A conexão obesidade–depressão: evidências experimentais com potencial translacional para a prática clínica

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Abstract

Introduction: Obesity, in addition to its metabolic repercussions, has been associated with an increased risk of depression. Investigating this relationship in experimental models is essential to elucidate the underlying mechanisms and to inform preventive and therapeutic strategies. Objective: To investigate obesity as a risk factor for the development of behavioral changes associated with depression through behavioral assessment and hormonal analysis in an experimental rat model. Method: Immediately after birth, litters were randomly organized and standardized to 10 pups per dam, prioritizing males. During this period, maternal separation protocols were applied to induce depressive-like states, while litter size reduction was employed to induce obesity. At 220 days of age, animals underwent the Modified Forced Swim test and the Sucrose Preference test. At the end of the experiment euthanasia was performed and blood samples were collected for plasma corticosterone analysis. Result: Animals in the depressive group exhibited significantly longer immobility times in the Modified Forced Swim test (p≤0.05), indicating a depressive-like behavioral phenotype, whereas the obese group did not differ from the control group. No statistically significant differences among groups were observed in the Sucrose Preference test or in water and sucrose intake. Hormonal analysis revealed significantly elevated plasma corticosterone levels in the depressive group compared with the control and obese groups, which did not differ from each other. Conclusion: In the experimental model used, obesity was not characterized as a risk factor for depression, since corticosterone levels and performance on behavioral tests remained similar to those observed in the control group. In contrast, early stress induced by maternal separation produced significant behavioral and hormonal changes, highlighting its important role in inducing the depressive phenotype. These findings reinforce the complexity of the interaction between obesity and depression and suggest that other modulating factors may influence this relationship.
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A conexão obesidade–depressão: evidências experimentais com potencial translacional para a prática clínica | SciELO Preprints window.dataLayer = window.dataLayer || []; function gtag(){dataLayer.push(arguments);} gtag('js', new Date()); gtag('config', 'G-3TT8HYRH0Y'); Open Menu Registrar-se Acesso English Español Ir para o conteúdo principal Ir para o menu de navegação principal Ir para o rodapé Preprints Submissão Áreas do Conhecimento Ciências Agrárias Ciências Biológicas Ciências da Saúde Ciências Exatas e da Terra Ciências Humanas Ciências Sociais Aplicadas Engenharias Linguística, letras e artes Educação em Revista Memórias do Instituto Oswaldo Cruz 47º Encontro Anual da ANPOCS 48º Encontro Anual da ANPOCS 49º Encontro Anual da ANPOCS Sobre Sobre o Servidor Declaração de Privacidade Atualizações do Sistema Contato FAQ Ética no SciELO Preprints Avaliação de preprints Anotações em preprints (via Hypothesis) Avalie um preprint Notícias Início / Ciências da Saúde Preprint / Versão 1 A conexão obesidade–depressão: evidências experimentais com potencial translacional para a prática clínica article.authors6a0c64034b434 Felipe Yoshio Tabushi Faculdade Evangélica Mackenzie do Paraná https://orcid.org/0000-0003-1837-1195 Conceptualization Investigation Gustavo Rassier Isolan CEANNE - Centro Avançado de Neurocirurgia e Neurologia LTDA https://orcid.org/0000-0002-7863-0112 Investigation Methodology João Paulo Kazmierczak de Camargo Universidade Federal do Paraná image/svg+xml https://orcid.org/0000-0003-0420-6439 Formal Analysis Investigation Thiago Vinicius Deboni Daudt Faculdade Evangélica Mackenzie do Paraná https://orcid.org/0009-0009-2849-9687 Formal Analysis Pedro Luís Peniche de Oliveira Faculdade Evangélica Mackenzie do Paraná https://orcid.org/0009-0001-7556-1828 Investigation Methodology Fernanda Guzzo Righetto Faculdade Evangélica Mackenzie do Paraná https://orcid.org/0009-0009-5162-2612 Investigation Laís Soares Rodrigues Universidade Federal do Paraná image/svg+xml https://orcid.org/0000-0002-7965-1361 Formal Analysis Investigation Rodrigo Schuh Universidade Federal do Paraná image/svg+xml