Hiperplasia folicular linfoide associada à metaplasia mieloide em cão

In: Pubvet · 2026 · vol. 20(01) , pp. e1891 · doi:10.31533/pubvet.v20n1e1891 · W7129439769
article OA: gold CC0

Abstract

Case report of an incidental splenic finding in an elderly dog submitted to elective splenectomy indicated for diagnostic purposes. Ultrasonographic examination revealed a heterogeneous, vascularized mass in the splenic body, with a risk of rupture. Histopathological and immunohistochemical evaluation confirmed lymphoid follicular hyperplasia associated with myeloid metaplasia. This report reinforces splenectomy as a safe and effective diagnostic approach for suspicious ultrasonographic splenic findings.
Full text 6,207 characters · extracted from oa-doi-fallback · click to expand
Hiperplasia folicular linfoide associada à metaplasia mieloide em cão Relato de caso DOI: https://doi.org/10.31533/pubvet.v20n1e1891Palavras-chave: Esplenectomia, hiperplasia linfoide, imuno-histoquímica, ultrassonografiaResumo Estudo de caso referente a um achado esplênico incidental em um cão idoso, submetido à esplenectomia indicada com finalidade diagnóstica. O exame ultrassonográfico revelou uma formação heterogênea e vascularizada no corpo esplênico, com risco de ruptura. A avaliação histopatológica e imuno-histoquímica resultou no diagnóstico de hiperplasia folicular linfoide associada à metaplasia mieloide. O relato reforça a esplenectomia como uma abordagem diagnóstica segura e efetiva diante de achados ultrassonográficos suspeitos. Referências Bandinelli, M. B., Pavarini, S. P., Oliveira, E. C., Gomes, D. C., Cruz, C. E. F., & Driemeier, D. (2011). Estudo retrospectivo de lesões em baços de cães esplenectomizados: 179 casos. Pesquisa Veterinária Brasileira, 31, 697–701. Cony, F. G. (2022). Caracterização anatomopatológica e imuno-histoquímica de neoplasias da porção exócrina do pâncreas de gatos. Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Dionísio, M. I. M. (2016). Prevalência da doença esplênica em cães e sobrevivência após esplenectomia estudo retrospectivo. Universidade de Lisboa. Faria, B. M., Cardoso, B. S. P., Carmo, C. V. C., Santos, G. B. T., & Souza Neto, J. R. N. (2022). Torção esplênica primária em cadela: Relato de caso. PUBVET, 16(12), 1–6. https://doi.org/10.31533/pubvet.v16n12a1276.1-6. Ferro, M. C. (2014). Custo-benefício dos exames anatomopatológicos, citológicos e de imuno-histoquímica em um hospital geral. Revista da Faculdade de Ciências Médicas de Sorocaba, 16(3), 125–129. Freitas, J., Yi, L. C., & Forlani, G. S. (2019). Hemangiossarcoma canino: Revisão. PUBVET, 13(8), 1–9. https://doi.org/10.31533/pubvet.v13n8a389.1-9. Garcia, D. A. A., Froes, T. R., & Guérios, S. D. (2012). Ultrassonografia abdominal pré-operatória em cães e gatos com suspeita de tumores abdominais. Ciência Rural, 42(1), 105–111. https://doi.org/10.1590/S0103-84782012000100017. Ko, Y. U., Bae, M. K., Sur, J. H., & Choe, N. H. (2023). Analysis of the Prevalence of Canine Splenic Mass Lesions in Republic of Korea via Histopathological Diagnosis with Immunohistochemistry. Veterinary Sciences, 10(4), 247. https://doi.org/10.3390/vetsci10040247. Lamano, L. M., & Soares, M. R. (2025). Diagnóstico de intussuscepção intestinal em cães pela ultrassonografia abdominal. PUBVET, 19(4), 1–6. https://doi.org/10.31533/pubvet.v19n04e1764. Lee, M., Park, J., Choi, H., Lee, H., & Jeong, S. M. (2018). Presurgical assessment of splenic tumors in dogs: a retrospective study of 57 cases (2012–2017). Journal of Veterinary Science, 19(6), 827–834. https://doi.org/10.4142/jvs.2018.19.6.827. Leyva, F. J., Loughin, C. A., Dewey, C. W., Marino, D. J., Akerman, M., & Lesser, M. L. (2018). Histopathologic characteristics of biopsies from dogs undergoing surgery with concurrent gross splenic and hepatic masses: 125 cases (2012-2016). BMC Research Notes, 11(1). https://doi.org/10.1186/s13104-018-3220-1. Málaga, S. K., Sá, L. R. M., Mariano, C. S., Diloreto, C., & Nonogaki, S. (2003). Tumor