Ultrassonografia no diagnóstico da endometriose

In: Revista Goiana de Medicina · 2025 · vol. 66(68) , pp. e25569 · doi:10.63162/v66n68e25569 · W4410125030
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Transvaginal ultrasound is a sensitive and specific first-line tool for diagnosing endometriosis, mapping lesions, and guiding treatment, though MRI complements it for complex cases.

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Abstract

A ultrassonografia transvaginal (USTV) tem se consolidado como uma ferramenta essencial no diagnóstico da endometriose, destacando-se por sua alta sensibilidade e especificidade, especialmente na identificação deendometriomas. Seu baixo custo e ampla disponibilidade fazem dela o exame de primeira escolha para a detecção inicial da doença, sendo capaz de mapear lesões ovarianas, pélvicas e profundas. No entanto, apresenta limitações na identificação de pequenas lesões ou em áreas de difícil acesso, além de depender da experiência do operador. Diante dessas limitações, a ressonância magnética surge como um exame complementar, proporcionando uma avaliação mais detalhada em casos complexos e no planejamento pré operatório. A USTV, no entanto, apresenta vantagens sobre a RM na detecção de pequenas lesões peritoneais, intestinais e na avaliação da mobilidade pélvica. A ultrassonografia permite uma análise detalhada da distribuição das lesões, auxiliando no planejamento cirúrgico e na formação de equipes multidisciplinares para casos mais graves. Além disso, desempenha um papel fundamental na vigilância de pacientes gestantes, ajudando a diferenciar endometriomas decidualizados de tumores ovarianos. Por fim, a USTV tem um papel essencial na personalização do tratamento e na vigilância da endometriose, contribuindo para um diagnóstico precoce e melhor qualidade de vida das pacientes.
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Ultrassonografia no diagnóstico da endometriose uma revisão integrativa DOI: https://doi.org/10.63162/v66n68e25569Palavras-chave: Diagnóstico por Imagem, Endometriose, Endometrioma, Revisão, UltrassonografiaResumo A ultrassonografia transvaginal (USTV) tem se consolidado como uma ferramenta essencial no diagnóstico da endometriose, destacando-se por sua alta sensibilidade e especificidade, especialmente na identificação de endometriomas. Seu baixo custo e ampla disponibilidade fazem dela o exame de primeira escolha para a detecção inicial da doença, sendo capaz de mapear lesões ovarianas, pélvicas e profundas. No entanto, apresenta limitações na identificação de pequenas lesões ou em áreas de difícil acesso, além de depender da experiência do operador. Diante dessas limitações, a ressonância magnética surge como um exame complementar, proporcionando uma avaliação mais detalhada em casos complexos e no planejamento pré operatório. A USTV, no entanto, apresenta vantagens sobre a RM na detecção de pequenas lesões peritoneais, intestinais e na avaliação da mobilidade pélvica. A ultrassonografia permite uma análise detalhada da distribuição das lesões, auxiliando no planejamento cirúrgico e na formação de equipes multidisciplinares para casos mais graves. Além disso, desempenha um papel fundamental na vigilância de pacientes gestantes, ajudando a diferenciar endometriomas decidualizados de tumores ovarianos. Por fim, a USTV tem um papel essencial na personalização do tratamento e na vigilância da endometriose, contribuindo para um diagnóstico precoce e melhor qualidade de vida das pacientes. Referências Rolla E. Endometriose: avanços e controvérsias na classificação, patogênese, diagnóstico e tratamento. F1000Research. 2019; 8:1-28. Guerriero S, Ajossa S, Minguez JA, Jurado M, Mais V, Melis GB, Alcazar JL. 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