{"paper_id":"1dbc0420-14b0-4d92-9a62-c471b156b65d","body_text":"Recidiva de endometriose após histerectomia: revisão integrativa\n##plugins.themes.bootstrap3.article.main##\nResumo\nObjetivo: Analisar os principais fatores preditores de maior inicidência na recorrência de endometriose em mulheres histerectomizadas. Métodos: Trata-se de uma revisão de literatura, sendo consultados artigos científicos publicados entre 2008 e 2020 nas bases eletrônicas: PUBMED, Scopus e Web of science. As palavras-chave utilizadas foram \"endometriose\", \"histerectomia”, \"tratamento\", \"recorrência\" e sua correspondência em inglês, “endometriosis”, “hysterectomy”, “treatment” e “recurrence”. Resultados: A recorrência da endometriose se deve a inúmeros fatores, entre eles: epidemiologia, associação com cirurgia, fatores preditores de risco, fisiopatologia, relação com o tratamento pós-operatório, associação com a concepção, relação com a terapia de reposição hormonal, biomarcadores, tratamento e prevenção da recidiva de endometriose. Entretanto, causa mais provável para recidiva da endometriose após uma histerectomia, são as células e tecidos que ficam após a cirurgia, uma vez que são difíceis de identificá-los e retira-los. Considerações finais: O presente artigo permitiu reconhecer formas que minimizam a recidiva de endometriose após histerectomia, como a experiência do cirurgião, a remoção completa de lesões profundas e a retirada de focos microscópicos, logo espera-se que este estudo contribua na diminuição da recorrência da endometriose após histerectomia.\n##plugins.themes.bootstrap3.article.details##\nCopyright © | Todos os direitos reservados.\nA revista detém os direitos autorais exclusivos de publicação deste artigo nos termos da lei 9610/98.\nReprodução parcial\nÉ livre o uso de partes do texto, figuras e questionário do artigo, sendo obrigatória a citação dos autores e revista.\nReprodução total\nÉ expressamente proibida, devendo ser autorizada pela revista.","source_license":"CC0","license_restricted":false}