Endometriose pélvica: aspectos à ressonância magnética e correlação com laparoscopia e anatomia patológica

In: Radiologia Brasileira · 2009 · vol. 42(3) , pp. 158 · doi:10.1590/s0100-39842009000300016 · W2099439457
Diagnostic accuracy OA: diamond CC0
⚙ AI-generated summary by gemini-2.5-flash-lite, 2026-07-16 ⓘ

This study evaluated pelvic MRI for diagnosing endometriosis in ovaries, retrocervical region, rectosigmoid, bladder, ureters, and vagina, correlating findings with laparoscopy and pathology.

One-sentence paraphrase of the abstract; not a substitute for reading it. No clinical advice. How this works

⚙ AI-generated deep summary by claude@2026-07, 2026-07-16 · read from full text ⓘ

This prospective observational transversal thesis evaluated pelvic MRI as a pre-operative diagnostic tool for deep endometriosis across multiple sites—ovaries, retrocervical region, rectosigmoid, bladder, ureters, and vagina—in 92 women with clinically suspected deep endometriosis, comparing MRI interpretations made by two experienced radiologists (consensus) with laparoscopic findings and pathological confirmation. Endometriosis was diagnosed on MRI using specific imaging criteria (e.g., ovarian endometriotic cysts with high T1 signal and T2 “shading,” and peritoneal nodules with low T2 signal in defined locations), and diagnostic performance metrics (sensitivity, specificity, PPV, NPV, accuracy) were calculated per site. Pathology confirmed ovarian and deep endometriosis in 77/92 patients, with MRI showing highest performance at several sites (e.g., ovaries: sensitivity 100%, specificity 88.9%, accuracy 95.7%) but notably lower sensitivity for bladder and ureter involvement. This paper is centrally about endometriosis—specifically the pre-operative diagnostic accuracy and MRI imaging features of pelvic endometriosis across multiple anatomical sites with correlation to laparoscopy and pathology.

Read from the paper's body, not the abstract. Not a substitute for reading the paper. No clinical advice. How this works

