{"paper_id":"625ad050-61e4-458b-b802-1bf2e6875180","body_text":"Adenomiose: etiofisiopatologia, diagnóstico e tratamento\nDOI:\nhttps://doi.org/10.34119/bjhrv7n1-071Keywords:\nadenomiose, etiofisiopatologia, diagnóstico, tratamentoAbstract\nA adenomiose é uma condição uterina benigna caracterizada pela invasão do tecido endometrial na camada muscular do útero, conhecida como miométrio. Essa invasão envolve glândulas e estroma endometrial, frequentemente acompanhadas por hiperplasia e hipertrofia das células musculares uterinas, sendo identificada pela presença desses elementos nas camadas miometriais. Revisão narrativa da literatura realizada a partir da busca bibliográfica na base de dados PubMed, com os descritores “Adenomyosis”, “Etiophysiopathology”, “Diagnosis”, “Treatment”. Os estudos pesquisados foram publicados em periódicos internacionais, sendo selecionados artigos de revisão, revisão sistemática e metanálise. A etiofisiopatologia não é completamente compreendida, mas fatores hormonais e inflamatórios podem desempenhar um papel. O diagnóstico geralmente é feito por meio de exames de imagem, como ultrassonografia ou ressonância magnética. O tratamento pode incluir opções medicamentosas, como anti-inflamatórios e hormônios, para alívio dos sintomas. Em casos mais graves, a histerectomia pode ser considerada, especialmente se os sintomas não respondem aos tratamentos conservadores. A abordagem terapêutica é adaptada às necessidades individuais, considerando a gravidade dos sintomas e a preferência da paciente. A adenomiose é uma doença de etiofisiopatologia, diagnóstico e tratamento complexos, sendo necessários avanços na literatura científica em busca de sua melhor compreensão, além de diagnóstico precoce e tratamento mais assertivo e precoce.\nReferences\nBENAGIANO G.; BROSENS I.; HABIBA M. Structural and molecular features of the endomyometrium in endometriosis and adenomyosis. Human Reproduction Update, v. 20, n. 3, p. 386-402, 2014.\nBENAGIANO G.; BROSENS I.; HABIBA M. Adenomyosis: a life-cycle approach. Reproductive Biomedicine Online, v. 30, n. 3, p. 220-232, 2015.\nBIRD C. C.; MCELIN T.W.; MANALO-ESTRELLA P. The elusive adenomyosis of the uterus revisited. American Journal of Obstetrics and Gynecology, v. 112, n. 5, p. 583-593, 1972.\nDUEHOLM M.; LUNDORF E. Transvaginal ultrasound or MRI for diagnosis of adenomyosis. Current Opinion in Obstetrics and Gynecology, v. 19, n. 6, p. 505-512, 2007.\nFEBRASGO. Adenomiose. São Paulo - SP, 2021.\nFIGUEIRA A.M.A., et al. Adenomiose: aspectos epidemiológicos, fisiopatológicos e manejo terapêutico. Brazilian Journal of Development, v. 9, n. 3, p. 9676-9690, 2023.\nLEVGUR M.; ABADI M.A.; TUCKER A. Adenomyosis: symptoms, histology, and pregnancy terminations. Obstetrics and Gynecology, v. 95, n. 5, p. 688-691, 2000.\nKEPKEP K., et al. Transvaginal sonography in the diagnosis of adenomyosis: which findings are most accurate? Ultrasound in Obstetrics and Gynecology, v. 30, n. 3, p. 341-345, 2007.\nKRENTEL H.; et al. From Clinical Symptoms to MR Imaging: Diagnostic Steps in Adenomyosis. BioMedical Research International, v. 2017, p. 1514029, 2017.\nMEREDITH S.M.; SANCHEZ-RAMOS L.; KAUNITZ A.M. Diagnostic accuracy of transvaginal sonography for the diagnosis of adenomyosis: systematic review and metaanalysis. American Journal of Obstetrics and Gynecology, v. 201, n. 1, p. e1-6, 2009.\nNELSEN L.M.; et al. Experience of Symptoms and Disease Impact in Patients with Adenomyosis. The Patient, v. 11, n. 3, p. 319-328, 2018.\nPONTIS A., et al. Adenomyosis: a systematic review of medical treatment. Gynecological Endocrinology, v. 32, n. 9, p. 696-700. 2016.\nSOLTOSKI B.C.; et al. Sangramento uterino anormal: possíveis causas, diagnóstico e manejo. Brazilian Journal of Health Review, v. 6, n. 5, p. 20229-20241. 2023.\nSTREUL I., et al. An update on the pharmacological management of adenomyosis. Expert Opinion on Pharmacotherapy, v. 15, n. 16, p. 2347-2360, 2014.\nSTRUBLE J.; REID S.; BEDAIWY M.A. Adenomyosis: A Clinical Review of a Challenging Gynecologic Condition. Journal of Minimally Invasive Gynecology, v. 23, n. 2, p. 164-185, 2016.","source_license":"CC0","license_restricted":false}