{"paper_id":"d126bcc1-81a5-49df-87b9-270cef1b6687","body_text":"Endometriose em mulheres jovens: desafios no diagnóstico precoce e abordagens terapêuticas eficazes\nDOI:\nhttps://doi.org/10.34119/bjhrv7n9-476Keywords:\nendometriose, diagnóstico precoce, mulheres jovensAbstract\nIntrodução: A endometriose é uma condição ginecológica comum em mulheres jovens, caracterizada por sintomas como dor pélvica intensa e dificuldades reprodutivas. No entanto, o diagnóstico precoce é desafiador, pois os sintomas frequentemente são confundidos com condições menstruais normais, levando a atrasos no diagnóstico. Logo, é importante compreender os desafios do diagnóstico precoce da endometriose e as abordagens terapêuticas eficazes, com foco na melhoria da qualidade de vida e da saúde reprodutiva dessas mulheres. Objetivo: Explorar os desafios no diagnóstico precoce da endometriose em mulheres jovens e avaliar abordagens terapêuticas eficazes para melhorar a qualidade de vida e a saúde reprodutiva. Metodologia: Trata-se de uma revisão de literatura que incluiu artigos originais em inglês e espanhol, publicados entre 2019 e 2024, selecionados nas bases de dados “Medline” e “Lilacs” via Biblioteca Virtual da Saúde (BVS), utilizando os descritores “Endometriosis” AND “Early Diagnosis” AND “Young Women”. Foram analisados 10 artigos que preenchiam os critérios de elegibilidade. Resultados: O diagnóstico precoce da endometriose em mulheres jovens é dificultado por sintomas inespecíficos e falta de conscientização. Tratamentos hormonais, como anticoncepcionais e dispositivos intrauterinos, mostraram eficácia no controle dos sintomas. Em casos graves, a laparoscopia é útil, mas exige cuidado para preservar a fertilidade. Abordagens multidisciplinares são essenciais para melhorar a qualidade de vida. Conclusão: O manejo da endometriose em jovens requer diagnóstico precoce, tratamento personalizado e suporte multidisciplinar para aliviar os sintomas, preservar a fertilidade e promover melhor qualidade de vida.\nReferences\nBELOSHEVSKI, B. et al. Delayed diagnosis and treatment of adolescents and young women with suspected endometriosis. Journal of Gynecology Obstetrics and Human Reproduction, v. 53, n. 3, p. 102737, 2024.\nEOH, K. J. et al. Markedly increased risk of malignancies in women with endometriosis. Gynecologic Oncology, v. 161, n. 1, p. 291–296, 2021.\nFAUCONNIER, A. et al. Early identification of women with endometriosis by means of a simple patient-completed questionnaire screening tool: a diagnostic study. Fertility and Sterility, v. 116, n. 6, p. 1580–1589, 2021.\nINDRIELLE-KELLY, T. et al. Early learning curve in the assessment of deep pelvic endometriosis for ultrasound and magnetic resonance imaging. Biomed Research International, 2020.\nMARTIRE, F. G. et al. Deep infiltrating endometriosis in adolescence: early diagnosis and possible prevention of disease progression. Journal of Clinical Medicine, v. 13, n. 2, p. 550, 2024.\nMARTIRE, F. G. et al. Early noninvasive diagnosis of endometriosis: dysmenorrhea and specific ultrasound findings are important indicators in young women. Fertility and Sterility, v. 119, n. 3, p. 455–464, 2023.\nMARTIRE, F. G. et al. Endometriosis and adolescence: the impact of dysmenorrhea. Journal of Clinical Medicine, v. 12, n. 17, p. 5624, 2023.\nMARTIRE, F. G. et al. Adolescence and endometriosis: symptoms, ultrasound signs and early diagnosis. Fertility and Sterility, v. 114, n. 5, p. 1049–1057, 2020.\nVERCELLINI, P. et al. Proposal for targeted, neo-evolutionary-oriented secondary prevention of early-onset endometriosis and adenomyosis. Part II: medical interventions. Human Reproduction, v. 39, n. 1, p. 18–34, 2024.\nWÜEST, A. et al. Pain levels of women diagnosed with endometriosis: is there a difference in younger women? Journal of Pediatric and Adolescent Gynecology, v. 36, n. 2, p. 140–147, 2023.","source_license":"CC0","license_restricted":false}