{"paper_id":"82ce5ff0-d7ea-4c45-9567-76894f2e9e11","body_text":"<!-- Brazil - Ressonância magnética na endometriose pélvica profunda: ensaio iconográfico Ressonância magnética na endometriose pélvica profunda: ensaio iconográfico window.dataLayer = window.dataLayer || []; function gtag(){dataLayer.push(arguments);} gtag('js', new Date()); gtag('config', 'G-MKLVK7B5B6'); .articleTxt{ top: -16px; } .scielo__border-top{ border-top: 1px solid #ccc !important; } @media (max-width: 575.98px) { .articleCtt > .container{ padding-left: 0; padding-right: 0; } .articleCtt .articleTxt{ padding-left: 16px !important; padding-right: 16px !important; } } @media (min-width: 768px){ .scielo__truncate{ display: block; max-width: 285px; } } menu Menu Brazil Journal list by title Journal list by subject area Search Metrics (abre em nova aba) Sobre o SciELO Brazil Contacts Report error SciELO.org - The SciELO Network (abre em nova aba) National and thematic collections (abre em nova aba) Journal list by title (abre em nova aba) Journal list by subject (abre em nova aba) Search (abre em nova aba) Metrics (abre em nova aba) OAI and RSS (abre em nova aba) About the SciELO Network (abre em nova aba) Contacts (abre em nova aba) Blog SciELO in Perspective (abre em nova aba) document.addEventListener('DOMContentLoaded', function () { const wrapper = document.getElementById('scieloMainMenu'); 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Em pacientes com endometriose pélvica profunda pode haver acometimento dos ligamentos útero-sacros, reto, septo retovaginal, vagina ou bexiga. Os sintomas podem ser variados e incluem dor pélvica, dismenorréia, dispareunia, sintomas urinários e infertilidade. O padrão-ouro para o tratamento é a ressecção completa dessas lesões. Assim, é muito importante a avaliação pré-operatória dessas pacientes, sendo esta avaliação, em geral, limitada em relação aos dados clínicos e ultra-sonográficos. A ressonância magnética tem grande importância no diagnóstico da endometriose, principalmente por permitir a identificação das lesões de permeio a aderências e a avaliação da extensão das lesões subperitoneais. Neste estudo são ilustrados, na forma de ensaio iconográfico, os principais achados da endometriose pélvica profunda à ressonância magnética. Imagem por ressonância magnética; Endometriose; Pelve feminina; Infertilidade Abstract Endometriosis is characterized by the presence of normal endometrial tissue outside the uterine cavity. In patients with deep pelvic endometriosis, uterosacral ligaments, rectum, rectovaginal septum, vagina or bladder may be involved. Clinical manifestations may be variable, including pelvic pain, dysmenorrhea, dyspareunia, urinary symptoms and infertility. Complete surgical excision is the gold standard for treating this disease, and hence the importance of the preoperative work-up that usually is limited to an evaluation of sonographic and clinical data. Magnetic resonance imaging is of paramount importance in the diagnosis of endometriosis, considering its high accuracy in the identification of lesions intermingled with adhesions, and in the determination of peritoneal lesions extent. The present pictorial review describes the main magnetic resonance imaging findings in deep pelvic endometriosis. Magnetic resonance imaging; Endometriosis; Female pelvis; Infertility ENSAIO ICONOGRÁFICO Ressonância magnética na endometriose pélvica profunda: ensaio iconográfico * Antonio Carlos Coutinho Junior I ; Cláudio Márcio Amaral de Oliveira Lima II ; Elisa Pompeu Dias Coutinho I ; Érica Barreiros Ribeiro II ; Marisa Nassar Aidar III ; Emerson Leandro Gasparetto IV I Médicos Radiologistas da Clínica de Diagnóstico por Imagem (CDPI) e Clínica MultiImagem, Rio de Janeiro, RJ, e do Centro de Diagnóstico por Imagem Fátima, Nova Iguaçu, RJ, Brasil II Médicos Estagiários da Clínica de Diagnóstico por Imagem (CDPI) e Clínica MultiImagem, Rio de Janeiro, RJ, Médicos Radiologistas do Hospital Naval Marcílio Dias, Rio de Janeiro, RJ, Brasil