da pesquisa e a educação sobre a endometriose são fundamentais para melhorar a qualidade de vida das mulheres afetadas. DISCUSSÃO A endometriose é uma condição complexa que afeta uma significativa proporção de mulheres em idade reprodutiva, resultando em dor crônica, infertilidade e impacto negativo na qualidade de vida. A revisão sistemática realizada neste estudo abordou as terapias inovadoras disponíveis para o manejo da endometriose, incluindo novos fármacos e abordagens cirúrgicas minimamente invasivas, destacando a importância dessas opções no tratamento da doença. 2,12 As novas opções farmacológicas, como o Dienogeste e moduladores seletivos do receptor de progesterona, têm mostrado eficácia na redução dos sintomas da endometriose, como a dor pélvica e a dispareunia. A utilização de terapias hormonais, embora amplamente aceita, frequentemente está associada a efeitos colaterais que podem impactar a adesão ao tratamento. Portanto, é essencial que os médicos considerem as preferências e a qualidade de vida das pacientes ao prescrever essas terapias. Além disso, a introdução de alternativas não hormonais, como a melatonina e o resveratrol, representa uma nova frente no tratamento da endometriose, embora mais pesquisas sejam necessárias para validar sua eficácia clínica. 2,18,19 Perspectivas integradas em Saúde, bem-estar e qualidade de vida 7 Capítulo 1 10 As abordagens cirúrgicas minimimamente invasivas, como a laparoscopia, têm se mostrado eficazes no tratamento da endometriose, permitindo a remoção de lesões endometrióticas com menor morbidade e tempo de recuperação em comparação com cirurgias abertas. A laparoscopia não apenas alivia os sintomas, mas também pode melhorar a fertilidade, especialmente em casos de endometriose leve a moderada. A técnica de extração por orifícios naturais (NOSE) é uma inovação que tem ganhado destaque, pois minimiza as cicatrizes e potencialmente melhora a recuperação pós-operatória. No entanto, é importante que os cirurgiões estejam cientes das complicações potenciais associadas a essas técnicas, como o pneumotórax intraoperatório, e estejam preparados para gerenciá- las adequadamente. 1,8,18,19,20,21 A discussão sobre a abordagem multidisciplinar no manejo da endometriose é crucial. A integração de diferentes especialidades médicas, incluindo ginecologia, psicologia e nutrição, pode proporcionar um tratamento mais holístico e eficaz. A literatura sugere que a colaboração entre profissionais de saúde pode melhorar a adesão ao tratamento e a satisfação das pacientes, resultando em melhores desfechos clínicos. Além disso, a educação das pacientes sobre a endometriose e suas opções de tratamento é fundamental para empoderá-las na tomada de decisões sobre sua saúde. 2,12,22,23 Outro aspecto importante discutido na literatura é o impacto da endometriose na qualidade de vida das mulheres. Estudos indicam que a condição está associada a altos níveis de dor, ansiedade e depressão, o que pode agravar os sintomas e dificultar o tratamento. Portanto, é essencial que os profissionais de saúde abordem não apenas os aspectos físicos da endometriose, mas também os fatores emocionais e psicossociais que podem influenciar a experiência da paciente. A implementação de intervenções complementares, como acupuntura e terapia cognitivo-comportamental, pode ser benéfica para o manejo da dor e a melhoria da qualidade de vida. 2,12,13,22,23 Por fim, a revisão sistemática identificou lacunas na literatura que precisam ser abordadas em pesquisas futuras. Embora existam várias opções de tratamento disponíveis, a eficácia a longo prazo e a segurança das novas terapias ainda precisam ser mais bem avaliadas em estudos clínicos robustos. Além disso, a necessidade de diretrizes claras e baseadas em evidências para o manejo da endometriose é evidente, especialmente em relação à escolha entre opções farmacológicas e cirúrgicas. 