Abstract

Introdução: A endometriose é uma doença ginecológica comum, caracterizada pela presença de tecido endometrial glandular e/ou estromal fora dos limites uterinos. Acomete principalmente as mulheres na idade reprodutiva e representa causa freqüente de dor pélvica crônica e infertilidade. O diagnóstico representa um dos maiores problemas no contexto clínico desta doença, sendo o mapeamento dos focos de extrema importância na escolha da modalidade terapêutica e no prognóstico da paciente. Este estudo teve por finalidade avaliar a capacidade da ressonância magnética (RM) da pelve para o diagnóstico pré-operatório da endometriose nos ovários, região retrocervical, reto-sigmóide, bexiga, ureteres e vagina em correlação aos achados de laparoscopia e de anatomia patológica, além de descrever os aspectos de imagem da doença nestes sítios à RM. Métodos: O presente estudo, transversal, observacional e prospectivo, efetuado em 92 pacientes do sexo feminino com suspeita clínica de endometriose profunda, foi realizado de novembro de 2005 a julho de 2007. As pacientes foram procedentes do Serviço de Ambulatório de Endometriose do Departamento de Ginecologia do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (HCFMUSP), e tinham idades entre 20 e 52 anos (média de 33 anos). As imagens de RM foram analisadas independentemente por dois radiologistas experientes e o diagnóstico estabelecido através de consenso entre eles. Endometriose foi diagnosticada quando foram identificados cistos ovarianos com elevado sinal em T1 e baixo sinal em T2 (shading) ou nódulos peritoniais de baixo sinal em T2 localizados na região retrocervical, reto-sigmóide, bexiga, ureteres e vagina. Os achados da RM foram comparados com aqueles obtidos na laparoscopia e anatomia patológica. Foram avaliados os valores de sensibilidade, especificidade, valor preditivo positivo, valor preditivo negativo e acurácia da RM para o diagnóstico da endometriose. Resultados: Endometriose ovariana e profunda foi confirmada através da anatomia patológica em 77 das 92 pacientes inclusas neste estudo. Em 15 pacientes foram observadas somente lesões peritoniais superficiais. A sensibilidade, especificidade, valor preditivo positivo, valor preditivo negativo e acurácia da RM para o diagnóstico de endometriose nos diversos sítios avaliados foi: ovários, 100%, 88,9%, 93,3%, 100% e 95,7%; região retrocervical, 89,4%, 92,3%, 96,7%, 77,4% e 90,2%; reto-sigmóide, 86%, 92,9%, 93,5%, 84,8% e 89,1%; bexiga, 23,1%, 100%, 100%, 88,8% e 89,1%; ureteres, 50%, 100%, 100%, 95,5% e 95,7% e vagina, 72,7%, 100%, 100%, 96,4% e 96,7%. Conclusão: A RM demonstrou elevada acurácia no diagnóstico pré-operatório da endometriose nos ovários, região retrocervical, reto-sigmóide, bexiga, ureteres e vagina. Os achados mais representativos da doença à RM são os cistos ovarianos de conteúdo hemorrágico com elevado sinal em T1 e baixo sinal em T2 (shading) e os nódulos peritoniais de baixo sinal em T2 em localizações específicas
Full text 16,382 characters · extracted from preprint-html · click to expand
<!-- Brazil - Endometriose pélvica: aspectos à ressonância magnética e correlação com laparoscopia e anatomia patológica Endometriose pélvica: aspectos à ressonância magnética e correlação com laparoscopia e anatomia patológica window.dataLayer = window.dataLayer || []; function gtag(){dataLayer.push(arguments);} gtag('js', new Date()); gtag('config', 'G-MKLVK7B5B6'); .articleTxt{ top: -16px; } .scielo__border-top{ border-top: 1px solid #ccc !important; } @media (max-width: 575.98px) { .articleCtt > .container{ padding-left: 0; padding-right: 0; } .articleCtt .articleTxt{ padding-left: 16px !important; padding-right: 16px !important; } } @media (min-width: 768px){ .scielo__truncate{ display: block; max-width: 285px; } } menu Menu Brazil Journal list by title Journal list by subject area Search Metrics (abre em nova aba) Sobre o SciELO Brazil Contacts Report error SciELO.org - The SciELO Network (abre em nova aba) National and thematic collections (abre em nova aba) Journal list by title (abre em nova aba) Journal list by subject (abre em nova aba) Search (abre em nova aba) Metrics (abre em nova aba) OAI and RSS (abre em nova aba) About the SciELO Network (abre em nova aba) Contacts (abre em nova aba) Blog SciELO in Perspective (abre em nova aba) document.addEventListener('DOMContentLoaded', function () { const wrapper = document.getElementById('scieloMainMenu'); const toggle = document.getElementById('scieloMainMenuToggle'); const panel = document.getElementById('scieloMainMenuNav2'); if (!wrapper || !toggle || !panel) return; const icon = toggle.querySelector('.material-icons-outlined'); const focusableSelector = [ 'a[href]', 'button:not([disabled])', 'input:not([disabled])', 'select:not([disabled])', 'textarea:not([disabled])', '[tabindex]:not([tabindex="-1"])' ].join(','); function setIcon(iconName) { if (icon) { icon.textContent = iconName; } } function getFocusableItems() { return Array.prototype.slice.call(panel.querySelectorAll(focusableSelector)) .filter(function (item) { return item.offsetParent !== null; }); } function openMenu() { panel.hidden = false; toggle.setAttribute('aria-expanded', 'true'); wrapper.classList.add('is-open'); setIcon('close'); const focusableItems = getFocusableItems(); if (focusableItems.length) { focusableItems[0].focus(); } } function closeMenu(options) { const settings = options || {}; panel.hidden = true; toggle.setAttribute('aria-expanded', 'false'); wrapper.classList.remove('is-open'); setIcon('menu'); if (settings.restoreFocus) { toggle.focus(); } } function isMenuOpen() { return toggle.getAttribute('aria-expanded') === 'true'; } toggle.addEventListener('click', function (event) { event.preventDefault(); event.stopPropagation(); if (isMenuOpen()) { closeMenu({ restoreFocus: true }); } else { openMenu(); } }); panel.addEventListener('click', function (event) { event.stopPropagation(); }); document.addEventListener('click', function (event) { if (isMenuOpen() && !wrapper.contains(event.target)) { closeMenu(); } }); document.addEventListener('keydown', function (event) { if (!isMenuOpen()) return; if (event.key === 'Escape') { event.preventDefault(); closeMenu({ restoreFocus: true }); return; } if (event.key !== 'Tab') return; const focusableItems = getFocusableItems(); if (!focusableItems.length) return; const firstItem = focusableItems[0]; const lastItem = focusableItems[focusableItems.length - 1]; if (event.shiftKey && document.activeElement === firstItem) { event.preventDefault(); toggle.focus(); return; } if (!event.shiftKey && document.activeElement === toggle) { event.preventDefault(); firstItem.focus(); return; } if (!event.shiftKey && document.activeElement === lastItem) { closeMenu(); } }); }); Brazil language en English Português Español Radiologia Brasileira Mostrar opções launch Submission of manuscripts info About the journal help_outline Política editorial people Editorial Board help_outline Instructions to authors email Contact show_chart Metrics home Table of contents navigate_before previous current next navigate_next Text (PT) Text (Portuguese) PDF Download PDF (Portuguese) article Conteúdo: Text (PT) Text (Portuguese) Download PDF (Portuguese) (abre em nova aba) share Whatsapp BlueSky Mastodon Facebook Mais home Table of contents share Whatsapp BlueSky Mastodon Facebook Mais Text (PT) Text (Portuguese) PDF Download PDF (Portuguese) (abre em nova aba) Resumos de Teses • Radiol Bras 42 (3) • Jun 2009 • https://doi.org/10.1590/S0100-39842009000300016 link copiar Endometriose pélvica: aspectos à ressonância magnética e correlação com laparoscopia e anatomia patológica Autoria SCIMAGO INSTITUTIONS RANKINGS RESUMO DE TESE Endometriose pélvica: aspectos à ressonância magnética e correlação com laparoscopia e anatomia patológica Autora: Luciana Pardini Chamié . Orientadora: Ilka Regina Souza de Oliveira. [Tese de Doutorado]. São Paulo: Universidade de São Paulo; 2008. INTRODUÇÃO: A endometriose é doença ginecológica comum, caracterizada pela presença de tecido endometrial glandular e/ou estromal fora dos limites uterinos. Acomete