Comparando abordagens terapêuticas no manejo da endometriose a partir de ensaios clínicos randomizados

In: Brazilian Journal of Health Review · 2024 · vol. 7(2) , pp. e68560 · doi:10.34119/bjhrv7n2-242 · W4394794202
article OA: diamond CC0
AI-generated summary by claude@2026-06, 2026-06-07

This review of randomized clinical trials found prolonged-release triptorelin pamoate effective for endometriosis pain, relugolix in combination therapy well-tolerated, and HybridAPC promising for preventing adhesions during peritoneal endometriosis management.

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This integrative review analyzed randomized controlled trials published between 2022 and 2024 (full text in PubMed) to compare therapeutic approaches for endometriosis. It found that prolonged-release triptorelin pamoate was effective for reducing pain with fewer applications than triptorelin acetate, and that relugolix in combination therapy was well tolerated with consistent safety and low bone loss over the longer term. The review also reported that HybridAPC (hybrid argon plasma coagulation) emerged as a promising surgical option, characterized as safe, fast, and potentially helpful in preventing adhesions while preserving tissue in peritoneal endometriosis, based on a randomized trial. A key limitation is that the review’s conclusions depend on the included RCTs and are restricted to a narrow publication window (2022–2024). This paper is centrally about endometriosis — it is a review comparing therapies drawn from randomized clinical trials.

