{"paper_id":"f2634781-a746-49be-9d2f-3d0164337f9c","body_text":"Ressonância magnética no diagnóstico da endometriose\nUma revisão integrativa\nDOI:\nhttps://doi.org/10.63162/v66n67pPalavras-chave:\nDiagnóstico por imagem, Endometriose, Endometrioma, Ressonância magnética, RevisãoResumo\nO diagnóstico da endometriose exige uma abordagem abrangente, combinando história clínica, exames invasivos\ne não invasivos. A laparoscopia, padrão-ouro para o diagnóstico definitivo, é invasiva, dispendiosa e envolve riscos.\nNesse sentido, o diagnóstico por imagem tem ganhado destaque, especialmente na ultrassonografia transvaginal\n(USG TV), primeira escolha na investigação, e na ressonância magnética (RM). Apesar de ser o exame de imagem\nsecundário, a RM desempenha um papel essencial na determinação da extensão da doença, auxiliando no\nplanejamento cirúrgico e multidisciplinar. Sua alta sensibilidade permite identificar lesões profundas e fornecer\numa visão anatômica precisa, sendo, portanto, especialmente útil na avaliação da endometriose pélvica profunda.\nAlém disso, a RM permite diferenciar a endometriose de outras patologias ginecológicas e avaliar aderências e\ncomplicações, sendo uma ferramenta indispensável para um planejamento terapêutico mais eficaz.\nReferências\nBaușic A, Coroleucă C, Coroleucă C, Comandașu D, Matasariu R, Manu A, Frîncu F, Mehedințu C, Brătilă E. Transvaginal Ultrasound vs.\nMagnetic Resonance Imaging (MRI) Value in Endometriosis Diagnosis. Diagnostics (Basel). 2022 Jul 21;12(7):1767.\nKido A, Himoto Y, Moribata Y, Kurata Y, Nakamoto Y. MRI in the diagnosis of endometriosis and related diseases. Korean J Radiol. 2022\nApr;23(4):426-45.\nBazot M, Bharwani N, Huchon C, Kinkel K, Cunha TM, Guerra A, Manganaro L, Buñesch L, Kido A, Togashi K, Thomassin-Naggara I, Rockall\nAG. European society of urogenital radiology (ESUR) guidelines: MR imaging of pelvic endometriosis. Eur Radiol. 2017 Jul;27(7):2765-2775.\nSud S, Buxi TBS, Sheth S, Ghuman SS. Endometriosis and its myriad presentations: Magnetic resonance imaging-based pictorial review.\nIndian J Radiol Imaging. 2021 Han;31(1):193-202.\nZuber M, Shoaib M, Kumari S. Magnetic resonance imaging of endometriosis: a common but often hidden, missed, and misdiagnosed\nentity. Pol J Radiol. 2022 Aug 15;87:e448-e461.\nGhezzi F, Raio L, Cromi A, Duwe DG, Beretta P, Buttarelli M, Mueller MD. “Kissing ovaries”: a sonographic sign of moderate to severe endometriosis.\nFertil Steril. 2005 Jan;83(1):143-7.\nKim MY, Rha SE, Oh SN, Jung SE, Lee YJ, Kim YS, Byun JY, Lee A, Kim MR. MR Imaging findings of hydrosalpinx: a comprehensive review.\nRadiographics. 2009 Mar-Apr;29(2):495-507.\nTang X, Ling R, Gong J, Mei D, Luo Y, Li M, Xu J, Ma L. Deep infiltrating endometriosis MR imaging with surgical correlation. Quant Imaging\nMed Surg. 2018 Mar;8(2):187-195.\nMéndez Fernández R, Barrera Ortega J. Magnetic resonance imaging of pelvic endometriosis. Radiologia. 2017 Jul-Aug;59(4):286-296.\nCoutinho A Jr, Bittencourt LK, Pires CE, Junqueira F, Lima CM, Coutinho E, Domingues MA, Domingues RC, Marchiori E. MR imaging in\ndeep pelvic endometriosis: a pictorial essay. Radiographics. 2011 Mar-Apr;31(2):549-67.\nAndres MP, Arcoverde FVL, Souza CCC, Fernandes LFC, Abrão MS, Kho RM. Extrapelvic Endometriosis: A Systematic Review. J Minim\nInvasive Gynecol. 2020 Feb;27(2):373-389.\nCasper RF. Introduction: A focus on the medical management of endometriosis. Fertil Steril. 2017 Mar;107(3):521-522.\nDownloads\nPublicado\nEdição\nSeção\nLicença\nCopyright (c) 2025 Revista Goiana de Medicina\nEste trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution 4.0 International License.","source_license":"CC0","license_restricted":false}