{"paper_id":"16acbe10-8342-470f-8414-d4c1e4432ed7","body_text":"Resumo\nObjetivo: Mostrar a relação das alterações hormonais que desenvolvem a endometriose, mostrando suas causas, diagnóstico e tratamento, existe uma prevalência não estabelecida que apontam 10% das mulheres sendo mais frequentes entre as idades de 25 a 35 anos. Métodos: Refere-se a uma revisão bibliográfica sobre a relação de alterações hormonais com desenvolvimento de endometriose nos bancos de dados de periódicos online Scielo, PubMed e Google Acadêmico. Foram utilizados os descritivos “Endometriose”, “hormônios”, “diagnostico”, “mecanismos”. Resultados/Discussão: Constatou-se que hormônio que mais tem relação ao acometimento da doença é o estrógeno, ele aumenta ao longo do ciclo menstrual da mulher mais marcante na fase de reprodução onde é chamado de estradiol, o achado de uma atividade proliferativa persistente nas fases secretória e menstrual poderia ser explicado pela falha na expressão do receptor de progesterona que suprimiria tal proliferação. Conclusão: O tratamento mais eficaz para mulheres em caso de endometriose moderada e profunda é através de cirurgias para retirada do tecido endometrial ectópico e dos endometriomas, em outros casos são utilizados medicamentos e métodos de interrupção do ciclo menstrual.\nReferências\nBAETAS, Beatriz Valente et al. Endometriose e a qualidade de vida das mulheres acometidas. Revista Eletrônica Acervo Científico, v. 19, p. e5928-e5928, 2021.\nCALDEIRA, Raquel Pinto et al. Tratamento terapêutico multi-profissional para endometriose com dor pélvica. Universitas: Ciências da Saúde, v. 6, n. 1, p. 69-83, 2008.\nCARDOSO, Jéssica Vilarinho et al. Epidemiological profile of women with endometriosis: a retrospective descriptive study. Revista Brasileira de Saúde Materno Infantil, v. 20, p. 1057-1067, 2021.\nELEUTÉRIO JUNIOR, José et al. Receptores de estrógeno e progesterona em células do sedimento de fluido peritoneal na endometriose pélvica: estudo imunocitoquímico. Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia, v. 23, p. 83-86, 2001.\nNÁCUL, Andrea Prestes; SPRITZER, Poli Mara. Aspectos atuais do diagnóstico e tratamento da endometriose. Revista Brasileira de ginecologia e obstetrícia, v. 32, p. 298-307, 2010.\nNAVARRO, Paula Andrea de Albuquerque Salles; BARCELOS, Ionara Diniz Santos; ROSA E SILVA, Júlio César. Tratamento da endometriose. Revista Brasileira de ginecologia e obstetrícia, v. 28, p. 612-623, 2006.\nPEREIRA, Niccoly Kolle et al. Impacto na qualidade de vida das mulheres com endometriose associada à dor pélvica crônica Impact on the quality of life of women with endometriosis associated with chronic pelvic pain. Brazilian Journal of Health Review, v. 4, n. 6, p. 26591-26602, 2021.\nPODGAEC, Sergio et al. São Paulo: Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO); 2018. Protocolo FEBRASGO-Ginecologia, no, v. 32.\nRODRIGUES, Luciana Abrantes et al. Análise da influência da endometriose na qualidade de vida. Fisioterapia em Movimento, v. 35, 2022.\nROSA E SILVA, J. C. et al. Endometriose – Aspectos clínicos do diagnóstico ao tratamento. Revista Femina. v. 49, n. 3: p. 134-4, 2021.\nSILVA, Carla Marins et al. Experiências das mulheres quanto às suas trajetórias até o diagnóstico de endometriose. Escola Anna Nery, v. 25, p. e20200374, 2021.\nSILVA, Rita de Cássia Pereira da Costa et al. Sinalização pelo estrogênio no endométrio proliferativo: implicações na endometriose. Revista da Associação Médica Brasileira, v. 62, p. 72-77, 2016.\nTORRES, Juliana Ilky da Silva Lima et al. Endometriose, dificuldades no diagnóstico precoce e a infertilidade feminina: Uma Revisão. Research, Society and Development, v. 10, n. 6, p. e6010615661-e6010615661, 2021.\nEste trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution-NonCommercial 4.0 International License.","source_license":"CC0","license_restricted":false}