Impacto das dietas anti-inflamatórias na sintomatologia e qualidade de vida de mulheres com endometriose

In: Brazilian Journal of Development · 2026 · vol. 12(2) , pp. e85918 · doi:10.34117/bjdv12n2-086 · W7131851503
article OA: diamond CC0
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The paper studied the impact of an anti-inflammatory dietary plan using natural foods rich in fiber, antioxidants, vitamins, and polyunsaturated fatty acids while reducing pro-inflammatory foods, in women with endometriosis. Over a two-month intervention with biweekly monitoring, the authors assessed anthropometry and body composition and measured changes using the Endometriosis Health Profile-30 (EHP-30) at baseline and post-intervention. They reported expressive improvements in perceived symptoms related to autoimage and well-being, indicating potential adjuvant therapeutic benefit on quality of life, while the major limitation described is the short intervention duration and monitoring period. This paper is centrally about endometriosis — it evaluates how an anti-inflammatory diet affects symptom perception and quality of life in women with endometriosis.

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Abstract

A endometriose é caracterizada como uma patologia inflamatória crônica e estrogênio-dependente, causando comprometimento funcional e expressivo impactando na qualidade de vida das mulheres. O manejo dessa doença ainda enfrenta desafios, uma vez que os tratamentos convencionais nem sempre garantem a remissão dos sintomas a longo prazo. Dessa forma torna-se essencial explorar abordagens terapêuticas nutricionais. O objetivo foi implementar um plano alimentar com alimentos naturais, ricos em fibras, antioxidantes, vitaminas e ácidos graxos poli-insaturados com a redução de alimentos pró-inflamatórios, e avaliar seus efeitos sobre sintomas, desconfortos e qualidade de vida. O estudo foi conduzido por dois meses, com monitoramento quinzenal, avaliação antropométrica, análise de composição corporal e aplicação do questionário Endometriosis Health Profile-30 (EHP-30) nos momentos pré e pós intervenção. A intervenção resultou na melhora expressiva dos sintomas na percepção de autoimagem e bem-estar, indicando que a adoção de uma dieta anti-inflamatória apresenta potencial terapêutico adjuvante no manejo da patologia, promovendo para a melhora da qualidade de vida.
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Impacto das dietas anti-inflamatórias na sintomatologia e qualidade de vida de mulheres com endometriose DOI: https://doi.org/10.34117/bjdv12n2-086Keywords: estrogênio, doença inflamatória, nutrientes, doenças crônicasAbstract A endometriose é caracterizada como uma patologia inflamatória crônica e estrogênio-dependente, causando comprometimento funcional e expressivo impactando na qualidade de vida das mulheres. O manejo dessa doença ainda enfrenta desafios, uma vez que os tratamentos convencionais nem sempre garantem a remissão dos sintomas a longo prazo. Dessa forma torna-se essencial explorar abordagens terapêuticas nutricionais. O objetivo foi implementar um plano alimentar com alimentos naturais, ricos em fibras, antioxidantes, vitaminas e ácidos graxos poli-insaturados com a redução de alimentos pró-inflamatórios, e avaliar seus efeitos sobre sintomas, desconfortos e qualidade de vida. O estudo foi conduzido por dois meses, com monitoramento quinzenal, avaliação antropométrica, análise de composição corporal e aplicação do questionário Endometriosis Health Profile-30 (EHP-30) nos momentos pré e pós intervenção. A intervenção resultou na melhora expressiva dos sintomas na percepção de autoimagem e bem-estar, indicando que a adoção de uma dieta anti-inflamatória apresenta potencial terapêutico adjuvante no manejo da patologia, promovendo para a melhora da qualidade de vida. References ABOBELEIRA, C. et al. Visceral adipose tissue alterations and inflammatory pathways in endometriosis: a comprehensive review. ScienceDirect, 2024. Disponível em: https://www.sciencedirect.com/. ABULUGHOD, N.; VALAKAS, S.; EL-ASSAAD, F. Dietary and nutritional interventions for the management of endometriosis. Nutrients, v. 16, n. 23, art. 3988, 21 nov. 2024. Disponível em: https://doi.org/10.3390/nu16233988. ALEXAKI, V. I. et al. 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