III Médica Radiologista da Clínica de Diagnóstico por Imagem (CDPI) e Clínica MultiImagem, Rio de Janeiro, RJ, Brasil IV Professor Adjunto de Radiologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Médico Radiologista da Clínica de Diagnóstico por Imagem (CDPI) e Clínica MultiImagem,Rio de Janeiro, RJ, Brasil Endereço para correspondência RESUMO A endometriose caracterizase pela presença de tecido endometrial funcionante heterotópico. Em pacientes com endometriose pélvica profunda pode haver acometimento dos ligamentos úterosacros, reto, septo retovaginal, vagina ou bexiga. Os sintomas podem ser variados e incluem dor pélvica, dismenorréia, dispareunia, sintomas urinários e infertilidade. O padrãoouro para o tratamento é a ressecção completa dessas lesões. Assim, é muito importante a avaliação préoperatória dessas pacientes, sendo esta avaliação, em geral, limitada em relação aos dados clínicos e ultrasonográficos. A ressonância magnética tem grande importância no diagnóstico da endometriose, principalmente por permitir a identificação das lesões de permeio a aderências e a avaliação da extensão das lesões subperitoneais. Neste estudo são ilustrados, na forma de ensaio iconográfico, os principais achados da endometriose pélvica profunda à ressonância magnética. Unitermos: Imagem por ressonância magnética; Endometriose; Pelve feminina; Infertilidade. INTRODUÇÃO Descrita pela primeira vez em autópsias por Von Rokitansky em 1860 (1) , a endometriose é definida como a presença de tecido endometrial funcionante fora da cavidade endometrial e do miométrio (2,3) . É uma doença comum, de causas multifatoriais, que acomete 710% da população geral (3,4) . A teoria mais aceita é que células endometriais viáveis provenientes da menstruação retrógrada, que é um fenômeno fisiológico, resultem em implantes na cavidade peritoneal (teoria de Sampson) (2,57) . Estudos revelam grande variedade de fatores de risco individual, como baixa paridade, idade, raça, índice da massa corporal, abuso de álcool, tabagismo e estatura, entre outros (8) . A grande importância da ressonância magnética (RM) no diagnóstico da endometriose está na identificação das lesões de permeio às aderências e ainda na demonstração e avaliação da extensão das lesões subperitoneais, nãovisíveis à laparoscopia, apresentando acurácia, sensibilidade e especificidade acima de 90% para endometriose profunda (9,10) . Os achados de RM são mais específicos que os de ultrasonografia e tomografia computadorizada (8,9,1113) . Os implantes geralmente estão confinados à pelve, sendo os sítios, por ordem de freqüência: ovários, ligamento largo, fundo de saco anterior e posterior e ligamentos úterosacros; porém, podem envolver sítios a distância (2,4,7,9) . Os implantes de tecido endometrial sofrem alterações cíclicas menstruais com sangramentos periódicos. A hemorragia dentro desses implantes induz intensa reação inflamatória pélvica e conseqüente formação de aderências, muitas vezes com obliteração do fundo de saco de Douglas, distorção das trompas e ovários. Nas pacientes com endometriose pélvica profunda, por definição, há penetração subperitoneal dos implantes endometriais > 5 mm. A endometriose profunda, em geral, é encontrada no septo retovaginal, reto, bexiga e outras estruturas pélvicas fibromusculares, como ligamentos uterinos e vagina (4,7,8) . Apesar de muitas pacientes com endometriose peritoneal serem assintomáticas, as pacientes com endometriose pélvica profunda podem apresentar dor pélvica, dismenorréia, dispareunia, sintomas urinários e infertilidade (2,5,6) . A RM apresenta a vantagem de aquisição rápida de seqüências multiplanares, fornecendo imagens simultâneas de todas as vísceras pélvicas em situações de repouso e esforço (11,12) . Apesar de algumas limitações, a RM tem grande importância no diagnóstico da endometriose, principalmente por permitir a identificação das lesões de permeio a aderências e a avaliação da extensão das lesões subperitoneais (4,13,14) . Na avaliação da endometriose