18,19,22,23 Perspectivas integradas em Saúde, bem-estar e qualidade de vida 7 Capítulo 1 11 CONCLUSÃO Em suma, a endometriose, uma condição complexa que impacta fortemente a saúde física e emocional de mulheres em idade reprodutiva, demanda uma abordagem inovadora e multidisciplinar para seu manejo eficaz. As terapias farmacológicas, como o Dienogeste e moduladores seletivos do receptor de progesterona, têm se mostrado eficazes na redução de sintomas e melhoria da qualidade de vida, embora os efeitos colaterais possam afetar a adesão ao tratamento. Alternativas não hormonais, como a melatonina e o resveratrol, também surgem como promissoras, mas necessitam de mais estudos para validação de sua eficácia clínica. As abordagens cirúrgicas minimamente invasivas, principalmente a laparoscopia, proporcionam remoção eficaz das lesões com menores complicações e recuperação mais rápida, e técnicas como a extração por orifícios naturais (NOSE) representam avanços promissores que reduzem o impacto físico das intervenções. Uma abordagem multidisciplinar envolvendo ginecologistas, psicólogos, nutricionistas e outros especialistas se faz essencial para um cuidado integral que contemple as necessidades físicas, emocionais e sociais das pacientes. A revisão também ressalta a necessidade de diretrizes clínicas claras e baseadas em evidências para orientar a escolha entre tratamentos farmacológicos e cirúrgicos, o que evidencia a importância de pesquisas futuras e educação contínua sobre a endometriose. Em síntese, é fundamental que os profissionais de saúde adotem práticas individualizadas e integradas, visando otimizar os resultados e a qualidade de vida das mulheres afetadas por essa condição desafiadora. REFERÊNCIAS 1. ALMEIDA, R.; GUIMARÃES, V.; KUROSAWA, J.; MILEO, A.; YASOJIMA, E. Tratamento cirúrgico da endometriose pélvica: revisão de literatura / surgical treatment of pelvic endometriosis: literature review. Brazilian Journal of Health Review, v. 5, n. 3, p. 11920-11934, 2022. DOI: https://doi.org/10.34119/ bjhrv5n3-323. 2. ANDRADE, A. Uso do dienogeste em mulheres com endometriose: uma revisão integrativa. Coopex, v. 14, n. 5, p. 4350-4378, 2023. DOI: https://doi.org/10.61223/coopex.v14i5.469. 3. BARROSO, A. Endometriose: dificuldades no diagnóstico precoce e seu impacto na vida das mulheres que convivem com a doença. Revista Contemporânea, v. 3, n. 11, p. 23487-23510, 2023. DOI: https://doi. org/10.56083/rcv3n11-171. 4. BEZERRA, L. Estratégias de prevenção e manejo da endometriose: uma revisão bibliográfica de literatura. Recima21 - Revista Científica Multidisciplinar, v. 5, n. 3, e535062, 2024. DOI: https://doi. org/10.47820/recima21.v5i3.5062. 5. BUENO, B. Impactos da endometriose em paciente com útero didelfo associada à puberdade precoce: relato de caso. Brazilian Journal of Health Review , v. 6, n. 6, p. 27478-27488, 2023. DOI: https://doi. org/10.34119/bjhrv6n6-075. Perspectivas integradas em Saúde, bem-estar e qualidade de vida 7 Capítulo 1 12 6. CRUZ, L. A assistência de enfermagem frente aos impactos na saúde da mulher com diagnóstico de endometriose. Revista Ibero-Americana de Humanidades Ciências e Educação, v. 9, n. 9, p. 1326-1340, 2023. DOI: https://doi.org/10.51891/rease.v9i9.11275. 7. FARIAS, E. Tratamento clínico da endometriose profunda: um panorama atual baseado em evidências. Revista Interdisciplinar em Saúde, v. 10, p. 812-823, 2023. DOI: https://doi.org/10.35621/23587490.v10. n1.p812-823. 8. FREIRE, L.; MAGALHÃES, T.; ALMEIDA, F.; AUGUSTO, K.; MARINHO, M.; BEZERRA, C.; BEZERRA, L. Extração por orifícios naturais (NOSE) no tratamento cirúrgico minimamente invasivo de endometriose intestinal: relato de caso. Revista de Medicina da UFC , v. 56, n. 1, p. 49-51, 2016. DOI: https://doi.org/10.20513/2447-6595.2016v56n1p49-51. 9. FROTA, L.; FRANCO, L.; ALMEIDA, S. A nutrição e suas implicações na endometriose. Research Society and Development, v. 11, n. 5, e14211528017, 2022. DOI: https://doi.org/10.33448/rsd-v11i5.28017. 10. GOMES, M.; ROCHA, M.; LIMA, C. Os benefícios nutricionais para redução de sintomas e progressão da endometriose. Research Society and Development, v. 11, n. 9, e11511931584, 2022. DOI: https://doi. org/10.33448/rsd-v11i9.31584. 