https://orcid.org/0000-0003-0169-9637 Investigation Methodology Osvaldo Malafaia Faculdade Evangélica Mackenzie do Paraná https://orcid.org/0000-0002-1829-7071 Supervision Writing – Review & Editing Stephanie Rubianne Silva Carvalhal Universidade Federal do Paraná image/svg+xml https://orcid.org/0000-0002-9716-9675 Formal Analysis Investigation Fernando Issamu Tabushi Faculdade Evangélica Mackenzie do Paraná https://orcid.org/0000-0002-3150-2164 Supervision Writing – Review & Editing DOI: https://doi.org/10.1590/SciELOPreprints.14996 Palavras-chave: Depressão, Obesidade, Corticosterona Resumo Introdução : A obesidade, além de suas repercussões metabólicas, tem sido associada a maior risco de depressão. Investigar essa relação em modelo experimental é essencial para compreender os mecanismos envolvidos e subsidiar estratégias preventivas e terapêuticas. Objetivo : Investigar a obesidade como fator de risco para o desenvolvimento de alterações comportamentais associadas à depressão, por meio de avaliação comportamental e análise hormonal em modelo experimental com ratos. Método : Após o nascimento, as ninhadas foram organizadas aleatoriamente e ajustadas para conter 19 filhotes por fêmea, priorizando os machos. Durante essa fase foram aplicados protocolos de separação materna para induzir depressão e de redução de ninhada para induzir obesidade. Aos 220 dias de vida, os animais foram submetidos aos testes de nado forçado modificado e de preferência por sacarose. Ao término dos experimentos, realizou-se a eutanásia e a coleta de amostras de sangue para análise de corticosterona. Resultado : Os animais do grupo depressivo apresentaram maior tempo de imobilidade no teste de Nado Forçado Modificado ( p≤0,05 ), caracterizando comportamento compatível com fenótipo depressivo, enquanto o grupo obeso não diferiu do controle. No teste de Preferência à Sacarose e na avaliação dos consumos de água e sacarose não foram observadas diferenças estatísticas entre os grupos. A análise hormonal revelou níveis plasmáticos de corticosterona significativamente elevados no grupo depressivo em relação aos grupos controle e obeso, que não diferiram entre si . Conclusão : No modelo experimental utilizado, a obesidade não se caracterizou como fator de risco para depressão, uma vez que os níveis de corticosterona e o desempenho nos testes comportamentais permaneceram semelhantes aos observados no grupo controle. Em contraste, o estresse precoce induzido pela separação materna produziu alterações comportamentais e hormonais significativas, evidenciando seu importante papel na indução do fenótipo depressivo. Esses achados reforçam a complexidade da interação entre obesidade e depressão e sugerem que outros fatores moduladores podem influenciar essa relação. Downloads Os dados de download ainda não estão disponíveis. PDF Postado 03/02/2026 Como Citar A conexão obesidade–depressão: evidências experimentais com potencial translacional para a prática clínica. (2026). Em SciELO Preprints . https://doi.org/10.1590/SciELOPreprints.14996 Formatos de Citação ACM ACS APA ABNT Chicago Harvard IEEE MLA Turabian Vancouver Baixar Citação Endnote/Zotero/Mendeley (RIS) BibTeX Série Ciências da Saúde Copyright (c) 2026 Felipe Yoshio Tabushi, Gustavo Rassier Isolan, João Paulo Kazmierczak de Camargo, Thiago Vinicius Deboni Daudt, Pedro Luís Peniche de Oliveira, Fernanda Guzzo Righetto, Laís Soares Rodrigues, Rodrigo Schuh, Osvaldo Malafaia, Stephanie Rubianne Silva Carvalhal, Fernando Issamu Tabushi Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution 4.0 International License . .citations-container { overflow-y: auto; overflow-x: hidden; max-height: 1000px; } Plaudit Declaração de dados Os dados de pesquisa estão contidos no próprio manuscrito Aviso de preprints Preprints são manuscritos não avaliados por um periódico científico ou já avaliados mas em processo de publicação. .block_announcements_article:not(:last-child) { padding-bottom: 1.5em; border-bottom: 1px solid; } .block_announcements_article { text-align: left; } .block_announcements #show-all{ font-style: italic; } Notícias SciELO Preprints adota obrigatoriedade de declaração de disponibilização de dados de pesquisa 19 agosto 2025 A partir de 1º de setembro de 2025 os manuscritos submetidos ao SciELO Preprints devem incluir uma declaração de disponibilidade de dados informando sobre onde e como os dados da pesquisa que deram origem ao artigo podem ser acessados. 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