profunda, a RM apresenta acurácia, sensibilidade e especificidade acima de 90% (13,14) . Neste estudo são ilustrados, na forma de ensaio iconográfico, os principais achados da endometriose pélvica profunda à RM. PROTOCOLOS DE RM A obtenção de imagens de RM adequadas para a avaliação de pacientes com suspeita de endometriose pélvica profunda deve seguir protocolos específicos. Em nossas clínicas o exame é realizado no período menstrual, com a bexiga repleta. Utilizamse, ainda, imediatamente anterior ao exame, antiespasmódico venoso (dipirona e butilbrometo de escopolamina) e, mais recentemente, introdução de gel aquoso vaginal (50 ml) e retal (100 ml). As seqüências utilizadas são pesadas em T1 no plano axial, pesadas em T1 com supressão de gordura nos planos sagital e axial, e pesadas em T2 nos planos sagital, coronal e axial. Após a administração venosa do gadolínio, são utilizadas as seqüências pesadas em T1 com supressão de gordura no plano axial. ACHADOS DE RM Os achados de imagem na RM em pacientes com endometriose pélvica profunda dependem do tipo da lesão: pequenos implantes infiltrativos, lesões sólidas profundas e endometriose visceral envolvendo as paredes retal e vesical (4) . A demonstração pela RM da endometriose na forma de pequenos implantes infiltrativos pode ser limitada. Especialmente nas lesões que se apresentam como focos esbranquiçados à laparoscopia, a RM pode ser negativa. Todavia, em algumas pacientes podem ser caracterizados focos de alto sinal nas imagens pesadas em T1 com supressão de gordura, representando pequenas áreas de hemorragia (4,13,14) ( Figura 1 ). As lesões sólidas profundas acometendo o fundo de saco posterior ( Figura 2 ) apresentam, na RM, sinal baixo a intermediário, com eventuais focos hiperintensos nas imagens pesadas em T1 com supressão de gordura (sangue), alto sinal nas imagens pesadas em T2 e realce variado após a administração intravenosa de gadolínio. Os focos de hipersinal nas imagens pesadas em T1 resultam de glândulas endometriais ectasiadas com conteúdo hemorrágico circundadas por tecido fibrótico. O extenso componente de fibrose ( Figura 3 ), em geral caracterizado ao estudo histológico dessas lesões, é responsável pelo realce variável no póscontraste (4,7) . Alguns focos de endometriose localizados no fundo de saco de Douglas ( Figura 4 ) podem apresentar componente glandular abundante, com discreta reação fibrótica. Nestes casos, observamse alto sinal nas imagens pesadas em T1 e intensidade de sinal variável em T2, sendo que o componente glandular sólido demonstra realce variável após administração de gadolínio (4,8,14) . No acometimento dos ligamentos úterosacros ( Figura 5 ), as alterações de sinal na RM são eventualmente discretas; achados como espessamento bilateral ou assimétrico e nodularidades no interior desses ligamentos devem ser levados em consideração (4,8,14) . O acometimento vesical pela endometriose pode apresentarse de forma localizada ou difusa na RM ( Figura 6 ). A maioria das pacientes apresenta áreas focais de espessamento parietal, com eventuais focos de hipersinal nas imagens pesadas em T1 com supressão de gordura. É incomum a invasão da mucosa em casos de endometriose vesical e o exame de RM pode mostrar alterações mesmo em pacientes assintomáticas e com cistoscopia normal (4,8,13) . A sensibilidade da RM no diagnóstico de endometriose com acometimento retal é relativamente baixa, devido a artefatos relacionados ao conteúdo retal. Na nossa experiência, a administração de gel vaginal e retal antes do exame pode melhorar a acurácia da RM na avaliação das lesões retais, retrocervicais ( Figura 7 ), do septo retovaginal ( Figura 8 ) e da parede vaginal. O acometimento retal, em geral, é revelado pela RM como espessamento parietal com sinal hipointenso nas imagens pesadas em T2, podendo ser identificados focos hemorrágicos hiperintensos nas imagens pesadas em T1 com supressão de gordura (4,7,8,13) . CONCLUSÃO Em pacientes com endometriose pélvica profunda, os exames físico