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by qwen3.7-flash, 2026-09-17
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This systematic review evaluated the effects of osteopathic manual therapy on symptoms and quality of life in women suffering from primary dysmenorrhea. The authors analyzed randomized controlled trials published between 2012 and 2022, ultimately including three studies that demonstrated significant reductions in pelvic and abdominal pain intensity, duration, and NSAID usage. While the findings indicate improved general well-being and reduced absenteeism, the authors note that lack of practitioner blinding and detailed protocols represent relevant sources of bias. This paper is centrally about endometriosis and adenomyosis research only insofar as it addresses primary dysmenorrhea, a symptom complex frequently overlapping with these conditions, though it does not specifically target endometriosis or adenomyosis pathology.
Abstract
Introdução: A dismenorreia primária é a patologia ginecológica que afeta mais mulheres em idade fértil estando associada a elevadas taxas de absentismo laboral, pelo impacto negativo que pode ter na qualidade de vida (Ju et al., 2013). Objetivo: Averiguar, através de uma análise crítica da qualidade metodológica, os efeitos da intervenção osteopática na sintomatologia decorrente da dismenorreia primária, bem como o impacto na qualidade de vida em mulheres entre a menarca e a menopausa. Métodos: Através de uma pesquisa, realizada em 25 de abril de 2022, nas bases de dados PubMed, Science Direct, Web of Science Core Collection e EBSCOhost Datasets foram selecionados ensaios clínicos randomizados publicados entre 2012 e 2022, cuja abordagem consistisse numa intervenção osteopática ou intervenção realizada por um osteopata, em participantes com dismenorreia primária. Foram incluídos estudos que avaliassem pelo menos um dos outcomes estipulados de acordo com o método PICO, nomeadamente, a dor e sintomatologia associadas a episódios de dismenorreia e o impacto no bem-estar geral da população em estudo (Wright et al., 2007). Aplicando os critérios de elegibilidade e inclusão, a extração de dados e avaliação da qualidade metodológica foi realizada por dois revisores independentes, intervindo um terceiro em caso de discórdia (Newton, 2014). Resultados: No decurso da pesquisa foram identificados doze artigos, sendo que apenas três cumpriam os critérios de inclusão estipulados. O risco de viés das suas metodologias foi analisado segundo os critérios da ferramenta Cochrane Risk of Bias, identificando-se classificações de baixo risco na maioria dos parâmetros avaliados. Os resultados apresentados defendem a existência de evidência do impacto positivo da osteopatia nesta população, verificando-se uma diminuição da dor lombo pélvica, dor abdominal (intensidade, duração e número de dias), toma de anti-inflamatórios não esteróides (AINEs), absentismo, bem como uma melhoria na qualidade de vida geral. Conclusão: A atual revisão sistemática revela resultados significativos do impacto da abordagem osteopática em mulheres com dismenorreia primária, demonstrando melhorias nos sintomas associados e na qualidade de vida. Contudo, a ausência da cegueira profissional e de protocolos detalhados constituem fontes de viés relevantes. Assim, são recomendados estudos futuros com amostras mais representativas da população, aplicando metodologias mais robustas.
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Efeitos da osteopatia em pacientes com dismenorreia primária
DOI:
https://doi.org/10.51126/revsalus.v5iSupii.778Palavras-chave:
Primary dysmenorhea, osteopathy, osteopathic manual therapyResumo
Introdução: A dismenorreia primária é a patologia ginecológica que afeta mais mulheres em idade fértil estando associada a elevadas taxas de absentismo laboral, pelo impacto negativo que pode ter na qualidade de vida (Ju et al., 2013). Objetivo: Averiguar, através de uma análise crítica da qualidade metodológica, os efeitos da intervenção osteopática na sintomatologia decorrente da dismenorreia primária, bem como o impacto na qualidade de vida em mulheres entre a menarca e a menopausa. Métodos: Através de uma pesquisa, realizada em 25 de abril de 2022, nas bases de dados PubMed, Science Direct, Web of Science Core Collection e EBSCOhost Datasets foram selecionados ensaios clínicos randomizados publicados entre 2012 e 2022, cuja abordagem consistisse numa intervenção osteopática ou intervenção realizada por um osteopata, em participantes com dismenorreia primária. Foram incluídos estudos que avaliassem pelo menos um dos outcomes estipulados de acordo com o método PICO, nomeadamente, a dor e sintomatologia associadas a episódios de dismenorreia e o impacto no bem-estar geral da população em estudo (Wright et al., 2007). Aplicando os critérios de elegibilidade e inclusão, a extração de dados e avaliação da qualidade metodológica foi realizada por dois revisores independentes, intervindo um terceiro em caso de discórdia (Newton, 2014). Resultados: No decurso da pesquisa foram identificados doze artigos, sendo que apenas três cumpriam os critérios de inclusão estipulados. O risco de viés das suas metodologias foi analisado segundo os critérios da ferramenta Cochrane Risk of Bias, identificando-se classificações de baixo risco na maioria dos parâmetros avaliados. Os resultados apresentados defendem a existência de evidência do impacto positivo da osteopatia nesta população, verificando-se uma diminuição da dor lombo pélvica, dor abdominal (intensidade, duração e número de dias), toma de anti-inflamatórios não esteróides (AINEs), absentismo, bem como uma melhoria na qualidade de vida geral. Conclusão: A atual revisão sistemática revela resultados significativos do impacto da abordagem osteopática em mulheres com dismenorreia primária, demonstrando melhorias nos sintomas associados e na qualidade de vida. Contudo, a ausência da cegueira profissional e de protocolos detalhados constituem fontes de viés relevantes. Assim, são recomendados estudos futuros com amostras mais representativas da população, aplicando metodologias mais robustas.
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