{"paper_id":"afebd65a-76d0-4d85-b784-f88d20d3d60c","body_text":"Desafios no diagnóstico diferencial da adenomiose: estratégias para diferenciar de miomas uterinos e endometriose\nDOI:\nhttps://doi.org/10.46919/archv6n4espec-15924Keywords:\nadenomiose, diagnóstico diferencial, mioma uterino, endometriose, estratégias diagnósticasAbstract\nA adenomiose é uma condição ginecológica benigna caracterizada pela presença de tecido endometrial ectópico no miométrio, frequentemente confundida com miomas uterinos e endometriose, dada a sobreposição de sintomas e achados clínico-radiológicos. Essa semelhança dificulta o diagnóstico diferencial, atrasando o tratamento adequado. O presente estudo objetivou realizar uma revisão sistemática da literatura para identificar os principais desafios enfrentados no diagnóstico diferencial entre adenomiose, miomas e endometriose, bem como as estratégias clínicas e de imagem que podem contribuir para uma melhor acurácia diagnóstica. A pesquisa foi conduzida em bases de dados nacionais como SciELO, LILACS e BVS, considerando publicações brasileiras dos últimos 10 anos. Os resultados demonstraram que a ultrassonografia transvaginal com preparo intestinal e a ressonância magnética são ferramentas cruciais, mas ainda há limitações na padronização dos critérios diagnósticos. A combinação de métodos de imagem, avaliação clínica detalhada e histórico menstrual permite melhor discriminação entre as patologias. Conclui-se que o avanço tecnológico e a capacitação médica são essenciais para aprimorar o diagnóstico diferencial da adenomiose.\nReferences\nALMEIDA, R. C. et al. Endometriose: aspectos clínicos, diagnóstico e tratamento. Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia, São Paulo, v. 40, n. 9, p. 526-534, 2018.\nBARBOSA, C. P. et al. Ressonância magnética na avaliação da adenomiose: contribuições para o diagnóstico diferencial. Radiologia Brasileira, São Paulo, v. 52, n. 2, p. 112-118, 2019.\nCOSTA, L. A. et al. Aplicabilidade da ultrassonografia na adenomiose: revisão narrativa. RBGO Gynecology & Obstetrics, Rio de Janeiro, v. 43, n. 7, p. 479-486, 2021.\nFERREIRA, C. A. et al. Adenomiose: revisão crítica da literatura e implicações clínicas. Revista Médica de Minas Gerais, Belo Horizonte, v. 30, n. 1, p. 77-83, 2020.\nFREITAS, L. F. et al. Papel da histeroscopia na investigação de sangramento uterino anormal. Femina, São Paulo, v. 45, n. 5, p. 237-242, 2017.\nMIRANDA, R. G. et al. Diagnóstico por imagem na adenomiose: dificuldades e possibilidades. Jornal Brasileiro de Ginecologia e Obstetrícia, São Paulo, v. 44, n. 1, p. 33-39, 2022.\nNASCIMENTO, T. S. et al. Classificação MUSA na avaliação de alterações miometriais: adenomiose versus miomas. Radiologia Brasileira, São Paulo, v. 55, n. 3, p. 189-194, 2022.\nROCHA, T. S. et al. Associação entre procedimentos uterinos prévios e adenomiose: uma revisão sistemática. RBGO Gynecology & Obstetrics, Rio de Janeiro, v. 42, n. 6, p. 369-374, 2020.\nRODRIGUES, K. M. et al. Tratamento clínico versus cirúrgico da adenomiose: revisão das evidências. Revista Femina, São Paulo, v. 48, n. 2, p. 122-128, 2020.\nSANTOS, A. C. et al. Adenomiose e endometriose: desafios na prática clínica. Revista Médica de Goiás, Goiânia, v. 26, n. 4, p. 211-218, 2021.\nSILVA, M. P. et al. Diagnóstico diferencial entre miomas e adenomiose: revisão de imagem. Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia, São Paulo, v. 42, n. 8, p. 546-552, 2020.","source_license":"CC0","license_restricted":false}