e ultrasonográfico podem ser normais ou pouco elucidativos, dificultando a definição diagnóstica. Nessas pacientes, a RM é imprescindível para um diagnóstico diferencial acurado. A RM pode avaliar áreas inacessíveis ao laparoscópio, podendo identificar e avaliar a extensão de lesões subperitoneais e de permeio a aderências. Por sua capacidade multiplanar e excelente caracterização tecidual, a RM é método de imagem fundamental para a avaliação préoperatória de pacientes com endometriose pélvica profunda. Agradecimentos Ao Dr. Romeu Côrtes Domingues, pelo estímulo e por tornar possível este e outros estudos científicos, e ao Dr. Cláudio Crispi, pelo material gentilmente cedido. Recebido para publicação em 9/8/2007. Aceito, após revisão, em 11/9/2007. * Trabalho realizado na Clínica de Diagnóstico por Imagem (CDPI), Rio de Janeiro, RJ, Brasil. Referências bibliográficas 1. Craig V. Endometriosis of the urinary tract. Urol Clin North Am. 2002;29:62535. 2. Brandão A. Endometriose. In: Brandão A, Werner Jr H, Daltro P, editores. Ressonância magnética em obstetrícia e ginecologia. Rio de Janeiro: Revinter; 2003. p.13350. 3. Kuligowska E, Deeds L, Lu K. Pelvic pain: overlooked and underdiagnosed gynecologic conditions. Radiographics. 2005;25:320. 4. Frate CD, Girometti R, Pittinno M, et al. Deep retroperitoneal pelvic endometriosis: MR imaging appearance with laparoscopic correlation. Radiographics. 2006;26:170518. 5. Zacharia TT, O'Neill MJ. Prevalence and distribution of adnexal findings suggesting endometriosis in patients with MR diagnosis of adenomyosis. Br J Radiol. 2006;104:3037. 6. Crosignani P, Olive D, Bergqvist A, et al. Advances in the management of endometriosis: an update for clinicians. Hum Reprod. 2006;12: 17989. 7. Bazot M, Darai E, Hourani R, et al. Deep pelvic endometriosis: MR imaging for diagnosis and prediction of extension of disease. Radiology. 2004;232:37989. 8. Woodward PJ, Sohaey R, Mezzetti Jr TP. Endometriosis: radiologicpathologic correlation. Radiographics. 2001;21:193216. 9. Olive DL, Schwartz LB. Endometriosis. N Engl J Med. 1993;328:175969. 10. Wykes CB, Clark TJ, Khan KS. Accuracy of laparoscopy in the diagnosis of endometriosis: a systematic quantitative review. Br J Obstet Gynaecol. 2004;111:120412. 11. Francisco VV, D'Ippolito G, Silva GPA, et al. Prevalência de artefatos em exames de ressonância magnética do abdome utilizando a seqüência GRASE: comparável com as melhores seqüências rápidas? Radiol Bras. 2005;38:3238. 12. Bezerra MRL, Soares AFF, Faintuch S, et al. Identificação das estruturas músculoligamentares do assoalho pélvico na ressonância magnética. Radiol Bras. 2001;34:3236. 13. Kinkel K, Chapron C, Balleyguier C, et al. Magnetic resonance imaging characteristics of deep endometriosis. Hum Reprod. 1999;14:10806. 14. Kataoka ML, Togashi K, Yamaoka T, et al. Posterior culdesac obliteration associated with endometriosis: MR imaging evaluation. Radiology. 2005;234:81523. Endereço para correspondência: Dr. Cláudio M. A. de Oliveira Lima Rua Silva Rabelo, 154, ap. 503, Méier Rio de Janeiro, RJ, Brasil, 20735080 Email: cmaol@br.inter.net / cmaolima@ gmail.com Datas de Publicação Publicação nesta coleção 13 Maio 2008 Data do Fascículo Abr 2008 Histórico Recebido 09 Ago 2007 Aceito 11 Set 2007 This work is licensed under a Creative Commons Attribution-NonCommercial 4.0 International License. Autoria .author-card { border-bottom: 1px solid #ccc; padding: 1rem 0; } .author-card:last-child { border-bottom: 0px; } .author-name { font-weight: 600; } .orcid-button { padding-left: 2.5rem; } .modal-body { padding-bottom: 3rem; } .orcid-button::before { content: \"\"; position: absolute; background-image: url(https://ds.scielo.org/img/logo-orcid.svg); background-repeat: no-repeat; background-size: 1.5em auto; background-position: .5em center; display: block; width: 60px; height: 60px; top: -10px; left: 0; } person Antonio Carlos Coutinho Junior school Clínica de Diagnóstico por Imagem Clínica de Diagnóstico por Imagem Clínica