{"paper_id":"169b93ad-0d79-47b0-ad95-bdda09b9a5db","body_text":"Diagnósticos e tratamento da endometriose profunda associada à infertilidade\nDOI:\nhttps://doi.org/10.34119/bjhrv8n1-262Keywords:\nendometriose, contraceptivos, diagnóstico, tratamento, infertilidade, saúde da mulherAbstract\nA endometriose é determinada como uma inflamação crônica ginecológica, em virtude da existência de células endometrióticas na porção externa da cavidade uterina. A endometriose profunda pode ser definida por três tipos: a tipo I, que apresenta lesão típica ou atípica, em forma de cone. A tipo II, que envolve lesão típica com retração do reto, e por último a tipo III, a qual apresenta a presença de nódulo endometriótico, que provoca a infiltração do septo retovaginal. O diagnóstico precoce da endometriose é feito por meio de exames físicos, laboratoriais e de imagem, e o tratamento varia de terapias medicamentosas como contraceptivos orais e anti-inflamatórios, assim como também psicoterapia e, caso necessário, intervenções cirúrgicas. O objetivo deste trabalho visa a compreender melhor as dificuldades de diagnóstico e tratamento da endometriose, mas também na correlação entre esta doença e a infertilidade. A metodologia empregada foi através de uma revisão de literatura de caráter narrativo por meio de descritores como “endometriose, contraceptivos, diagnóstico, tratamento, infertilidade, saúde da mulher”, que possibilitaram a busca de 36 artigos, podendo concluir-se que a endometriose ainda não apresenta uma cura definitiva, mas que os avanços na compreensão de sua patologia e opções terapêuticas eficazes permitam um controle melhor da doença, minimizando complicações e melhorando o bem-estar e a qualidade de vida das pacientes. Contudo, a infertilidade deve ser vista como uma consequência multifatorial da endometriose, envolvendo tanto o desequilíbrio do ambiente celular quanto possíveis alterações anatômicas e funcionais do sistema reprodutor.\nReferences\nABRÃO, M. S; NEME, R. M; AVERBACH, M. Endometriose de septo reto-vaginal: doença de diagnóstico e tratamento específicos. Arq Gastroenterol. v.40, n.3, 2003.\nAHN, S. H. et al. Pathophysiology and Immune Dysfunction in Endometriosis. Biomed Res Int. jul, 2015.\nAHN, S. H.; KHALAJ, K.; YOUNG, S. L.; LESSEY, B. A.; KOTI, M.; YAYADE, C. Immune-inflammation gene signatures in endometriosis patients. Fertility and Sterility, 2016. p. 11-19.\nANDRES, M. P. A.; MENDES, R. F. P.; HERNANDES, C. et al. O tratamento hormonal como terapia de primeira linha é seguro e melhora a dor pélvica em mulheres com endometriose intestinal. EINSTEIN (São Paulo). 2019;17(2):1-6.\nANDREUCCI, C. G. L et al. Principais achados radiológicos de endometriose em ressonância magnética. 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