principalmente as mulheres na idade reprodutiva e representa causa frequente de dor pélvica crônica e infertilidade. O diagnóstico representa um dos maiores problemas no contexto clínico desta doença, sendo o mapeamento dos focos de extrema importância na escolha da modalidade terapêutica e no prognóstico da paciente. Este estudo teve por finalidade avaliar a capacidade da ressonância magnética (RM) da pelve para o diagnóstico pré-operatório da endometriose nos ovários, região retrocervical, retossigmoide, bexiga, ureteres e vagina em correlação aos achados de laparoscopia e de anatomia patológica, além de descrever os aspectos de imagem da doença nestes sítios à RM. MÉTODOS: O presente estudo, transversal, observacional e prospectivo, efetuado em 92 pacientes do sexo feminino com suspeita clínica de endometriose profunda, foi realizado de novembro de 2005 a julho de 2007. As pacientes foram procedentes do Ambulatório de Endometriose do Departamento de Ginecologia do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo e tinham idades entre 20 e 52 anos (média de 33 anos). As imagens de RM foram analisadas independentemente por dois radiologistas experientes e o diagnóstico foi estabelecido por consenso entre eles. Endometriose foi diagnosticada quando foram identificados cistos ovarianos com elevado sinal em T1 e baixo sinal em T2 (shading) ou nódulos peritoneais de baixo sinal em T2 localizados na região retrocervical, retossigmoide, bexiga, ureteres e vagina. Os achados da RM foram comparados com os obtidos na laparoscopia e anatomia patológica. Foram avaliados os valores de sensibilidade, especificidade, valor preditivo positivo, valor preditivo negativo e acurácia da RM para o diagnóstico da endometriose. RESULTADOS: Endometriose ovariana e profunda foi confirmada por anatomia patológica em 77 das 92 pacientes incluídas neste estudo. Em 15 pacientes foram observadas somente lesões peritoneais superficiais. Sensibilidade, especificidade, valor preditivo positivo, valor preditivo negativo e acurácia da RM para o diagnóstico de endometriose nos diversos sítios avaliados foram: ovários - 100%, 88,9%, 93,3%, 100% e 95,7%; região retrocervical - 89,4%, 92,3%, 96,7%, 77,4% e 90,2%; retossigmoide - 86%, 92,9%, 93,5%, 84,8% e 89,1%; bexiga - 23,1%, 100%, 100%, 88,8% e 89,1%; ureteres - 50%, 100%, 100%, 95,5% e 95,7%; vagina - 72,7%, 100%, 100%, 96,4% e 96,7%. CONCLUSÃO: A RM demonstrou elevada acurácia no diagnóstico pré-operatório da endometriose nos ovários, região retrocervical, retossigmoide, bexiga, ureteres e vagina. Os achados mais representativos da doença à RM são os cistos ovarianos de conteúdo hemorrágico, com elevado sinal em T1 e baixo sinal em T2 ( shading ), e os nódulos peritoneais, de baixo sinal em T2 em localizações específicas. Datas de Publicação Publicação nesta coleção 16 Jul 2009 Data do Fascículo Jun 2009 This work is licensed under a Creative Commons Attribution-NonCommercial 4.0 International License. Autoria .author-card { border-bottom: 1px solid #ccc; padding: 1rem 0; } .author-card:last-child { border-bottom: 0px; } .author-name { font-weight: 600; } .orcid-button { padding-left: 2.5rem; } .modal-body { padding-bottom: 3rem; } .orcid-button::before { content: ""; position: absolute; background-image: url(https://ds.scielo.org/img/logo-orcid.svg); background-repeat: no-repeat; background-size: 1.5em auto; background-position: .5em center; display: block; width: 60px; height: 60px; top: -10px; left: 0; } person Luciana Pardini Chamié school Universidade de São Paulo, São Paulo Universidade de São Paulo São Paulo Universidade de São Paulo, São Paulo SCIMAGO INSTITUTIONS RANKINGS Universidade de São Paulo, São Paulo Universidade de São Paulo São Paulo Universidade de São Paulo, São Paulo Como citar link copiar function currentDate() { var today = new Date(); var months = ['Janeiro', 'Fevereiro', 'Março', 'Abril', 'Maio', 'Junho', 'Julho', 'Agosto', 'Setembro', 'Outubro', 'Novembro', 'Dezembro'] today.setTime(today.getTime()); return today.getDate() + " " + months[today.getMonth()] + " " + today.getFullYear(); } var citation = 'Chamié, Luciana Pardini. Endometriose pélvica: aspectos à ressonância magnética e correlação com laparoscopia e anatomia patológica. Radiologia Brasileira [online]. 