de Diagnóstico por Imagem school Clínica Multi-Imagem, Rio de Janeiro, RJ Clínica Multi-Imagem Rio de Janeiro, RJ Clínica Multi-Imagem, Rio de Janeiro, RJ school Centro de Diagnóstico por Imagem Fátima, Nova Iguaçu, RJ, Brasil Centro de Diagnóstico por Imagem Fátima Brasil Nova Iguaçu, RJ, Brasil Centro de Diagnóstico por Imagem Fátima, Nova Iguaçu, RJ, Brasil person Cláudio Márcio Amaral de Oliveira Lima school Clínica de Diagnóstico por Imagem Clínica de Diagnóstico por Imagem Clínica de Diagnóstico por Imagem school Clínica Multi-Imagem, Rio de Janeiro, RJ Clínica Multi-Imagem Rio de Janeiro, RJ Clínica Multi-Imagem, Rio de Janeiro, RJ school Hospital Naval Marcílio Dias, Rio de Janeiro, RJ, Brasil Hospital Naval Marcílio Dias Brasil Rio de Janeiro, RJ, Brasil Hospital Naval Marcílio Dias, Rio de Janeiro, RJ, Brasil person Elisa Pompeu Dias Coutinho school Clínica de Diagnóstico por Imagem Clínica de Diagnóstico por Imagem Clínica de Diagnóstico por Imagem school Clínica Multi-Imagem, Rio de Janeiro, RJ Clínica Multi-Imagem Rio de Janeiro, RJ Clínica Multi-Imagem, Rio de Janeiro, RJ school Centro de Diagnóstico por Imagem Fátima, Nova Iguaçu, RJ, Brasil Centro de Diagnóstico por Imagem Fátima Brasil Nova Iguaçu, RJ, Brasil Centro de Diagnóstico por Imagem Fátima, Nova Iguaçu, RJ, Brasil person Érica Barreiros Ribeiro school Clínica de Diagnóstico por Imagem Clínica de Diagnóstico por Imagem Clínica de Diagnóstico por Imagem school Clínica Multi-Imagem, Rio de Janeiro, RJ Clínica Multi-Imagem Rio de Janeiro, RJ Clínica Multi-Imagem, Rio de Janeiro, RJ school Hospital Naval Marcílio Dias, Rio de Janeiro, RJ, Brasil Hospital Naval Marcílio Dias Brasil Rio de Janeiro, RJ, Brasil Hospital Naval Marcílio Dias, Rio de Janeiro, RJ, Brasil person Marisa Nassar Aidar school Clínica de Diagnóstico por Imagem Clínica de Diagnóstico por Imagem Clínica de Diagnóstico por Imagem school Clínica Multi-Imagem, Rio de Janeiro, RJ Clínica Multi-Imagem Rio de Janeiro, RJ Clínica Multi-Imagem, Rio de Janeiro, RJ person Emerson Leandro Gasparetto school Clínica de Diagnóstico por Imagem Clínica de Diagnóstico por Imagem Clínica de Diagnóstico por Imagem school Clínica Multi-Imagem, Rio de Janeiro, RJ Clínica Multi-Imagem Rio de Janeiro, RJ Clínica Multi-Imagem, Rio de Janeiro, RJ school Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Brazil Universidade Federal do Rio de Janeiro Brazil Rio de Janeiro, Brazil Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Brazil SCIMAGO INSTITUTIONS RANKINGS Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Brazil Universidade Federal do Rio de Janeiro Brazil Rio de Janeiro, Brazil Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Brazil Hospital Naval Marcílio Dias, Rio de Janeiro, RJ, Brasil Hospital Naval Marcílio Dias Brasil Rio de Janeiro, RJ, Brasil Hospital Naval Marcílio Dias, Rio de Janeiro, RJ, Brasil Clínica Multi-Imagem, Rio de Janeiro, RJ Clínica Multi-Imagem Rio de Janeiro, RJ Clínica Multi-Imagem, Rio de Janeiro, RJ Centro de Diagnóstico por Imagem Fátima, Nova Iguaçu, RJ, Brasil Centro de Diagnóstico por Imagem Fátima Brasil Nova Iguaçu, RJ, Brasil Centro de Diagnóstico por Imagem Fátima, Nova Iguaçu, RJ, Brasil Clínica de Diagnóstico por Imagem Clínica de Diagnóstico por Imagem Clínica de Diagnóstico por Imagem Figuras Figuras (8) Thumbnail Thumbnail Thumbnail Thumbnail Thumbnail Thumbnail Thumbnail Thumbnail image open_in_new image open_in_new image open_in_new image open_in_new image open_in_new image open_in_new image open_in_new image open_in_new Como citar link copiar function currentDate() { var today = new Date(); var months = ['Janeiro', 'Fevereiro', 'Março', 'Abril', 'Maio', 'Junho', 'Julho', 'Agosto', 'Setembro', 'Outubro', 'Novembro', 'Dezembro'] today.setTime(today.getTime()); return today.getDate() + \" \" + months[today.getMonth()] + \" \" + today.getFullYear(); } var citation = 'Coutinho Junior, Antonio Carlos et al. Ressonância magnética na endometriose pélvica profunda: ensaio iconográfico. Radiologia Brasileira [online]. 