{"paper_id":"ed6c279c-2982-4431-b814-af954c43c78a","body_text":"Endometriose no Brasil: perfil epidemiológico das internações nos últimos dez anos (2013-2022)\nDOI:\nhttps://doi.org/10.34119/bjhrv6n3-087Keywords:\nendometriose, internações, perfil epidemiológicoAbstract\nIntrodução: Endometriose é uma doença crônica que afeta entre até 10% das mulheres em idade reprodutiva. Definida pela presença de tecido endometrial fora da cavidade uterina, essa doença causa um processo inflamatório na pelve que pode levar à fibrose e formação de aderências. Objetivo: Descrever o perfil epidemiológico das internações por endometriose no Brasil nos últimos dez anos (2013-2022). Métodos: Trata-se de um estudo transversal, observacional, descritivo, de caráter quantitativo, no qual os dados foram obtidos a partir do Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde - DATASUS. As variáveis pesquisadas foram: total de internações, cor/raça, faixa etária, média de permanência e óbitos. O período da pesquisa foi delimitado entre os anos de 2013 e 2022. Resultados: Foram registradas 119.467 internações por endometriose entre 2013 e 2022. O maior número foi registrado no ano de 2015, 15.061. A região sudeste apontou o maior número de internações, 49.898. A cor/raça branca registrou 44.507 internações. A faixa etária com maior número de hospitalizações foi a de 40 a 49 anos. A média de permanência foi de 2,4 dias. Conclusão: As internações por endometriose desenham uma curva que oscila ao longo dos anos no Brasil. O perfil epidemiológico das internações foi caracterizado por mulheres brancas na faixa etária de 40 a 49 anos. A média de permanência das internações foi de 2,4 dias e a região com maior número de casos foi a região sudeste.\nReferences\nALVES, Vitória dos Santos Buzaglo; DA SILVA, Antônia Stefanny Costa; SAMPAIO, Susy Mota Nascimento. Desafios para o diagnóstico precoce da endometriose e a importância do acompanhamento da equipe de enfermagem. 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