11. LACERDA, A.; BARREIROS, A.; LACERDA, C.; ASSIS, G.; ABRANTES, G.; OLIVEIRA, M.; ARRUDA, I. O diagnóstico precoce da endometriose e sua importância na fertilidade. Brazilian Journal of Health Review, v. 6, n. 1, p. 3316-3322, 2023. DOI: https://doi.org/10.34119/bjhrv6n1-258. 12. LEITE, L. O impacto da endometriose na qualidade de vida feminina: uma revisão de literatura. Revista Contemporânea, v. 4, n. 4, e3822, 2024. DOI: https://doi.org/10.56083/rcv4n4-144. 13. LIMA, T.; MERGULHÃO, B.; MACÊDO, R.; PEIXOTO, E.; EMÍDIO, M.; TEIXEIRA, G.; BARBOSA, A. Tratamento com dienogeste (DNG) para endometriose: uma revisão sistemática / treatment with dienogeste (DNG) for endometriosis: a systematic review. Brazilian Journal of Health Review, v. 4, n. 6, p. 26703-26728, 2021. DOI: https://doi.org/10.34119/bjhrv4n6-246. 14. MATTHES, A. Endometriose - uma revisão abrangente sobre patogenia e epidemiologia, investigação diagnóstica, abordagem clínica e cirúrgica. Brazilian Journal of Health Review, v. 7, n. 2, e68595, 2024. DOI: https://doi.org/10.34119/bjhrv7n2-256. 15. MORAIS, H.; SOUSA, L.; SANTOS, I.; RIBEIRO, V.; CARVALHO, L. Impactos negativos da endometriose na qualidade de vida da mulher acometida: uma revisão integrativa de literatura. Brazilian Medical Students, v. 5, n. 8, 2021. DOI: https://doi.org/10.53843/bms.v5i8.201. 16. PESSOA, M. Melatonina e endometriose: bases bioquímicas de uma relação potencialmente terapêutica. Brazilian Journal of Health Review , v. 6, n. 6, p. 30070-30089, 2023. DOI: https://doi. org/10.34119/bjhrv6n6-268. 17. SANTANA, B.; TEIXEIRA, L.; MONTEIRO, M.; LIMA, S. Cirurgia robótica no Brasil. Research Society and Development, v. 11, n. 12, e138111233223, 2022. DOI: https://doi.org/10.33448/rsd-v11i12.33223. 18. SANTANA, E. Inovações terapêuticas no tratamento da endometriose e seus efeitos na preservação da fertilidade feminina. Brazilian Journal of Implantology and Health Sciences , 2024, p. 32-39. DOI: https://doi.org/10.29327/5441901.10-4. Perspectivas integradas em Saúde, bem-estar e qualidade de vida 7 Capítulo 1 13 19. SANTOS, E. Abordagens cirúrgicas no tratamento de endometriose profunda. Centro de Pesquisas Avançadas em Qualidade de Vida, v. 16, n. 2, 2024. DOI: https://doi.org/10.36692/v16n2-145r. 20. SANTOS, O. A importância do diagnóstico precoce da endometriose: revisão de literatura. Brazilian Journal of Implantology and Health Sciences , v. 5, n. 5, p. 4959-4968, 2023. DOI: https://doi. org/10.36557/2674-8169.2023v5n5p4959-4968. 21. SANTOS, S. Análise crítica da cirurgia de endometriose como tratamento para infertilidade. Research Society and Development , v. 12, n. 10, e100121043523, 2023. DOI: https://doi.org/10.33448/rsd- v12i10.43523. 22. SILVA, A. Tratamentos da endometriose: abordagens medicamentosas, cirúrgicas e multidisciplinares. Brazilian Journal of Implantology and Health Sciences , v. 5, n. 5, p. 4969-4984, 2023. DOI: https://doi. org/10.36557/2674-8169.2023v5n5p4969-4984. 23. SILVA, M.; MEDEIROS, B.; MARQUI, A. Depressão e ansiedade em mulheres com endometriose: uma revisão crítica da literatura. Interação em Psicologia, v. 20, n. 2, 2016. DOI: https://doi.org/10.5380/ psi.v20i2.34308

Text is read by the "Ask this paper" AI Q&A widget below. Extraction quality varies by source — PMC NXML preserves structure cleanly, OA-HTML may include some navigation residue, and OA-PDF can have broken hyphenation. The publisher copy (via DOI) is the canonical version.

My notes (saved in your browser only)

Ask this paper AI returns verbatim quotes from the full text · source: oa-pdf

Answers must be backed by verbatim quotes from this paper's full text. Hallucinated quotes are dropped automatically; if no verbatim passage answers the question, we say so. How this works

Citation neighborhood (no data yet)

We don't have any in-corpus citations linked to this paper yet. This is a recent paper (2024) — citers typically take a year or two to land, and the OpenAlex reference graph may still be filling in.

Source provenance

openalex
last seen: 2026-06-10T17:14:06.276822+00:00
License: CC0 · commercial use OK