{"paper_id":"b67b98e7-8e3e-46be-b8ea-1b57e6101a7a","body_text":"-\n1660\n-\n750\n-\n710\n-\n710\n-\n691\nAnálise do perfil epidemiológico das internações por endometriose no Brasil: um estudo retrospectivo\nPublicado 2025-05-06\n- Nayra da Silva Reis ,\n- Catarina Andrade Garcez Cajueiro ,\n- Rafael Joseph Macedo Paradis ,\n- Camila Reis de Novais ,\n- Miguel Nery Lopes ,\n- Ana Virginia Coelho Santos ,\n- Paulo Henrique Menezes Santana ,\n- Rebeca Gonçalves Farias ,\n- Daniele Rayssa Cavalcanti de Sá\nPalavras-chave: endometriose, epidemiologia, Brasil, saúde pública\nResumo\nA endometriose não é uma doença exatamente conhecida, principalmente no que tange aos padrões e fenótipos geográficos e demográficos da camada feminina vulnerável à esta doença. O objetivo do estudo é analisar o perfil epidemiológico das internações por endometriose em mulheres de todas as faixas etárias das 5 regiões brasileiras entre os anos de 2019 a 2024. Foi realizado um estudo epidemiológico no SIH/SUS, utilizando as variáveis: região, ano processamento, internações, cor/raça, faixa etária, média de permanência, lista morbidade CID-10, valores serviços hospitalares, valor médio interno, dias de permanência, óbitos, taxa de mortalidade, caráter de atendimento. Ademais, realizou-se uma revisão de literatura através da SciELO, Pubmed, Google Acadêmico, LILACS e BVS, utilizando os descritores: endometriose, epidemiologia e Brasil. 75.880 internações ocorreram por Endometriose no Brasil. No Sudeste ocorreu o maior número de internações (43,1%) e óbitos (40), sendo eleita a região com o maior gasto hospitalar total ($22.298.455). A cor parda foi a mais hospitalizada (47,22%). A maior faixa-etária acometida foi entre 40 e 49 anos, sendo o grupo de 80 anos o maior detentor das taxas de mortalidade do país (1,29). O Norte obteve a maior média de internações (2,8 dias), sendo o Sul a região com maior gasto hospitalar médio por paciente. O caráter de atendimento eletivo foi o mais procurado (78,9% dos casos). É essencial estabelecer novas campanhas e diretrizes a fim de informar, diagnosticar precocemente e, com isso, resgatar a qualidade de vida perdida pela endometriose.\nReferências\n- BROND, M, et al. Measures of fetal growth and preterm birth and risk of endometriosis and adenomyosis in adult life: a systematic review and meta-analysis. Acta Obstet Gynecol Scand. 2023 Aug;102(8):986-999. doi: 10.1111/aogs.14594. Epub 2023 Jul 20. PMID: 37475152; PMCID: PMC10378002. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/37475152/. Acesso em: 28 abr. 2025.\n- CARDOSO, J, et al. Epidemiological profile of women with endometriosis: a retrospective descriptive study.Rev. Bras. Saude Mater. Infant. 20 (4) • Oct-Dec 2020., 2020. https://doi.org/10.1590/1806-93042020000400008. Disponível em: https://www.scielo.br/j/rbsmi/a/VvLYZ9XdYDsLjYvYgh9GmgG/?lang=en. 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