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ABORDAGENS ATUAIS NO MANEJO DA ENDOMETRIOSE: DIAGNÓSTICO E TERAPÊUTICAS EMERGENTES
DOI:
https://doi.org/10.70779/aijshs.v4i3.44Palavras-chave:
Endometriose, Diagnóstico, TratamentoResumo
Introdução: A endometriose é uma doença ginecológica crônica e frequentemente dolorosa que afeta mulheres em idade reprodutiva. Caracteriza-se pela presença de tecido endometrial fora da cavidade uterina. O diagnóstico é predominantemente clínico, baseado em sintomas como dor pélvica crônica, dismenorreia, dispareunia e dificuldades para engravidar, sendo complementado por exames de imagem. Com os avanços recentes na pesquisa, novas terapias emergentes têm mostrado promissores resultados no manejo da endometriose. Objetivo: Revisar as abordagens atuais no diagnóstico e tratamento da endometriose. Metodologia: A pesquisa é fundamentada em uma revisão abrangente da literatura existente, para a coleta dos dados, foi utilizada a base de dados PubMed e Scielo, abrangendo estudos entre 2014 a 2024. A pesquisa foi conduzida com os termos “Endometriose”, “Diagnóstico”, “Tratamento", aplicando o operador booleano "AND". Resultados e discussão: A revisão sobre o manejo da endometriose destacou avanços significativos no diagnóstico e nas opções terapêuticas emergentes. Técnicas de imagem, como ressonância magnética e ultrassonografia transvaginal, têm aprimorado o diagnóstico não invasivo, enquanto biomarcadores estão sendo explorados como potenciais ferramentas de apoio. As terapias hormonais continuam sendo a principal abordagem para controle da dor, mas novas opções, como inibidores da aromatase e moduladores seletivos do receptor de estrogênio, têm mostrado promissores resultados com menos efeitos colaterais. A cirurgia laparoscópica permanece importante para casos graves, e terapias complementares, como acupuntura e fisioterapia, oferecem benefícios adicionais no controle dos sintomas. A infertilidade, ainda um desafio significativo, está sendo abordada com tratamentos como a fertilização in vitro, e o manejo multidisciplinar, incluindo apoio psicológico, tem se mostrado crucial para a melhoria da qualidade de vida das pacientes. Conclusão: A endometriose continua sendo uma condição desafiadora, mas os avanços no diagnóstico e nas terapias emergentes oferecem novas perspectivas para o manejo da doença. Embora as terapias hormonais ainda sejam amplamente utilizadas, novas opções, como inibidores da aromatase e moduladores seletivos do receptor de estrogênio, têm mostrado resultados promissores com menos efeitos colaterais. A cirurgia continua sendo necessária para casos graves, mas o manejo multidisciplinar, incluindo terapias complementares e apoio psicológico, é essencial para melhorar a qualidade de vida das pacientes.
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