endócrino de pâncreas associado a síndrome hipoglicêmica. Relato de caso e caracterização imuno-histoquímica. Brazilian Journal of Veterinary Research and Animal Science, 40, 225–226. Moreira, L. F., Kinappe, L. F. G., Duhart, D. G. M., & Motta, A. de S. (2018). A geriatria canina e o manejo das doenças neoplásicas: Revisão. PUBVET, 12(4), 1–7. https://doi.org/10.22256/pubvet.v12n4a79.1-7. Ortiz, B. C., Oliveira, C. M., Teixeira, L. G., Koch, M. C., & Muller, V. S. (2016). Torção esplênica primária em um cão: relato de caso. Arquivo Brasileiro de Medicina Veterinária e Zootecnia, 68(5), 1195–1200. Rabêlo, J. B. (2021). Demanda imuno-histoquímica no hospital universitário Lauro Wanderley. Universidade Federal da Paraíba. Sabattini, S., Lopparelli, R. M., Rigillo, A., Giantin, M., Renzi, A., Matteo, C., Capitani, O., Dacasto, M., Mengoli, M., & Bettini, G. (2018). Canine Splenic Nodular Lymphoid Lesions: Immunophenotyping, Proliferative Activity, and Clonality Assessment. Veterinary Pathology, 55(5), 645–653. https://doi.org/10.1177/0300985818777035. Santi, P. R., Sandrin, C. B., & Cruz, M. B. G. (2024). Torção esplênica primária em cão: Relato de caso. PUBVET, 18(8), 1–9. https://doi.org/10.31533/pubvet.v18n09e1658. Soares, N. P., Medeiros, A. A., Szabó, M. P. J., Guimarães, E. C., Fernandes, L. G., & Santos, T. R. (2017). Hemangiomas e hemangiossarcomas em cães: estudo retrospectivo de 192 casos (2002-2014). Ciência Animal Brasileira, 18(e-30889), 1–10. Souza, K. T. R., Herdy, M. A., Monteiro, L. M. V. W., & Knackfuss, F. B. (2020). Esplenectomia total em cão apresentando dois baços: Relato de caso. PUBVET, 14(12), 1–8. https://doi.org/10.31533/pubvet.v14n12a704.1-8. Spangler, W. L., & Kass, P. H. (1999). Splenic myeloid metaplasia, histiocytosis, and hypersplenism in the dog (65 cases). Veterinary Pathology, 36(6), 583–593. https://doi.org/10.1354/vp.36-6-583. Stedile, R. (2007). Esplenectomia em cães: comparação entre os acessos laparoscópico e convencional. Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Downloads Publicado Edição Seção Licença Direitos autorais (c) 2026 Catarina Fernandes Meira Schechter Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution 4.0 International License. Você tem o direito de: Compartilhar — copiar e redistribuir o material em qualquer suporte ou formato Adaptar — remixar, transformar, e criar a partir do material para qualquer fim, mesmo que comercial. O licenciante não pode revogar estes direitos desde que você respeite os termos da licença. De acordo com os termos seguintes: Atribuição — Você deve dar o crédito apropriado, prover um link para a licença e indicar se mudanças foram feitas. Você deve fazê-lo em qualquer circunstância razoável, mas de nenhuma maneira que sugira que o licenciante apoia você ou o seu uso. Sem restrições adicionais — Você não pode aplicar termos jurídicos ou medidas de caráter tecnológico que restrinjam legalmente outros de fazerem algo que a licença permita.

Text is read by the "Ask this paper" AI Q&A widget below. Extraction quality varies by source — PMC NXML preserves structure cleanly, OA-HTML may include some navigation residue, and OA-PDF can have broken hyphenation. The publisher copy (via DOI) is the canonical version.

My notes (saved in your browser only)

Ask this paper AI returns verbatim quotes from the full text · source: oa-doi-fallback

Answers must be backed by verbatim quotes from this paper's full text. Hallucinated quotes are dropped automatically; if no verbatim passage answers the question, we say so. How this works

Citation neighborhood (no data yet)

We don't have any in-corpus citations linked to this paper yet. This is a recent paper (2026) — citers typically take a year or two to land, and the OpenAlex reference graph may still be filling in.

Source provenance

openalex
last seen: 2026-05-14T06:22:01.966093+00:00
License: CC0 · commercial use OK