2008, v. 41, n. 2 [Acessado CURRENTDATE], pp. 129-134. Disponível em: <https://doi.org/10.1590/S0100-39842008000200013>. Epub 13 Maio 2008. ISSN 1678-7099. https://doi.org/10.1590/S0100-39842008000200013.'.replace('CURRENTDATE', currentDate()); document.getElementById('citation').innerHTML = citation; document.getElementById('citationCut').value = citation.replace('<', ' \"); more_horiz Ferramentas do artigo file_download PDFs show_chart Metrics image Figuras e tabelas translate Versions and translations link How to cite this article article Related articles location_on Publicação do Colégio Brasileiro de Radiologia e Diagnóstico por Imagem Av. Paulista, 37 - 7º andar - conjunto 71, 01311-902 - São Paulo - SP, Tel.: +55 11 3372-4541, Fax: 3285-1690, Fax: +55 11 3285-1690 - São Paulo - SP - Brazil E-mail: radiologiabrasileira@cbr.org.br rss_feed Stay informed of issues for this journal through your RSS reader PDF version for download PDF Portuguese English Related articles Lista de links para artigos relacionados. Os links abrem em nova aba. Google (abre em nova aba) Google Scholar (abre em nova aba) Versões e tradução automática Escolha a versão original do texto ou utilize um serviço de tradução automática. 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Baixar em RIS Baixar em BIBTEX Outros formatos de citação e exportação: Enter references manager format or citation style (e.g., \"APA\", \"AMA\", \"MLA\", \"Vancouver\") vertical_align_top Go to top // Mostrar o botão ao rolar const btnTop = document.getElementById(\"btnTop\"); window.addEventListener(\"scroll\", () => { if (window.scrollY > 200) { btnTop.style.display = \"block\"; } else { btnTop.style.display = \"none\"; } }); // Rolar suavemente até o topo ao clicar btnTop.addEventListener(\"click\", () => { window.scrollTo({ top: 0, behavior: \"smooth\" }); }); .scielo__logo-partner{ max-height: 50px; max-width: 170px; } .scielo__logo-partner--dark{ display:none; } .scielo__theme--dark .scielo__logo-partner--light{ display:none; } .scielo__theme--dark .scielo__logo-partner--dark{ display:inline-block; } Brazil Rua Dr. Diogo de Faria, 1087 – 9º andar – Vila Clementino 04037-003 São Paulo/SP - Brasil E-mail: scielo@scielo.org Read our Open Access Statement Metrics SciELO Analytics Dimensions Altmetric Scite_ Ressonância magnética na endometriose pélvica profunda: ensaio iconográfico PlumX × Close Message × Close Message Report error // Variáveis para tradução da barra de acessibilidade window.accessibilityTranslations = { darkMode: \"Dark mode\", increaseText: \"Increase text\", decreaseText: \"Decrease text\", originalText: \"Original text\", markerLine: \"Marker\", readingLine: \"Guide line\", reset: \"Reset\", accessibilityMenu: \"Accessibility menu\", skipLinkText: \"Ir para o conteúdo principal\" }; $(document).ready(function() { // Add rows article search let addRowBtn = $('.addRowBtn'); let placeRow = $('.scielo__dinamic-row'); let newFormRow = ' clear AND OR AND NOT All indexes Year Author Funder Journal Abstract Title '; let btnRemoveRow = $('.btn-danger'); addRowBtn.on( \"click\", function() { placeRow.append( newFormRow ); }) // Remove as linhas inseridas dinamicamente e as que já estavam lá. placeRow.on( \"click\", \".btn-danger\", function() { $(this).parent().parent().animate({'opacity':0},300).hide(1); }) }); <!-- var insertScript = function(url, callback, parentNode) { var scriptNode = document.createElement(\"script\"); scriptNode.src = url; scriptNode.onload = callback; parentNode.appendChild(scriptNode) } var headNode = document.getElementsByTagName(\"head\")[0]; setTimeout(MathJax.Callback([insertScript, \"//badge.dimensions.ai/badge.js\", console.log, headNode]), 1500); --> affiliations = {}; function add_scimago_image(selector, remove_br=true, add_br_after=true, find_div=false){ $(selector).each( function () { if (remove_br){ $(this).find(\"br\").remove() } internal_items = find_div ? 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