{"paper_id":"2b75a6ae-c6ac-411d-8ee5-d0ed1f307781","body_text":"Abordagem diagnóstica da endometriose profunda e extrapélvica: limites, possibilidades e inovações tecnológicas\nDOI:\nhttps://doi.org/10.46919/archv6n4espec-15878Keywords:\nendometriose profunda, endometriose extrapélvica, diagnóstico por imagem, inovações tecnológicasAbstract\nA endometriose profunda e extrapélvica representa um desafio significativo no contexto diagnóstico, especialmente devido à sua apresentação clínica variável, localização atípica e limitação de métodos convencionais. Este artigo apresenta uma revisão sistemática da literatura com foco em estudos brasileiros, visando explorar os limites das abordagens diagnósticas tradicionais, discutir as possibilidades atuais e analisar inovações tecnológicas emergentes, como a ressonância magnética pélvica com preparo intestinal, ultrassonografia com mapeamento transvaginal e técnicas híbridas de imagem. A metodologia baseou-se na seleção de artigos nas bases SciELO, LILACS e MEDLINE, utilizando os descritores “endometriose profunda”, “extrapélvica”, “diagnóstico por imagem” e “tecnologia médica”. Os resultados revelam que a combinação de técnicas de imagem com expertise multidisciplinar aumenta significativamente a acurácia diagnóstica. O uso de inteligência artificial na interpretação de imagens e a integração de plataformas digitais têm demonstrado grande potencial. Conclui-se que, embora existam limitações ainda significativas, as inovações tecnológicas representam um avanço promissor no diagnóstico preciso e precoce da endometriose profunda e extrapélvica.\nReferences\nANDRADE, L. A. et al. Diagnóstico não invasivo da endometriose: realidade ou utopia? Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia, v. 41, n. 3, p. 145-152, 2019.\nFEBRASGO. Diretriz Brasileira de Endometriose. Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia, 2022.\nFERREIRA, R. M. et al. Ressonância magnética no diagnóstico da endometriose profunda. Radiologia Brasileira, v. 53, n. 4, p. 267-274, 2020.\nLIMA, A. P. et al. Aplicação de inteligência artificial na avaliação da endometriose profunda: estudo piloto em centro brasileiro. Jornal Brasileiro de Ginecologia e Obstetrícia, v. 45, n. 1, p. 34-40, 2023.\nMARTINS, C. B. et al. Tecnologias emergentes na abordagem da endometriose: revisão crítica. Revista Médica de Minas Gerais, v. 33, n. 2, p. 201-210, 2023.\nMOREIRA, L. F. et al. Endometriose extrapélvica: diagnóstico e desafios. Revista Paulista de Ginecologia e Obstetrícia, v. 42, n. 5, p. 281-287, 2021.\nNASCIMENTO, R. T. et al. O papel da colonoscopia e cistoscopia na endometriose profunda. Jornal de Ginecologia e Obstetrícia do Brasil, v. 44, n. 2, p. 120-126, 2022.\nOLIVEIRA, A. M. et al. Abordagem diagnóstica da endometriose intestinal: experiência brasileira. Revista Brasileira de Coloproctologia, v. 41, n. 3, p. 183-188, 2021.\nSANTOS, D. M. et al. Eficácia da ultrassonografia transvaginal com preparo intestinal na endometriose profunda. RBGO Gynecology & Obstetrics, v. 43, n. 1, p. 55-60, 2021.\nSILVA, T. C. et al. Tempo de diagnóstico da endometriose no Brasil: revisão de literatura. Saúde em Debate, v. 46, n. 132, p. 422-431, 2022.\nSOUZA, M. J. et al. Endometriose profunda: características clínicas e impacto na qualidade de vida. Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia, v. 42, n. 6, p. 358-365, 2020.","source_license":"CC0","license_restricted":false}