ESTIMATIVA DA PEGADA DE CARBONO NO SETOR AGRÍCOLA DA SOJA E MILHO EM MATO GROSSO

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Abstract

A pegada de carbono (PC) surgiu com o intuito de administrar as emissões de gases de efeito estufa (GEE) e é uma das várias formas de se medir seus impactos. Este trabalho tem como objetivo avaliar a pegada de carbono no setor agrícola da soja e milho em Mato Grosso. A estimativa foi calculada levando em consideração as pegadas de carbono individuais do uso de fertilizante, eletricidade para irrigação, das emissões de N2O e advindas do uso de agrotóxicos. A estimativa foi feita para o período de 2004 a 2022. A metodologia utilizada baseou-se no trabalho de cheng et al. (2011). Ao analisar os resultados da Pegada de Carbono anual, percebe-se uma redução de valores em intensidade de carbono por quantidade produzida para 0,21980 em hectares. Ao comparar os resultados obtidos por Cheng et al. (2011), a intensidade em produção média para o período de 1993 a 2007 foi de 0,110 tonC/ton enquanto que a média no estado de Mato Grosso para a cultura da soja, no período entre 2004 a 2022, foi de 0,21980 tonC/ton. Ao considerar a cultura do milho, os resultados de intensidade de carbono por quantidade produzida foram ainda menores se comparados aos da soja, 0,08224 tonC/ton., o que demonstra que a rotação de culturas é demasiado importante ao medir a pegada de carbono no setor agrícola.

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