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Abstract

A endometriose é uma condição ginecológica crônica que se caracteriza pela implantação ectópica de tecido funcional que reveste o útero, como glândulas e estroma endometrial, fora da cavidade uterina. A prevalência da endometriose gira em torno de 10% a 15% das mulheres em idade reprodutiva entre a população mundial, a qual aumenta para até 70% entre as mulheres que apresentam dor pélvica crônica. O presente estudo de revisão buscou avaliar novas abordagens terapêuticas para a endometriose, documentadas por meio de ensaios clínicos randomizados. Trata-se de uma pesquisa de revisão integrativa realizada por meio da base de dados PubMed, que levou em consideração os seguintes critérios de inclusão: testes controlados e randomizados; artigos publicados nos últimos 02 anos (2022-2024); que possuíam texto completo disponível e que abordassem acerca do manejo da endometriose. Ficou constatado que o pamoato de triptorrelina de liberação prolongada se mostrou uma opção terapêutica válida para o manejo da endometriose, com menos aplicações em comparação com o acetato de triptorrelina e com eficácia similar em relação à redução da dor. Além disso, verificou-se que o relugolix em terapia combinada se mostrou bem tolerado e com um perfil de segurança consistente, com baixa perda óssea, oferecendo uma opção adicional no tratamento da endometriose a longo prazo. Por fim, a terapia de coagulação híbrida com plasma de argônio (HybridAPC) foi considerado um tratamento cirúrgico promissor com impacto na prevenção de aderências, sendo um método seguro, rápido e que permite a preservação de tecidos no manejo da endometriose peritoneal.
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Comparando abordagens terapêuticas no manejo da endometriose a partir de ensaios clínicos randomizados DOI: https://doi.org/10.34119/bjhrv7n2-242Keywords: tratamento, endometriose, estudo clínico randomizadoAbstract A endometriose é uma condição ginecológica crônica que se caracteriza pela implantação ectópica de tecido funcional que reveste o útero, como glândulas e estroma endometrial, fora da cavidade uterina. A prevalência da endometriose gira em torno de 10% a 15% das mulheres em idade reprodutiva entre a população mundial, a qual aumenta para até 70% entre as mulheres que apresentam dor pélvica crônica. O presente estudo de revisão buscou avaliar novas abordagens terapêuticas para a endometriose, documentadas por meio de ensaios clínicos randomizados. Trata-se de uma pesquisa de revisão integrativa realizada por meio da base de dados PubMed, que levou em consideração os seguintes critérios de inclusão: testes controlados e randomizados; artigos publicados nos últimos 02 anos (2022-2024); que possuíam texto completo disponível e que abordassem acerca do manejo da endometriose. Ficou constatado que o pamoato de triptorrelina de liberação prolongada se mostrou uma opção terapêutica válida para o manejo da endometriose, com menos aplicações em comparação com o acetato de triptorrelina e com eficácia similar em relação à redução da dor. Além disso, verificou-se que o relugolix em terapia combinada se mostrou bem tolerado e com um perfil de segurança consistente, com baixa perda óssea, oferecendo uma opção adicional no tratamento da endometriose a longo prazo. Por fim, a terapia de coagulação híbrida com plasma de argônio (HybridAPC) foi considerado um tratamento cirúrgico promissor com impacto na prevenção de aderências, sendo um método seguro, rápido e que permite a preservação de tecidos no manejo da endometriose peritoneal. References AGARWAL, S. K. et al. Clinical diagnosis of endometriosis: a call to action. American Journal of Obstetrics and Gynecology, v. 220, n. 4, p. 354, 2019. BAZOT, M.; DARAI, E. Diagnosis of deep endometriosis: clinical examination, ultrasonography, magnetic resonance imaging, and other techniques. Fertility and Sterility, v. 108, n. 6, p. 886-894, 2017. BECKER, C. M. et al. Two-year efficacy and safety of relugolix combination therapy in women with endometriosis-associated pain: SPIRIT open-label extension study. Human Reproduction, v. 39, n. 3, p. 526-537, 2024. BORGHESE, B. et al. Definition, description, clinicopathological features, pathogenesis and natural history of endometriosis: CNGOF-HAS Endometriosis Guidelines. Gynecologie, Obstetrique, Fertilite & Senologie, v. 46, n. 3, p. 156-167, 2018. DUNSELMAN, G. et al. European society of human reproduction and embryology. ESHRE guideline: management of women with endometriosis. Human Reproduction, v. 29, n. 3, p. 400-412, 2014. JOHNSTON, J. L.; REID, H.; HUNTER, D. Diagnosing endometriosis in primary care: clinical update. British Journal of General Practice, v. 65, n. 631, p. 101-102, 2015. KECKSTEIN, J. S. et al. Hybrid argon plasma coagulation (HybridAPC) versus sharp excision for the treatment of endometriosis: a prospective randomized clinical trial. Archives of Gynecology and Obstetrics, v. 307, n. 1, p. 187-194, 2023. KIESEL, L.; SOUROUNI, M. Diagnosis of endometriosis in the 21st century. Climacteric, v. 22, n. 3, p. 296-302, 2019. KIM, J. H.; HAN, E. Endometriosis and female pelvic pain. In: Seminars in Reproductive Medicine. Thieme Medical Publishers, p. 143-151, 2018. LI, X. et al. Assessment of two formulations of triptorelin in Chinese patients with endometriosis: a phase 3, randomized controlled trial. Advances in Therapy, v. 39, n. 10, p. 4663-4677, 2022. MACER, M. L.; TAYLOR, H. S. Endometriosis and infertility: a review of the pathogenesis and treatment of endometriosis-associated infertility. Obstetrics and Gynecology Clinics, v. 39, n. 4, p. 535-549, 2012. MCLEOD, B. S.; RETZLOFF, M. G. Epidemiology of Endometriosis: An Assessment of Risk Factors. Clinical Obstetrics and Gynecology, v. 53, n. 2, p. 389-396, 2010. PARASAR, P.; OZCAN, P.; TERRY, K. L. Endometriosis: epidemiology, diagnosis and clinical management. Current Obstetrics and Gynecology Reports, v. 6, p. 34-41, 2017. PLATTEEUW, L.; D’HOOGHE, T. Novel agents for the medical treatment of endometriosis. Current Opinion in Obstetrics and Gynecology, v. 26, n. 4, p. 243-252, 2014. VERCELLINI, P. et al. Endometriosis: pathogenesis and treatment. Nature Reviews Endocrinology, v. 10, n. 5, p. 261-275, 2014.

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