2009, v. 42, n. 3 [Acessado CURRENTDATE], pp. 158. Disponível em: . Epub 16 Jul 2009. ISSN 1678-7099. https://doi.org/10.1590/S0100-39842009000300016.'.replace('CURRENTDATE', currentDate()); document.getElementById('citation').innerHTML = citation; document.getElementById('citationCut').value = citation.replace('<', ' "); more_horiz Ferramentas do artigo file_download PDFs show_chart Metrics image Figuras e tabelas translate Versions and translations link How to cite this article article Related articles location_on Publicação do Colégio Brasileiro de Radiologia e Diagnóstico por Imagem Av. Paulista, 37 - 7º andar - conjunto 71, 01311-902 - São Paulo - SP, Tel.: +55 11 3372-4541, Fax: 3285-1690, Fax: +55 11 3285-1690 - São Paulo - SP - Brazil E-mail: [email protected] rss_feed Stay informed of issues for this journal through your RSS reader PDF version for download PDF Portuguese Related articles Lista de links para artigos relacionados. Os links abrem em nova aba. Google (abre em nova aba) Google Scholar (abre em nova aba) Versões e tradução automática Escolha a versão original do texto ou utilize um serviço de tradução automática. Versão original do texto Português Tradução automática Google Translator (abre serviço externo de tradução) Microsoft Translator (abre serviço externo de tradução) pre { display: block; padding: 9.5px; margin: 0 0 10px; font-size: 11px; line-height: 1; word-break: break-all; word-wrap: break-word; background-color: #f5f5f5; border: 1px solid #ccc; border-radius: 4px; white-space: pre-wrap; word-break: break-word; } Como citar Escolha um formato para exportar ou selecione um estilo de citação. O conteúdo abaixo pode ser atualizado após a seleção. Baixar em RIS Baixar em BIBTEX Outros formatos de citação e exportação: Enter references manager format or citation style (e.g., "APA", "AMA", "MLA", "Vancouver") vertical_align_top Go to top // Mostrar o botão ao rolar const btnTop = document.getElementById("btnTop"); window.addEventListener("scroll", () => { if (window.scrollY > 200) { btnTop.style.display = "block"; } else { btnTop.style.display = "none"; } }); // Rolar suavemente até o topo ao clicar btnTop.addEventListener("click", () => { window.scrollTo({ top: 0, behavior: "smooth" }); }); .scielo__logo-partner{ max-height: 50px; max-width: 170px; } .scielo__logo-partner--dark{ display:none; } .scielo__theme--dark .scielo__logo-partner--light{ display:none; } .scielo__theme--dark .scielo__logo-partner--dark{ display:inline-block; } Brazil Rua Dr. Diogo de Faria, 1087 – 9º andar – Vila Clementino 04037-003 São Paulo/SP - Brasil E-mail: [email protected] Read our Open Access Statement Metrics SciELO Analytics Dimensions Altmetric Scite_ Endometriose pélvica: aspectos à ressonância magnética e correlação com laparoscopia e anatomia patológica PlumX × Close Message × Close Message Report error // Variáveis para tradução da barra de acessibilidade window.accessibilityTranslations = { darkMode: "Dark mode", increaseText: "Increase text", decreaseText: "Decrease text", originalText: "Original text", markerLine: "Marker", readingLine: "Guide line", reset: "Reset", accessibilityMenu: "Accessibility menu", skipLinkText: "Ir para o conteúdo principal" }; $(document).ready(function() { // Add rows article search let addRowBtn = $('.addRowBtn'); let placeRow = $('.scielo__dinamic-row'); let newFormRow = ' clear AND OR AND NOT All indexes Year Author Funder Journal Abstract Title '; let btnRemoveRow = $('.btn-danger'); addRowBtn.on( "click", function() { placeRow.append( newFormRow ); }) // Remove as linhas inseridas dinamicamente e as que já estavam lá. placeRow.on( "click", ".btn-danger", function() { $(this).parent().parent().animate({'opacity':0},300).hide(1); }) }); <!-- var insertScript = function(url, callback, parentNode) { var scriptNode = document.createElement("script"); scriptNode.src = url; scriptNode.onload = callback; parentNode.appendChild(scriptNode) } var headNode = document.getElementsByTagName("head")[0]; setTimeout(MathJax.Callback([insertScript, "//badge.dimensions.ai/badge.js", console.log, headNode]), 1500); --> affiliations = {}; function add_scimago_image(selector, remove_br=true, add_br_after=true, find_div=false){ $(selector).each( function () { if (remove_br){ $(this).find("br").remove() } internal_items = find_div ? $(this).find('div').not(".clearfix") : $(this).not(".clearfix") internal_items.each(function () { self = $(this); affiliation_name = $('span:first', self).text(); if (affiliation_name){ scimago_link = ' '; self.append(scimago_link); } }); if (add_br_after){ $(this).after(" ") } }); } add_scimago_image('#ModalScimago .info div') add_scimago_image('.tutors', remove_br=false, add_br_after=false, find_div=true) $(".scimago_link").click(function(e){ e.preventDefault(); affiliation_name = $(this).data("affiliation"); if (affiliation_name){ if (affiliations[affiliation_name]) { window.open(affiliations[affiliation_name], '_blank'); } else { $.ajax({ type: "GET", async: false, url: "/scimago/query", data: 'q=' + encodeURI(affiliation_name), success: function (data) { if (data) { affiliations[affiliation_name] = 'https://www.scimagoir.com/' + data window.open(affiliations[affiliation_name], '_blank'); }else{ toastr.options = { positionClass: 'toast-top-center' }; toastr.error('Link temporariamente indisponível'); } } }); } } }); var howcite_initialized = false; $('#ModalHowcite').on('shown.bs.modal', function () { if (!howcite_initialized) { initial = { "American Psychological Association": "apa", "Vancouver": "vancouver" } $.each(initial, function (key, value) { $.ajax({ url: "/citation/QpPXyrgHsBHYTmZv3wBtSxB/?style=" + value, dataType: 'html', delay: 250, async: true }) .done(function (html) { $(" " + key + " " + " " + html + " ").insertBefore($("#select_label")); }) }); howcite_initialized = true; } $(".js-data-example-ajax").select2({ ajax: { url: "/citation/list", dataType: 'json', delay: 250, data: function (params) { return { q: params.term, // search term }; }, processResults: function (data, params) { return { results: data.results }; }, cache: true }, escapeMarkup: function (markup) { return markup; }, minimumInputLength: 1, dropdownParent: $('#ModalHowcite') }); $(document).on('select2:open', () => { document.querySelector('.select2-search__field').focus(); }); $(".js-data-example-ajax").on('select2:select', function (e) { var data = e.params.data; $.ajax({ url: "/citation/QpPXyrgHsBHYTmZv3wBtSxB/?style=" + data.id, dataType: 'html', delay: 250 }) .done(function (html) { if ($('#citation_text').css('display') == 'none') { $('#citation_text').show() } $("#citation_text").html(html); }) .fail(function () { alert("Erro ao tentar obter esse estilo de citação"); }) }); }); // Garante que o valor do campo share_url é a URL corrente. $('#share_url').val(window.location.href); //moment.locale('en'); //$("#date").text(moment().format("L HH:mm:ss ZZ"));

Text is read by the "Ask this paper" AI Q&A widget below. Extraction quality varies by source — PMC NXML preserves structure cleanly, OA-HTML may include some navigation residue, and OA-PDF can have broken hyphenation. The publisher copy (via DOI) is the canonical version.

My notes (saved in your browser only)

⚙ Ask this paper AI returns verbatim quotes from the full text · source: preprint-html ⓘ

Answers must be backed by verbatim quotes from this paper's full text. Hallucinated quotes are dropped automatically; if no verbatim passage answers the question, we say so. How this works

Citation neighborhood (no data yet)

We don't have any in-corpus citations linked to this paper yet. The paper's references may be in our DB but unresolved to ``paper_id`` (resolution happens at ingest when the cited DOI matches a row we already have). Run the cross-source citation reconcile pass to retry.

Source provenance

openalex
last seen: 2026-06-10T17:14:06.276822+00:00
License: CC0 · commercial use OK